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Ministério da Economia reforça abastecimento de bens essenciais para Inhambane e Gaza

O Ministério da Economia anunciou medidas adicionais para assegurar o abastecimento de bens essenciais às províncias de Inhambane e Gaza, afectadas pelas cheias e inundações. O ministro Basílio Muhate avaliou os impactos das chuvas em Manica e reforçou o compromisso do Executivo com a assistência imediata e a recuperação das comunidades. Paralelamente, o Secretário de Estado do Comércio reuniu-se com comerciantes da Beira para definir estratégias de abastecimento através do corredor da Beira. O Governo garantiu que está a trabalhar para prevenir especulação de preços e assegurar estabilidade económica e social às populações afectadas.

Economia reforça abastecimento de bens essenciais para Inhambane e Gaza

O Governo anunciou medidas adicionais para garantir o abastecimento de bens essenciais às províncias de Inhambane e Gaza, afectadas pelas cheias e inundações que têm condicionado a circulação e a logística em várias regiões do país.

O Ministro da Economia, Basílio Muhate, deslocou-se à Província de Manica para avaliar, no terreno, os impactos das chuvas e reforçar a coordenação institucional.

“Estamos aqui para acompanhar os danos, reforçar a coordenação e assegurar respostas atempadas às populações afectadas”, afirmou Basílio Muhate.

O governante sublinhou que o Executivo mantém o compromisso com a assistência imediata, o reforço da resiliência e a recuperação das comunidades atingidas.

Reunião com comerciantes da Beira

Paralelamente, o Secretário de Estado do Comércio reuniu-se com a Associação Comercial da Beira para definir estratégias de reforço do abastecimento de produtos essenciais às províncias de Inhambane e Gaza, através do corredor da Beira.

“Esta iniciativa, orientada pelo Presidente da República, visa assegurar o fornecimento regular, a estabilidade do mercado e a protecção do poder de compra das famílias”, disse o Secretário de Estado.

O Governo informou que a assistência será intensificada nos próximos dias, tanto por via de donativos como através do comércio normal.

“Estamos a trabalhar para prevenir práticas especulativas e garantir preços justos às populações afectadas”, afirmou Basílio Muhate.

As medidas anunciadas enquadram-se na estratégia de resposta rápida às calamidades naturais, procurando assegurar que as comunidades afectadas pelas cheias tenham acesso contínuo a bens essenciais e condições para recuperar a sua estabilidade económica e social.