A Primeira-Dama de Moçambique apresentou em Nampula o programa Empodera, que reforça o combate à violência baseada no género e cria novas oportunidades para o desenvolvimento feminino.
1
A Primeira-Dama de Moçambique apresentou em Nampula o programa Empodera, que reforça o combate à violência baseada no género e cria novas oportunidades para o desenvolvimento feminino.

A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), uma das maiores infra-estruturas energéticas da África Austral, deu início a um plano ambicioso de modernização e reabilitação da central, com o objetivo de duplicar a capacidade de produção de energia até 2034.
O projeto, designado Capex Vital, prevê o aumento da geração dos actuais 2.075 Megawatts para 4.000 Megawatts, consolidando o papel de Moçambique como líder regional no fornecimento de energia limpa e sustentável.
Segundo o administrador executivo da HCB, José Munice, o plano marca uma viragem histórica para a empresa, que completa 50 anos de operação.
“Estamos a modernizar equipamentos fundamentais, muitos dos quais já ultrapassaram o seu ciclo de vida útil. Este investimento garante eficiência, estabilidade e energia de qualidade para as próximas décadas”, afirmou.
As intervenções iniciadas em 2022 já incluíram a reabilitação de transformadores na subestação de Songo e a preparação da requalificação da estação conversora, etapas que asseguram maior fiabilidade na transmissão eléctrica.
O programa Capex Vital decorre ao longo de 10 anos e prevê que, em cada fase, um grupo-gerador seja temporariamente desativado para substituição e atualização tecnológica.
Para compensar o défice temporário de produção, a HCB vai instalar uma central fotovoltaica no distrito de Changara, com capacidade superior à estrutura atual, reforçando a transição energética e a aposta em fontes renováveis.
Além de assegurar o crescimento da capacidade energética, o projeto deverá criar mais de 300 novos postos de trabalho diretos e indiretos, beneficiando as comunidades locais e a economia regional.
“A expansão da HCB é mais do que um investimento técnico — é um compromisso com o futuro energético de Moçambique e com o desenvolvimento de um país que se quer cada vez mais sustentável e competitivo”, concluiu Munice.