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	<title>Arquivo de Mercado Interno - Verifica MZ</title>
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	<description>O olhar económico e institucional sobre o futuro de Moçambique.</description>
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	<title>Arquivo de Mercado Interno - Verifica MZ</title>
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		<title>Sociedade de Garantia Mutuária divulga fundo para impulsionar recuperação económica em Sofala</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 15:20:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Interno]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Sociedade de Garantia Mutuária  (SGM) apresentou na Beira um fundo de garantia destinado a apoiar a recuperação económica em Sofala. A iniciativa visa facilitar o acesso ao crédito para Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs), reduzindo riscos para os bancos e estimulando o empreendedorismo. O Secretário de Estado da Província, Manuel Rodrigues, destacou que o mecanismo poderá dinamizar o sector privado, criar emprego e diversificar a economia. Participantes sublinharam a importância de critérios claros e transparência na gestão, reforçando a confiança dos beneficiários e o impacto da medida.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30949" class="elementor elementor-30949" data-elementor-post-type="post">
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									<p>A <strong>Sociedade de Garantia Mutuária (SGM)</strong> realizou, nesta quarta-feira, 1 de Abril, na cidade da <strong>Beira</strong>, uma sessão de socialização do fundo de garantia e divulgação da linha de crédito destinada à <strong>recuperação económica</strong>. A iniciativa tem como objetivo <strong>facilitar o acesso ao financiamento</strong> para Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs) na província de Sofala.</p><p>No discurso de abertura, o <strong>Secretário de Estado da Província de Sofala</strong>, Manuel Rodrigues, explicou que o fundo surge como resposta às <strong>dificuldades enfrentadas pelo sector empresarial</strong>, sobretudo na apresentação de garantias junto das instituições financeiras.</p><p style="padding-left: 40px;">“Este mecanismo permitirá reduzir o risco para os bancos, facilitar o acesso ao crédito e estimular o empreendedorismo e a formalização das empresas”, afirmou.</p><p>O governante acrescentou que a iniciativa poderá <strong>dinamizar o sector privado</strong>, promover a <strong>criação de emprego</strong>, incentivar a <strong>inovação</strong> e contribuir para a <strong>diversificação da economia</strong>, reforçando as cadeias de valor locais.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Critérios claros e transparência</h2>				</div>
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									<p>Durante a sessão, os participantes sublinharam a necessidade de <strong>assegurar critérios claros de acesso</strong>, <strong>maior celeridade nos processos de aprovação</strong> e <strong>transparência na gestão do fundo</strong>, como factores determinantes para garantir a confiança dos beneficiários e maximizar o impacto da iniciativa.</p><p>Segundo os intervenientes, o sucesso do fundo depende do <strong>compromisso conjunto entre o Governo, as instituições financeiras e o sector privado</strong>, sendo este último considerado o <strong>principal motor do crescimento económico</strong>.</p><p>A linha de crédito da SGM insere-se nos esforços do Executivo para <strong>acelerar a recuperação económica</strong> e criar condições mais inclusivas de financiamento, especialmente para empresas com <strong>projectos viáveis</strong>, mas limitadas pela falta de garantias reais.</p>								</div>
					</div>
				</div>
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		<title>Economia azul consolida-se como pilar estratégico do crescimento em Moçambique</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 13:45:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Interno]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Moçambique está a consolidar a economia azul como pilar estratégico do crescimento económico, valorizando recursos marinhos e modernizando infra-estruturas portuárias e logísticas. O Ministro João Matlombe destacou que o sector já contribui para o PIB e cria emprego e inclusão social. A aposta inclui pescas, aquacultura, turismo costeiro e energias renováveis marinhas, promovendo diversificação e resiliência económica. O Governo sublinha que o desenvolvimento deve ser sustentável e inclusivo, reforçado pela cooperação internacional e pela integração regional, consolidando a economia azul como motor de crescimento e sustentabilidade.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30810" class="elementor elementor-30810" data-elementor-post-type="post">
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									<p>A economia azul está a afirmar-se como um dos principais motores do crescimento económico em Moçambique, impulsionada pela valorização dos recursos marinhos e pelo reforço das infra-estruturas portuárias e logísticas.</p><p>O posicionamento foi reiterado durante um encontro que reuniu representantes do sector portuário dos países de língua portuguesa, onde se destacou o papel estratégico dos oceanos no desenvolvimento sustentável e na diversificação da economia nacional.</p><p>O Governo considera a economia azul uma via estruturante para o crescimento, tendo em conta a extensa linha costeira do país e o potencial dos seus recursos marinhos.</p><p>Segundo o Ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe, o sector tem vindo a reforçar a sua contribuição para o Produto Interno Bruto, ao mesmo tempo que cria novas oportunidades de emprego e inclusão social.</p><p style="padding-left: 40px;">“O nosso país reconhece na economia azul uma via estruturante para o crescimento sustentável.”</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Portos e logística impulsionam desenvolvimento</h2>				</div>
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									<p>O desenvolvimento dos portos e das cadeias logísticas é apontado como um dos factores-chave para acelerar a economia azul.</p><p>A modernização das infra-estruturas portuárias, aliada à melhoria da conectividade, tem permitido aumentar a eficiência no transporte de mercadorias e fortalecer a integração regional.</p><p style="padding-left: 40px;">“O desenvolvimento do sector portuário traduz-se em ganhos económicos e em oportunidades concretas para os cidadãos.”</p><p>A aposta na economia azul inclui áreas como pescas, aquacultura, turismo costeiro e energias renováveis marinhas, sectores considerados estratégicos para reduzir a dependência de actividades tradicionais.</p><p>O Executivo defende que esta diversificação é essencial para tornar a economia mais resiliente e capaz de responder aos desafios globais.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Sustentabilidade no centro da estratégia</h2>				</div>
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									<p>Apesar do potencial económico, o Governo sublinha que o desenvolvimento da economia azul deve ser acompanhado por práticas sustentáveis, garantindo a preservação dos ecossistemas marinhos.</p><p style="padding-left: 40px;">“É necessário assegurar que as actividades nos oceanos sejam ambientalmente sustentáveis, socialmente inclusivas e economicamente viáveis.”</p><p>A cooperação com países da lusofonia e outros parceiros internacionais tem sido determinante para a troca de experiências, adopção de boas práticas e mobilização de investimento.</p><p>Com esta abordagem, Moçambique procura consolidar a economia azul como um dos pilares centrais do seu desenvolvimento, promovendo crescimento económico, inclusão social e sustentabilidade ambiental.</p><p> </p><p> </p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Empresas informais chamadas a organizar documentação para aceder ao crédito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 18:56:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Interno]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Sociedade de Garantia Mutuária apelou às pequenas e médias empresas informais em Moçambique para organizarem a sua documentação e poderem aceder às linhas de crédito disponíveis. O administrador do fundo, Helder Bila, manifestou preocupação com o elevado número de empresas que ainda operam sem formalização. O Governador da Zambézia, Pio Matos, destacou a necessidade de a banca financiar o sector produtivo. O Secretário de Estado, Avelino Muchine, considerou o fundo uma oportunidade para dinamizar o sector empresarial e impulsionar a economia local.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30746" class="elementor elementor-30746" data-elementor-post-type="post">
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									<p>A Sociedade de Garantia Mutuária apelou às pequenas e médias empresas informais para <strong>regularizarem a sua situação documental</strong>, de forma a poderem beneficiar das linhas de crédito disponibilizadas pela instituição para apoiar a recuperação económica.</p><p>O apelo foi feito durante uma reunião de socialização do <strong>Fundo de Garantia Mutuária e divulgação de linhas de crédito</strong>, realizada em Quelimane.</p><p>Na ocasião, o administrador do fundo, Helder Bila, manifestou preocupação com o elevado número de pequenas e médias empresas que ainda operam sem documentação formal.</p><p style="padding-left: 40px;">“Apelamos aos empresários para organizarem a sua documentação, de modo a facilitar que a banca possa conceder crédito e viabilizar os seus projectos”, afirmou Helder Bila.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-bebc814 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="bebc814" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Banca deve financiar o sector produtivo</h2>				</div>
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									<p>Intervindo no encontro, o Governador da província da Zambézia, Pio Matos, destacou a importância de a banca reforçar o financiamento ao sector empresarial, particularmente às pequenas e médias empresas.</p><p>Segundo o governante, o sistema financeiro não deve depender apenas dos descontos associados aos salários dos funcionários públicos, mas sim desempenhar um papel mais activo no financiamento da actividade produtiva.</p><p>O governador incentivou os empresários da província a informarem-se junto das instituições bancárias sobre os requisitos necessários para o acesso ao crédito.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Fundo de garantia visto como oportunidade para empresários</h2>				</div>
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									<p>No discurso de abertura, o Secretário de Estado na província da Zambézia, Avelino Muchine, considerou a reunião de socialização do Fundo de Garantia Mutuária um passo importante para dinamizar o sector empresarial local.</p><p>Segundo Muchine, o mecanismo representa uma oportunidade para os empresários da província acederem ao financiamento e impulsionarem os seus negócios.</p><p>O dirigente encorajou os participantes a envolverem-se activamente no processo, de modo a evitar dificuldades na utilização deste instrumento de apoio disponibilizado pelo Estado para o fortalecimento da economia local.</p><p> </p><p> </p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>ICM aposta na produção de cereais para reduzir dependência externa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 20:02:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Interno]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto de Cereais de Moçambique (ICM) defendeu o reforço da produção nacional de cereais como estratégia para reduzir a dependência externa e fortalecer a segurança alimentar. O Director Geral, Luís Jobe Fazenda, destacou a necessidade de apostar em arroz, milho e feijão, além de culturas de rendimento como feijão bóer, soja e gergelim. O ICM sublinhou a importância de desenvolver a cadeia de valor agrícola, com armazenamento, processamento e comercialização estruturada. A iniciativa visa gerar emprego rural, aumentar a produção e contribuir para a resiliência económica nacional.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30722" class="elementor elementor-30722" data-elementor-post-type="post">
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									<p>O Instituto de Cereais de Moçambique (ICM, IP) defendeu o reforço da produção nacional de cereais como estratégia fundamental para reduzir a dependência das importações e fortalecer a segurança alimentar no país.</p><p>A posição foi apresentada pelo <strong>Director-Geral do ICM, Luís Jobe Fazenda</strong>, durante o fórum <strong>Thought Leadership Circle Mozambique</strong>, realizado a 9 de Março de 2026, em Maputo, que reuniu representantes do Governo, instituições financeiras, investidores e líderes empresariais para debater os rumos da economia moçambicana.</p><p>Durante a sua intervenção no painel subordinado ao tema <em>“Motores da Economia: Sectores-chave para o próximo ciclo de crescimento”</em>, o responsável destacou que a segurança alimentar deve ser encarada como um dos pilares estruturantes da estabilidade económica e social do país.</p><p style="padding-left: 40px;">“O sucesso de Moçambique reside na produção agrícola profissional com fomento junto dos pequenos produtores, armazenamento estratégico, processamento industrial e comercialização agrária estruturada”, afirmou Luís Jobe Fazenda.</p><p>Segundo o dirigente, esta abordagem integrada pode contribuir para aumentar a produção de alimentos, gerar emprego nas zonas rurais e fortalecer a resiliência económica nacional.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-bebc814 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="bebc814" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Reduzir dependência de importações</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-da55da3 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="da55da3" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>O Director-Geral do ICM alertou para a elevada dependência externa de cereais, sobretudo do arroz, defendendo uma aposta mais consistente na produção nacional de culturas que integram a cesta básica, como <strong>arroz, milho e feijão</strong>.</p><p>Para o responsável, a expansão da produção destes produtos é essencial para garantir <strong>soberania alimentar e reduzir a pressão sobre a balança comercial</strong>.</p><p>Durante o encontro, o dirigente destacou ainda a necessidade de desenvolver a cadeia de valor agrícola, ligando de forma mais eficiente os pequenos produtores aos sistemas de armazenamento, processamento e comercialização.</p><p>Entre as prioridades apontadas estão o fortalecimento das infra-estruturas de armazenagem, a expansão do processamento agro-industrial e a criação de mecanismos logísticos que facilitem o escoamento da produção.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-43ca798 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="43ca798" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Culturas de rendimento também são estratégicas</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-e13cdbf cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="e13cdbf" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>Além da produção de cereais para consumo interno, o ICM defende também o reforço da produção de <strong>culturas de rendimento</strong>, como feijão bóer, soja e gergelim, que podem alimentar a indústria nacional e gerar receitas de exportação.</p><p>Segundo Luís Jobe Fazenda, Moçambique exporta anualmente cerca de <strong>300 mil toneladas de feijão bóer para a Índia</strong>, o que representa receitas na ordem de <strong>180 milhões de dólares</strong>, recursos que podem contribuir para equilibrar a balança comercial do país.</p><p>O <strong>Thought Leadership Circle Mozambique</strong> constituiu uma plataforma de diálogo entre decisores públicos e privados para discutir oportunidades e desafios da economia nacional.</p><p>O evento marcou igualmente o lançamento da nova edição da revista internacional <strong>The Business Year – Mozambique</strong>, dedicada à análise de sectores estratégicos como agricultura, energia e inovação digital.</p><p>Com a sua participação no encontro, o ICM reafirmou o compromisso de <strong>promover a segurança alimentar, dinamizar a comercialização agrícola e mobilizar investimentos para o sector dos cereais em Moçambique</strong>.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
		<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/icm-mocambique-producao-cereais/">ICM aposta na produção de cereais para reduzir dependência externa</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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		<title>Xai‑Xai lidera aumento de preços em Fevereiro entre as cidades analisadas</title>
		<link>https://verificamz.co.mz/xai-xai-aumento-precos-inflacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 20:50:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Interno]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Xai-Xai registou o maior aumento de preços entre as cidades analisadas em Fevereiro, com uma variação mensal de 3,12%, segundo o Índice de Preços no Consumidor. Chimoio (1,27%) e Inhambane (0,95%) seguiram se na lista das maiores subidas. Beira registou 0,61% e Maputo 0,44%, enquanto Nampula, Tete e Quelimane tiveram variações menores. O aumento geral foi impulsionado pela subida dos preços de alimentos, bebidas não alcoólicas, bens energéticos e materiais de construção, factores que continuam a pressionar o custo de vida das famílias moçambicanas.</p>
<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/xai-xai-aumento-precos-inflacao/">Xai‑Xai lidera aumento de preços em Fevereiro entre as cidades analisadas</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30717" class="elementor elementor-30717" data-elementor-post-type="post">
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									<p>A cidade de Xai-Xai registou o maior aumento de preços entre os centros urbanos analisados no país durante o mês de Fevereiro, segundo dados do Índice de Preços no Consumidor.</p><p>A subida mensal dos preços em Xai-Xai foi de <strong>3,12%</strong>, superando as restantes cidades incluídas no levantamento nacional. O aumento reflecte a tendência de crescimento do custo de vida registada em várias regiões do país no período em análise.</p><p>Depois de Xai-Xai, os maiores aumentos foram observados na <strong>cidade de Chimoio</strong>, com <strong>1,27%</strong>, e na <strong>província de Inhambane</strong>, com <strong>0,95%</strong>. Seguem-se a <strong>cidade da Beira</strong>, com <strong>0,61%</strong>, e a <strong>cidade de Maputo</strong>, que registou uma variação de <strong>0,44%</strong>.</p><p>Outras cidades também registaram subida de preços, embora em menor escala, nomeadamente <strong>Nampula</strong>, <strong>Tete</strong> e <strong>Quelimane</strong>.</p><p>O aumento geral dos preços no país foi influenciado sobretudo pela subida do custo de <strong>produtos alimentares e bebidas não alcoólicas</strong>, bem como de alguns bens energéticos e materiais de construção, factores que continuam a pressionar o custo de vida das famílias.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Governo, CTA e OTM‑CS iniciam diálogo sobre salário mínimo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 16:07:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Interno]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo, a Confederação das Associações Económicas (CTA) e a Organização dos Trabalhadores de Moçambique – Central Sindical (OTM CS) vão iniciar em Abril negociações para a revisão do salário mínimo nacional. O processo terá como referência o desempenho económico de 2025, marcado por instabilidade e perturbações produtivas. O secretário geral da OTM CS, Damião Simango, apelou à preservação do poder de compra dos trabalhadores. O Executivo defende maior produtividade, formalização da economia e apoio às PME. O desafio será equilibrar melhores condições de vida com sustentabilidade empresarial e geração de emprego.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30641" class="elementor elementor-30641" data-elementor-post-type="post">
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									<div><p><span lang="PT-BR">O Governo, a Confederação das Associações Económicas (CTA) e a Organização dos Trabalhadores de Moçambique – Central Sindical (OTM‑CS) vão iniciar em Abril as negociações para a revisão do </span><strong><span lang="PT-BR">salário mínimo nacional</span></strong><span lang="PT-BR">, num contexto marcado por desafios macroeconómicos, desemprego e necessidade de reforço da produtividade.</span></p></div><div><p><span lang="PT-BR">As discussões terão como referência o desempenho económico de 2025, descrito como um ano atípico, marcado por instabilidade, manifestações pós‑eleitorais e perturbações nas cadeias produtivas. O Executivo sublinha que a revisão salarial deve equilibrar a </span><strong><span lang="PT-BR">protecção do poder de compra</span></strong><span lang="PT-BR"> com a </span><strong><span lang="PT-BR">sustentabilidade das empresas</span></strong><span lang="PT-BR">.</span></p></div><div><p><span lang="PT-BR">O secretário‑geral da OTM‑CS, </span><strong><span lang="PT-BR">Damião Simango</span></strong><span lang="PT-BR">, disse:</span></p></div><div><p style="padding-left: 40px;"><span lang="PT-BR">“A classe laboral não pretende salários irrealistas, mas exige garantias de preservação do poder de compra dos trabalhadores.”</span></p></div><div><p><span lang="PT-BR">Simango apelou ainda para que o Governo mantenha o seu papel central na coordenação do processo, evitando decisões que comprometam a estabilidade social e económica.</span></p></div>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-bdc4eb3 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="bdc4eb3" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Mercado de trabalho e reformas estruturais</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-636c25f cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="636c25f" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p style="font-weight: 400;">O Executivo defende a consolidação de um mercado laboral mais resiliente, com prioridade para:</p><ul><li><strong>Requalificação profissional</strong> e transição para sectores emergentes.</li><li>Apoio às <strong>pequenas e médias empresas</strong> afectadas por crises recentes.</li><li>Reforço dos mecanismos de <strong>protecção social</strong> para trabalhadores vulneráveis.</li></ul><p style="font-weight: 400;">O Governo sublinhou que 2026 exige maior articulação entre <strong>produtividade, investimento e formalização da economia</strong>, como forma de sustentar aumentos salariais consistentes sem comprometer o emprego.</p><p style="font-weight: 400;">A revisão do salário mínimo surge num momento em que o país procura acelerar a formalização da economia e reforçar a produtividade, num ambiente ainda condicionado por choques climáticos e tensões económicas.</p><p style="font-weight: 400;">O desafio central será encontrar um ponto de equilíbrio entre a melhoria das condições de vida dos trabalhadores e a capacidade das empresas em absorver aumentos de custos sem comprometer a geração de emprego.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Inflação desacelera de 4,69% em Janeiro de 2025 para 3,04% em Janeiro de 2026</title>
		<link>https://verificamz.co.mz/inflacao-mocambique-janeiro-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 16:15:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Interno]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O INE anunciou que a inflação homóloga em Moçambique caiu de 4,69% em Janeiro de 2025 para 3,04% em Janeiro de 2026. Alimentação e bebidas não alcoólicas continuam a ser o principal motor da inflação, com variação de 5,72%, enquanto restaurantes e hotéis registaram aumentos de 6,48%. A estabilidade cambial e maior produção agrícola ajudaram a suavizar preços, apesar de subidas pontuais em hortícolas. A desaceleração alivia famílias, favorece empresas e melhora contas públicas. Especialistas alertam para vulnerabilidade a choques externos e internos, exigindo reforço de políticas de estabilidade macroeconómica.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30537" class="elementor elementor-30537" data-elementor-post-type="post">
				<div class="elementor-element elementor-element-69a9985 e-flex e-con-boxed cmsmasters-block-default e-con e-parent" data-id="69a9985" data-element_type="container" data-e-type="container" data-settings="{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}">
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				<div class="elementor-element elementor-element-0d3c5d1 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="0d3c5d1" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p style="font-weight: 400;">O <strong>Instituto Nacional de Estatística (INE)</strong> divulgou que a inflação homóloga em Moçambique caiu de <strong>4,69% em Janeiro de 2025</strong> para <strong>3,04% em Janeiro de 2026</strong>, confirmando uma <strong>desaceleração expressiva</strong> no ritmo de crescimento dos preços.</p><ul><li><strong>Alimentação e bebidas não alcoólicas</strong>: continuam a ser o principal motor da inflação, com uma variação homóloga de <strong>5,72%</strong>, embora inferior ao ano anterior.</li><li><strong>Restaurantes e hotéis</strong>: registaram aumentos de <strong>6,48%</strong>, mas com impacto limitado no índice nacional.</li><li><strong>Estabilidade cambial</strong>: menor pressão sobre o metical reduziu os custos de bens importados.</li><li><strong>Produção agrícola</strong>: maior disponibilidade de produtos básicos ajudou a suavizar os preços, apesar de subidas pontuais em hortícolas como tomate (+16,3%) e couve (+17,2%).</li></ul>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-9f9542e cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="9f9542e" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Consequências e perspectivas económicas</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-b1d94d0 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="b1d94d0" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<ul><li><strong>Famílias</strong>: o abrandamento da inflação alivia a pressão sobre o poder de compra, sobretudo em bens essenciais.</li><li><strong>Empresas</strong>: maior previsibilidade nos preços favorece o investimento e o planeamento de custos.</li><li><strong>Contas públicas</strong>: a redução da inflação contribui para estabilizar despesas correntes e melhorar a execução orçamental.</li><li><strong>Mercado financeiro</strong>: abre espaço para ajustes graduais na política monetária, incentivando crédito produtivo.</li></ul><p style="font-weight: 400;">Apesar da tendência positiva, Moçambique mantém‑se vulnerável a <strong>choques externos</strong> (como oscilações nos preços internacionais de combustíveis) e <strong>internos</strong> (eventos climáticos e cheias que afectam a produção agrícola). Especialistas sublinham que será necessário reforçar políticas de <strong>prevenção e estabilidade macro-económica</strong> para consolidar esta trajectória de desaceleração.</p><p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"> </span></p><p style="font-weight: 400;"> </p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Alfândegas contribuem com 28% da receita nacional</title>
		<link>https://verificamz.co.mz/alfandegas-contribuicao-receita-fiscal-mocambique/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 17:33:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento Estrangeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Interno]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As Alfândegas de Moçambique assumem papel central na arrecadação fiscal, garantindo em média 28% da receita nacional. Em 2025, asseguraram mais de 99 mil milhões de meticais para os cofres do Estado, recursos fundamentais para políticas públicas e serviços sociais básicos. Entre 2021 e 2025, realizaram mais de quatro mil apreensões de mercadorias, recuperando 6,1 mil milhões de meticais em impostos, incidindo sobre contrabando, exploração ilegal de recursos naturais e tráfico de espécies protegidas. O controlo aduaneiro fortalece a competitividade das empresas nacionais, protege cadeias logísticas e atrai investimento estrangeiro. A AT aposta na modernização tecnológica e cooperação internacional, alinhando-se com a OMA, para aumentar eficiência e consolidar as Alfândegas como primeira linha de defesa económica.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30362" class="elementor elementor-30362" data-elementor-post-type="post">
				<div class="elementor-element elementor-element-69a9985 e-flex e-con-boxed cmsmasters-block-default e-con e-parent" data-id="69a9985" data-element_type="container" data-e-type="container" data-settings="{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}">
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				<div class="elementor-element elementor-element-0d3c5d1 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="0d3c5d1" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>As Alfândegas de Moçambique assumem um papel central na <strong>sustentabilidade das finanças públicas</strong>, contribuindo, em média, com <strong>28% da receita nacional</strong>. Só no último ano, o sector arrecadou mais de <strong>99 mil milhões de meticais</strong>, recursos fundamentais para o financiamento das políticas públicas e dos serviços sociais básicos.</p><p>Os dados foram apresentados durante as celebrações do <strong>Dia Internacional das Alfândegas</strong>, promovidas pela <strong>Autoridade Tributária de Moçambique (AT)</strong>, sob o lema <em>“As Alfândegas Protegendo a Sociedade através da Vigilância e do Compromisso”</em>.</p><p>Na cerimónia, realizada no Auditório da Sede da AT, o <strong>Presidente da Autoridade Tributária</strong>, <strong>Aníbal Mbalango</strong>, sublinhou que as Alfândegas constituem um <strong>pilar estruturante da economia nacional</strong>, ao garantir a arrecadação fiscal, facilitar o comércio legítimo e proteger a sociedade contra práticas ilícitas.</p><blockquote><p>“As Alfândegas não são apenas uma unidade de controlo fronteiriço. São também um motor económico que assegura receitas indispensáveis ao Estado e promove a competitividade do país”, afirmou Mbalango.</p></blockquote>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-9f9542e cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="9f9542e" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Combate às infracções e impacto económico</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-c0dcd3b cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="c0dcd3b" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>Entre 2021 e 2025, foram realizadas mais de <strong>quatro mil apreensões de mercadorias</strong>, com a recuperação de impostos avaliados em cerca de <strong>6,1 mil milhões de meticais</strong>. As operações incidiram sobre o <strong>contrabando</strong>, a <strong>exploração ilegal de recursos naturais</strong>, o <strong>tráfico de espécies protegidas</strong> e outras práticas lesivas à economia nacional e ao meio ambiente.</p><p>Este desempenho reforça o papel das Alfândegas como <strong>primeira linha de defesa económica</strong>, assegurando a conformidade legal das operações de comércio externo e a protecção das cadeias logísticas.</p><p>A cerimónia contou ainda com a mensagem do <strong>Secretário-Geral da Organização Mundial das Alfândegas (OMA)</strong>, <strong>Ian Saunders</strong>, que apelou ao reforço da <strong>cooperação internacional</strong>, da <strong>partilha de informação</strong> e do uso estratégico de tecnologias como a <strong>inteligência artificial</strong>, a <strong>análise de dados</strong> e a <strong>gestão de risco</strong>.</p><p>Foram igualmente atribuídos <strong>Certificados de Mérito</strong> a funcionários da AT, despachantes aduaneiros e agentes económicos, como reconhecimento pelo contributo para o fortalecimento do sistema aduaneiro nacional.</p><p>Num contexto marcado por <strong>eventos climatéricos adversos</strong>, a AT destacou a iniciativa <em>“Campanha AT Solidária”</em>, através da qual foram angariados bens e fundos destinados às vítimas das cheias. O gesto reforça a imagem das Alfândegas como instituição que vai além da arrecadação fiscal, assumindo um papel activo na <strong>protecção das fronteiras</strong>, no <strong>desenvolvimento económico</strong> e na <strong>solidariedade social</strong>.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<item>
		<title>Ministério da Economia reforça abastecimento de bens essenciais para Inhambane e Gaza</title>
		<link>https://verificamz.co.mz/ministerio-economia-abastecimento-inhambane-gaza-cheias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jan 2026 19:07:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Interno]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Economia anunciou medidas adicionais para assegurar o abastecimento de bens essenciais às províncias de Inhambane e Gaza, afectadas pelas cheias e inundações. O ministro Basílio Muhate avaliou os impactos das chuvas em Manica e reforçou o compromisso do Executivo com a assistência imediata e a recuperação das comunidades. Paralelamente, o Secretário de Estado do Comércio reuniu-se com comerciantes da Beira para definir estratégias de abastecimento através do corredor da Beira. O Governo garantiu que está a trabalhar para prevenir especulação de preços e assegurar estabilidade económica e social às populações afectadas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30342" class="elementor elementor-30342" data-elementor-post-type="post">
				<div class="elementor-element elementor-element-69a9985 e-flex e-con-boxed cmsmasters-block-default e-con e-parent" data-id="69a9985" data-element_type="container" data-e-type="container" data-settings="{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}">
					<div class="e-con-inner">
				<div class="elementor-element elementor-element-0d3c5d1 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="0d3c5d1" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>O Governo anunciou medidas adicionais para garantir o abastecimento de bens essenciais às províncias de Inhambane e Gaza, afectadas pelas cheias e inundações que têm condicionado a circulação e a logística em várias regiões do país.</p><p>O Ministro da Economia, Basílio Muhate, deslocou-se à Província de Manica para avaliar, no terreno, os impactos das chuvas e reforçar a coordenação institucional.</p><blockquote><p>“Estamos aqui para acompanhar os danos, reforçar a coordenação e assegurar respostas atempadas às populações afectadas”, afirmou Basílio Muhate.</p></blockquote><p>O governante sublinhou que o Executivo mantém o compromisso com a assistência imediata, o reforço da resiliência e a recuperação das comunidades atingidas.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-9f9542e cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="9f9542e" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Reunião com comerciantes da Beira</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-c0dcd3b cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="c0dcd3b" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>Paralelamente, o Secretário de Estado do Comércio reuniu-se com a Associação Comercial da Beira para definir estratégias de reforço do abastecimento de produtos essenciais às províncias de Inhambane e Gaza, através do corredor da Beira.</p><blockquote><p>“Esta iniciativa, orientada pelo Presidente da República, visa assegurar o fornecimento regular, a estabilidade do mercado e a protecção do poder de compra das famílias”, disse o Secretário de Estado.</p></blockquote><p>O Governo informou que a assistência será intensificada nos próximos dias, tanto por via de donativos como através do comércio normal.</p><blockquote><p>“Estamos a trabalhar para prevenir práticas especulativas e garantir preços justos às populações afectadas”, afirmou Basílio Muhate.</p></blockquote><p>As medidas anunciadas enquadram-se na estratégia de resposta rápida às calamidades naturais, procurando assegurar que as comunidades afectadas pelas cheias tenham acesso contínuo a bens essenciais e condições para recuperar a sua estabilidade económica e social.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Banco Mundial aprova 450 milhões USD para Moçambique</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 08:44:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Interno]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho de Administração do Banco Mundial aprovou um novo Quadro de Parceria com Moçambique para o período 2026–2031, no valor de 450 milhões de dólares norte-americanos. O programa visa reforçar o crescimento económico, a resiliência, a criação de emprego e a estabilidade macrofiscal, com foco em sectores estratégicos como energia, agronegócio e turismo, num contexto de desafios climáticos e económicos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30335" class="elementor elementor-30335" data-elementor-post-type="post">
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									<p data-start="273" data-end="581">O Conselho de Administração do Banco Mundial aprovou um <strong data-start="329" data-end="409">novo Quadro de Parceria com Moçambique (Country Partnership Framework – CPF)</strong> para o período <strong data-start="425" data-end="438">2026–2031</strong>, no valor global de <strong data-start="459" data-end="502">450 milhões de dólares norte-americanos</strong>, reforçando o apoio financeiro e estratégico ao crescimento económico do país.</p><p data-start="583" data-end="919">A decisão foi tomada na sessão realizada a <strong data-start="626" data-end="643">22 de Janeiro</strong>, no contexto dos desafios económicos, sociais e humanitários agravados pelas <strong data-start="721" data-end="739">chuvas severas</strong> que afectam várias regiões do país. O Banco Mundial manifestou solidariedade com a população moçambicana e reiterou o seu compromisso com a estabilidade e a recuperação económica.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Crescimento inclusivo e resiliência como eixos centrais</h2>				</div>
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									<p data-start="982" data-end="1242">O novo CPF será financiado através da <strong data-start="1020" data-end="1094">Janela para Prevenção e Resiliência (Prevention and Resilience Window)</strong> e prioriza a <strong data-start="1108" data-end="1133">resiliência económica</strong>, o <strong data-start="1137" data-end="1162">crescimento inclusivo</strong> e a <strong data-start="1167" data-end="1189">criação de emprego</strong>, com particular enfoque na juventude e nas mulheres.</p><p data-start="1244" data-end="1533">O programa estratégico, com horizonte de cinco anos, visa <strong data-start="1302" data-end="1342">desbloquear oportunidades económicas</strong>, reforçar a capacidade produtiva do país e reduzir vulnerabilidades estruturais, tirando partido dos <strong data-start="1444" data-end="1476">recursos naturais abundantes</strong> e da <strong data-start="1482" data-end="1508">posição geoestratégica</strong> de Moçambique na região.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Sectores estratégicos e estabilidade macro-fiscal</h2>				</div>
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									<p data-start="1589" data-end="1741">Em alinhamento com as prioridades nacionais de desenvolvimento, o CPF concentra-se em sectores com elevado potencial de impacto económico, nomeadamente:</p><ul data-start="1742" data-end="1960"><li data-start="1742" data-end="1809"><p data-start="1744" data-end="1809"><strong data-start="1744" data-end="1755">Energia</strong>, como base para a industrialização e competitividade;</p></li><li data-start="1810" data-end="1888"><p data-start="1812" data-end="1888"><strong data-start="1812" data-end="1827">Agronegócio</strong>, visando o aumento da produtividade e do valor acrescentado;</p></li><li data-start="1889" data-end="1960"><p data-start="1891" data-end="1960"><strong data-start="1891" data-end="1902">Turismo</strong>, como motor de crescimento, emprego e geração de divisas.</p></li></ul><p data-start="1962" data-end="2282">Paralelamente, o quadro de parceria prevê acções orientadas para o <strong data-start="2029" data-end="2081">desenvolvimento de uma força laboral qualificada</strong>, o <strong data-start="2085" data-end="2122">reforço das instituições públicas</strong> e a <strong data-start="2127" data-end="2167">promoção da estabilidade macrofiscal</strong>, elementos considerados críticos para atrair investimento privado e sustentar o crescimento a médio e longo prazo.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Apoio à transformação económica</h2>				</div>
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									<p data-start="2321" data-end="2563">O Banco Mundial destaca que o novo quadro de cooperação apoia os esforços do Governo na <strong data-start="2409" data-end="2452">revitalização dos corredores económicos</strong>, na integração regional e na criação de um ambiente mais favorável ao investimento e à actividade empresarial.</p><p data-start="2565" data-end="2890">Com a aprovação deste pacote de <strong data-start="2597" data-end="2623">450 milhões de dólares</strong>, Moçambique reforça o seu acesso a financiamento concessionário orientado para reformas estruturais, resiliência climática e diversificação económica, num momento em que o país procura consolidar a recuperação e acelerar a transformação do seu modelo de crescimento.</p>								</div>
					</div>
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