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	<title>Arquivo de Empresas e Mercados - Verifica MZ</title>
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	<description>O olhar económico e institucional sobre o futuro de Moçambique.</description>
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	<title>Arquivo de Empresas e Mercados - Verifica MZ</title>
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		<title>Moçambique aposta em integração regional e continental através do sector de serviços</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 14:08:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas e Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo de Moçambique promoveu em Maputo um seminário técnico para reforçar competências dos sectores público e privado no comércio de serviços, preparando futuras negociações regionais e continentais. O encontro destacou o papel estratégico dos serviços para o crescimento económico, geração de emprego e competitividade nacional. Moçambique já liberalizou áreas como comunicações, construção, serviços financeiros, transportes e turismo. A iniciativa insere se no processo de elaboração da Estratégia Nacional de Comércio de Serviços e contou com apoio da União Europeia, através do programa Promove Comércio, reafirmando o compromisso com a integração económica africana.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30580" class="elementor elementor-30580" data-elementor-post-type="post">
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									<p style="font-weight: 400;">O Governo de Moçambique promoveu um <strong>seminário técnico</strong> na capital, orientado ao reforço das competências dos actores dos sectores público e privado, preparando o país para futuras <strong>negociações regionais e continentais</strong> no domínio do comércio de serviços.</p><p style="font-weight: 400;">O encontro destacou o papel estratégico do comércio de serviços para:</p><ul><li><strong>Crescimento económico</strong>;</li><li><strong>Geração de emprego</strong>;</li><li><strong>Reforço da competitividade nacional</strong>;</li><li>Integração económica regional e africana.</li></ul><p style="font-weight: 400;">Moçambique já abriu sectores estratégicos como:</p><ul><li><strong>Comunicações</strong>;</li><li><strong>Construção</strong>;</li><li><strong>Serviços financeiros</strong>;</li><li><strong>Transportes</strong>;</li><li><strong>Turismo</strong>.</li></ul><p style="font-weight: 400;">Actualmente, o país prepara‑se para novas rondas de negociações no âmbito da <strong>SADC</strong> e da <strong>Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA)</strong>.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-9f9542e cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="9f9542e" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Estratégia Nacional de Comércio de Serviços</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-b1d94d0 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="b1d94d0" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<div><p><span lang="PT-BR">Esta iniciativa insere‑se no processo de consultas para a elaboração da </span><strong><span lang="PT-BR">Estratégia Nacional de Comércio de Serviços</span></strong><span lang="PT-BR">, instrumento que irá orientar o posicionamento do país neste sector.</span></p></div><div><p><span lang="PT-BR">O seminário contou com o apoio da </span><strong><span lang="PT-BR">União Europeia</span></strong><span lang="PT-BR">, através do programa </span><strong><span lang="PT-BR">Promove Comércio</span></strong><span lang="PT-BR">, reafirmando o compromisso conjunto com o fortalecimento da economia nacional e a promoção da integração económica de Moçambique.</span></p></div>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Moçambique e Brasil partilham boas práticas para dinamizar micro, pequenas e médias empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 15:29:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas e Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma delegação moçambicana, coordenada pelo IPEME, encontra se no Brasil para reforçar a cooperação bilateral no apoio às micro, pequenas e médias empresas (MPME). A missão decorre em parceria com o SEBRAE e a Agência Brasileira de Cooperação (ABC), e inclui encontros em Brasília para partilha de boas práticas em políticas públicas, capacitação empresarial e modernização do ambiente de negócios. Liderada pelo Director Geral do IPEME, Féliz Pedro Malate, a comitiva pretende adaptar modelos de sucesso brasileiros ao contexto moçambicano, fortalecendo o papel das MPME como motores da economia nacional.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30453" class="elementor elementor-30453" data-elementor-post-type="post">
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									<div><p><span lang="PT-BR">Uma delegação moçambicana, coordenada pelo </span><strong><span lang="PT-BR">Instituto para a Promoção das Pequenas e Médias Empresas (IPEME)</span></strong><span lang="PT-BR">, encontra-se no Brasil para reforçar a cooperação bilateral no apoio aos pequenos negócios e ao empreendedorismo. A missão integra representantes de vários órgãos nacionais e decorre no âmbito da parceria entre o IPEME, o </span><strong><span lang="PT-BR">Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE)</span></strong><span lang="PT-BR"> e a </span><strong><span lang="PT-BR">Agência Brasileira de Cooperação (ABC)</span></strong><span lang="PT-BR">.</span></p></div><div><p><span lang="PT-BR">Durante a visita, que inclui encontros na sede do SEBRAE, em Brasília, estão a ser partilhadas </span><strong><span lang="PT-BR">experiências e boas práticas em políticas públicas, capacitação empresarial, modernização do ambiente de negócios e fortalecimento das micro, pequenas e médias empresas (MPME)</span></strong><span lang="PT-BR">.</span></p></div><div><p><span lang="PT-BR">Estas empresas são consideradas um dos principais motores da economia moçambicana, responsáveis pela criação de emprego, dinamização das cadeias de valor locais e promoção da inovação.</span></p></div>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-9f9542e cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="9f9542e" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Liderança institucional e visão estratégica</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-46eafa9 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="46eafa9" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p style="font-weight: 400;">A comitiva é liderada pelo <strong>Director-Geral do IPEME, Féliz Pedro Malate</strong>, e insere-se no seguimento da <strong>Declaração Conjunta assinada em Maputo</strong>, que visa transformar os acordos existentes em acções concretas de desenvolvimento económico e estímulo ao empreendedorismo em Moçambique.</p><p style="font-weight: 400;">Segundo Malate, o objectivo é <strong>aprender com a experiência brasileira</strong> na promoção de políticas públicas e programas de apoio às MPME, adaptando modelos de sucesso ao contexto moçambicano.</p><ul><li><strong>Fortalecimento institucional</strong> do IPEME e de órgãos parceiros.</li><li><strong>Capacitação empresarial</strong> com enfoque em gestão, inovação e acesso a mercados.</li><li><strong>Modernização do ambiente de negócios</strong>, reduzindo barreiras burocráticas e incentivando investimentos.</li><li><strong>Estímulo ao empreendedorismo jovem e feminino</strong>, sectores estratégicos para a diversificação económica.</li><li><strong>Integração regional e internacional</strong> das MPME moçambicanas, através de parcerias e redes de cooperação.</li></ul><p style="font-weight: 400;">Esta missão reforça o compromisso do Governo de Moçambique em <strong>dinamizar o sector privado</strong>, reconhecendo que o crescimento inclusivo depende da vitalidade das micro, pequenas e médias empresas.</p><p style="font-weight: 400;">A cooperação com o Brasil, país que consolidou políticas de apoio às MPME ao longo das últimas décadas, representa uma oportunidade para <strong>acelerar a transformação económica</strong>, gerar emprego e aumentar a competitividade das empresas moçambicanas.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Encerramento da Mozal pode agravar instabilidade económica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 20:46:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas e Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Mozal, maior indústria de Moçambique e responsável por cerca de 3% do PIB nacional, anunciou a suspensão das suas actividades a partir de Março de 2026, devido à falta de acordo no fornecimento de energia. A decisão da South32, accionista maioritária, está a gerar forte preocupação entre trabalhadores e empresas fornecedoras. A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) apelou a soluções urgentes para evitar o encerramento, alertando para consequências económicas e sociais severas, incluindo falência de pequenas empresas e despedimento massivo de trabalhadores.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30441" class="elementor elementor-30441" data-elementor-post-type="post">
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									<div><p><span lang="PT-BR">A decisão da </span><strong><span lang="PT-BR">Mozal</span></strong><span lang="PT-BR">, maior indústria de Moçambique, de suspender as suas actividades a partir de Março de 2026, está a gerar preocupação entre trabalhadores e empresas que dependem da fundição de alumínio para sobreviver.</span></p></div><div><p><span lang="PT-BR">A australiana </span><strong><span lang="PT-BR">South32</span></strong><span lang="PT-BR">, accionista maioritária da Mozal, justificou a paralisação pela falta de acordo no fornecimento de energia. A Mozal compra quase metade da electricidade produzida em Moçambique, através da sul‑africana </span><strong><span lang="PT-BR">Eskom</span></strong><span lang="PT-BR">, e representa cerca de </span><strong><span lang="PT-BR">3% do PIB nacional</span></strong><span lang="PT-BR">.</span></p></div><div><p><span lang="PT-BR">Criada em 1998, a Mozal foi um dos primeiros mega-projectos do País, símbolo de progresso e de salários acima da média nacional.</span></p></div>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-9f9542e cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="9f9542e" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">CTA pede soluções urgentes</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-46eafa9 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="46eafa9" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<div><p><span lang="PT-BR">A </span><strong><span lang="PT-BR">Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA)</span></strong><span lang="PT-BR"> apelou a que se evite “a todo o custo” o encerramento da Mozal, alertando para consequências económicas e sociais severas.</span></p></div><div><p style="padding-left: 40px;"><span lang="PT-BR">“Evitar a todo o custo o encerramento da fábrica deve ser um objectivo comum, tendo em conta que tal cenário acarretaria consequências económicas e sociais severas, incluindo a falência de várias pequenas empresas nacionais e o despedimento massivo de trabalhadores”, afirmou </span><strong><span lang="PT-BR">Álvaro Massingue</span></strong><span lang="PT-BR">, presidente da CTA.</span></p></div><div><p><span lang="PT-BR">A CTA considera a Mozal um </span><strong><span lang="PT-BR">activo estratégico</span></strong><span lang="PT-BR"> e sugere prolongar o contrato actual por 6 a 12 meses, criando espaço para negociações sustentáveis.</span></p></div><div><p><span lang="PT-BR">Cerca de </span><strong><span lang="PT-BR">mil trabalhadores</span></strong><span lang="PT-BR"> poderão perder o emprego. Com uma taxa de desemprego estimada em </span><strong><span lang="PT-BR">18,4%</span></strong><span lang="PT-BR">, as perspectivas de reintegração são reduzidas.</span></p></div>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-9c0c3ba cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="9c0c3ba" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Empresas terciárias em crise</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-c0dcd3b cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="c0dcd3b" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<div><p><span lang="PT-BR">O impacto estende‑se às empresas fornecedoras e prestadoras de serviços. A </span><strong><span lang="PT-BR">C&amp;S Engenharia</span></strong><span lang="PT-BR"> reduziu 40% da sua força laboral.</span></p></div><div><p style="padding-left: 40px;"><span lang="PT-BR">“O impacto é devastador. O parque industrial foi criado para servir a Mozal. Reinventar‑nos não está a ser fácil”, afirmou </span><strong><span lang="PT-BR">Feliciano Augusto</span></strong><span lang="PT-BR">, gestor da empresa.</span></p></div><div><p><span lang="PT-BR">Muitas destas empresas dependiam da previsibilidade de pagamentos da Mozal, considerada uma </span><strong><span lang="PT-BR">world class company</span></strong><span lang="PT-BR">, e enfrentam agora um cenário “catastrófico”.</span></p></div><div><p><span lang="PT-BR">Segundo a </span><strong><span lang="PT-BR">South32</span></strong><span lang="PT-BR">, os custos de manutenção da Mozal, incluindo rescisões de contratos, deverão rondar </span><strong><span lang="PT-BR">60 milhões de dólares</span></strong><span lang="PT-BR">, com despesas anuais adicionais de cerca de </span><strong><span lang="PT-BR">5 milhões de dólares</span></strong><span lang="PT-BR">.</span></p></div><div><p><span lang="PT-BR">Apesar do cenário sombrio, alguns trabalhadores mantêm esperança de que a suspensão possa ser revertida ou que surja a possibilidade de venda da fábrica.</span></p></div><p>Fonte: DW</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Retoma do LNG dinamiza cadeias de valor locais e fortalece PME moçambicanas</title>
		<link>https://verificamz.co.mz/retoma-lng-fortalece-pme-mocambicanas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 15:53:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas e Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A retoma do Projecto Mozambique LNG, na Área 1 da Bacia do Rovuma, está a impulsionar as cadeias de valor locais e a fortalecer as PME moçambicanas. O empreendimento prevê a contratação de cerca de 17 mil trabalhadores, com prioridade para cidadãos moçambicanos, dos quais mais de 40% são naturais de Cabo Delgado. Actualmente, mais de cinco mil trabalhadores já estão envolvidos, sendo 80% moçambicanos. Estima-se a alocação de USD 2,5 mil milhões para aquisição de bens e serviços junto de empresas nacionais, promovendo transferência de competências e sustentabilidade do conteúdo local. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30417" class="elementor elementor-30417" data-elementor-post-type="post">
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				<div class="elementor-element elementor-element-0d3c5d1 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="0d3c5d1" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>A retoma do <strong>Projecto Mozambique LNG</strong>, na Área 1 da Bacia do Rovuma, está a impulsionar de forma concreta as <strong>cadeias de valor locais</strong> e a <strong>fortalecer as Pequenas e Médias Empresas (PME) moçambicanas</strong>, através da contratação de bens e serviços nacionais e da inclusão da mão-de-obra local.</p><p>Durante a fase de construção, o projecto prevê a contratação de cerca de <strong>17 mil trabalhadores</strong>, com prioridade para cidadãos moçambicanos, dos quais <strong>mais de 40% são naturais da província de Cabo Delgado</strong>.</p><blockquote><p>“Neste momento temos mais de cinco mil trabalhadores, dos quais cerca de 80 por cento são moçambicanos, e mais de 40 por cento são de Cabo Delgado”, afirmou o Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, durante a cerimónia oficial.</p></blockquote><p>Além disso, estima-se a alocação de cerca de <strong>2,5 mil milhões de dólares norte-americanos</strong> para a aquisição de bens e serviços junto de empresas moçambicanas, promovendo a <strong>transferência de competências</strong>, o <strong>fortalecimento das PME</strong> e a <strong>sustentabilidade do conteúdo local</strong>.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-9f9542e cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="9f9542e" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Estratégia estruturada de contratação nacional</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-c0dcd3b cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="c0dcd3b" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>O Governo propõe a definição, por Resolução do Conselho de Ministros, de um <strong>limiar mínimo entre 10% e 20% do CAPEX do projecto</strong> a ser contratado localmente, o que representa entre <strong>2 mil milhões e 5 mil milhões de dólares</strong> em oportunidades directas para empresas nacionais e legalmente registadas em Moçambique.</p><blockquote><p>“É crucial elaborar-se um modelo de desenvolvimento de conteúdo local focalizado na adição de valor em Moçambique, através da utilização de Capital Humano, Matéria Prima e Serviços Moçambicanos”, sublinhou o Chefe de Estado.</p></blockquote><p>Durante a fase offshore, o Governo propõe que as operações sejam realizadas através da <strong>Base Logística de Pemba</strong>, concessionada à Portos de Cabo Delgado (parceria entre os CFM e a ENH), assegurando o <strong>controlo da carga e da segurança por entidades nacionais</strong>.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Empresários chamados a apoiar resposta nacional às calamidades naturais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 17:46:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas e Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, apelou ao envolvimento activo do sector privado na resposta nacional às cheias e inundações que afectam várias regiões do país, defendendo a solidariedade empresarial não apenas como um gesto humanitário, mas como um investimento estratégico na estabilidade económica, na protecção do capital humano e na mitigação dos impactos das calamidades naturais.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30315" class="elementor elementor-30315" data-elementor-post-type="post">
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									<div><p>O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, apelou esta terça‑feira ao envolvimento activo do sector privado na resposta nacional às cheias e inundações que afectam várias regiões do país, defendendo a solidariedade empresarial não apenas como um gesto humanitário, mas como um investimento estratégico na estabilidade económica e social de Moçambique.</p><p>O apelo foi feito durante um encontro com representantes empresariais, no contexto do <em>Alerta Vermelho</em> decretado pelo Governo face às chuvas intensas que, desde Outubro de 2025, têm provocado perdas humanas, destruição de infra‑estruturas, interrupção de cadeias logísticas e prejuízos significativos à actividade produtiva, sobretudo nas regiões Centro e Sul.</p></div>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Cheias com impacto directo na economia
</h2>				</div>
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									<div><p>Para além da dimensão humanitária, o Chefe do Estado alertou para os efeitos estruturais das intempéries na economia nacional, destacando a interrupção de troços da Estrada Nacional Número Um (EN1), principal corredor de circulação de pessoas e mercadorias. A situação tem condicionado o abastecimento de bens essenciais, aumentado os custos de transporte e pressionado os preços, num contexto já marcado por desafios macroeconómicos.</p><p>Como medida de mitigação, o Governo activou pontes aéreas entre Maputo e Xai‑Xai, através do Aeroporto Internacional de Chongoene, bem como ligações para Inhambane e Vilankulo, com tarifas especiais. A solução, embora necessária no curto prazo, representa custos acrescidos para o Estado e evidencia a vulnerabilidade das infra‑estruturas críticas face a eventos climáticos extremos.</p></div>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Sector privado como parceiro do desenvolvimento
</h2>				</div>
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									<div><p>Na sua intervenção, Daniel Chapo defendeu que a resposta à actual crise exige uma actuação integrada entre o Estado, empresas e cidadãos, sublinhando que a protecção da vida humana é condição essencial para a preservação do capital humano e da capacidade produtiva do país.</p><p>“O que se perde em vidas, saúde e meios de subsistência traduz‑se, mais tarde, em perdas económicas difíceis de recuperar”, afirmou o Presidente, ao apelar para que as empresas contribuam não apenas com recursos financeiros, mas também com bens não perecíveis, medicamentos, água, vestuário e apoio logístico.</p><p>Este envolvimento, segundo analistas económicos, reforça o conceito de <strong>responsabilidade social empresarial</strong> como instrumento de desenvolvimento sustentável, num país altamente exposto aos riscos climáticos e onde as calamidades naturais continuam a representar um entrave recorrente ao crescimento económico inclusivo.</p></div>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Dados que revelam a dimensão do choque económico‑social
</h2>				</div>
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									<p>De acordo com dados preliminares apresentados pelo Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD), desde o início da actual época chuvosa foram afectadas <strong>645.781 pessoas, correspondentes a 122.863 famílias</strong>, tendo sido registados <strong>112 óbitos, 99 feridos e três desaparecidos</strong>.</p><p>As cheias provocaram ainda danos extensos em habitações, infra‑estruturas sociais e económicas, áreas agrícolas e meios de subsistência, comprometendo a produção rural e agravando a insegurança alimentar em várias comunidades. Actualmente, <strong>mais de 91 mil pessoas encontram‑se acolhidas em 68 centros</strong>, maioritariamente escolas, o que cria riscos sanitários e limita o normal funcionamento do sistema educativo.</p><p>Especialistas defendem que a mobilização do sector privado em momentos de crise deve ser acompanhada por uma reflexão estrutural sobre investimentos em infra‑estruturas resilientes, seguros agrícolas, cadeias de abastecimento adaptadas às mudanças climáticas e mecanismos de financiamento de risco.</p><p>Nesse sentido, a convocatória presidencial surge como um sinal político de que a resposta às calamidades naturais não deve ser vista apenas como uma emergência temporária, mas como parte integrante da agenda de desenvolvimento económico e de previsibilidade para o investimento privado.</p><p>Com a intensificação de fenómenos extremos, Moçambique enfrenta o desafio de transformar a solidariedade ocasional em <strong>parcerias económicas duradouras</strong>, capazes de fortalecer a resiliência nacional e reduzir os custos económicos das tragédias cíclicas.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>IPEME e confederação italiana assinam acordo para dinamizar PMEs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Dec 2025 08:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas e Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O IPEME e a Confederação Nacional do Artesanato e PMEs da Itália (CNA) assinaram uma Declaração de Interesse para reforçar a cooperação económica e criar oportunidades de capacitação, comércio e internacionalização das PMEs de ambos os países. O acordo, assinado durante a visita do Presidente Daniel Chapo à Itália, estabelece as bases para um futuro Memorando de Entendimento que definirá áreas estratégicas de actuação e programas de apoio técnico. A iniciativa alinha-se à visão do Governo de fortalecer o sector produtivo e dinamizar o crescimento económico inclusivo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="29840" class="elementor elementor-29840" data-elementor-post-type="post">
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									<p data-start="251" data-end="557">O Instituto para a Promoção das Pequenas e Médias Empresas (IPEME, IP) e a Confederação Nacional do Artesanato e Pequenas e Médias Empresas da Itália (CNA) assinaram uma Declaração de Interesse destinada a reforçar a cooperação económica e a criação de oportunidades para as PMEs de Moçambique e de Itália.</p><p data-start="559" data-end="836">O acordo foi formalizado à margem da visita oficial de Sua Excelência Daniel Francisco Chapo, Presidente da República, à Itália, inserindo-se no esforço de aprofundamento das relações económicas bilaterais e de promoção do sector privado como motor do crescimento e do emprego.</p><p data-start="838" data-end="1103">A Declaração de Interesse foi assinada pelo Director-Geral do IPEME, Féliz Pedro Malate, e pelo Chefe do Gabinete de Promoção e do Mercado Internacional da CNA, Antonio Franceschini, e estabelece as bases para uma colaboração estruturada entre as duas instituições.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-93676de cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="93676de" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Cooperação para capacitação, comércio e internacionalização</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-b785046 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="b785046" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p data-start="1173" data-end="1464">O entendimento prevê o desenvolvimento de iniciativas conjuntas orientadas para a capacitação das pequenas e médias empresas, a partilha de boas práticas, o estímulo ao comércio bilateral e o apoio à internacionalização das PMEs, com especial enfoque nos sectores produtivos e no artesanato.</p><p data-start="1466" data-end="1706">A assinatura da Declaração de Interesse abre caminho para a elaboração de um Memorando de Entendimento, que deverá definir áreas prioritárias de actuação, mecanismos de cooperação técnica e programas de apoio ao desenvolvimento empresarial.</p><p data-start="1770" data-end="1991">Para o IPEME, o acordo com a CNA representa uma oportunidade estratégica para reforçar a competitividade das PMEs moçambicanas, facilitar o acesso a novos mercados e promover parcerias empresariais com empresas italianas.</p><p data-start="1993" data-end="2284">A iniciativa enquadra-se na visão do Governo de apostar nas pequenas e médias empresas como pilar do crescimento económico inclusivo, da criação de emprego e da diversificação da economia nacional, através de parcerias internacionais orientadas para resultados concretos no sector produtivo.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Gorongosa aumentou produção de café para 450 toneladas em 2024</title>
		<link>https://verificamz.co.mz/gorongosa-duplica-producao-cafe-450-toneladas-2024/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 16:41:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas e Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produção de café na Gorongosa atingiu 450 toneladas em 2024, duplicando em relação ao ano anterior. O modelo de agricultura sustentável impulsiona reflorestamento, rendimento para mais de mil famílias e recuperação ecológica da serra, com expansão de 300 para 600 hectares prevista para 2025–2026.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="29348" class="elementor elementor-29348" data-elementor-post-type="post">
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									<p data-start="394" data-end="820">A Serra da Gorongosa, na província de Sofala, registou em 2024 um dos maiores avanços agrícolas do país, ao <strong data-start="502" data-end="558">duplicar a produção anual de café para 450 toneladas</strong>, segundo dados do Parque Nacional da Gorongosa (PNG). O crescimento resulta do modelo de agricultura sustentável aplicado há mais de uma década, que combina reflorestamento, conservação da biodiversidade e geração de rendimento para milhares de famílias rurais.</p><p data-start="822" data-end="1166">Dados do PNG indicam que a área actualmente ocupada pela cultura do café é de <strong data-start="900" data-end="916">300 hectares</strong>, com previsão de expansão para <strong data-start="948" data-end="964">600 hectares</strong> já na safra 2025–2026, impulsionada pela plantação de <strong data-start="1019" data-end="1041">2 milhões de mudas</strong>.<br data-start="1042" data-end="1045" />O sector registou um salto notável, passando de <strong data-start="1093" data-end="1119">250 para 450 toneladas</strong> entre 2023 e 2024, um aumento superior a 100%.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-93676de cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="93676de" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Agricultura sustentável protege rios e restaura ecossistemas</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-c4e20e0 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="c4e20e0" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p data-start="1233" data-end="1393">A introdução do cultivo de café na Serra da Gorongosa há mais de dez anos tem sido fundamental para reduzir o desmatamento e recuperar zonas sensíveis da serra.</p><blockquote data-start="1395" data-end="1512"><p data-start="1397" data-end="1512">“Alguns rios na Serra da Gorongosa já estavam a secar. Levamos os produtores ao terreno para verem essa realidade.”</p></blockquote><p data-start="1514" data-end="1713">A produção de café tornou-se uma alternativa económica ao corte de madeira, permitindo restaurar áreas degradadas e recuperar a cobertura vegetal que alimenta <strong data-start="1673" data-end="1692">mais de 20 rios</strong> que nascem na serra.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-5df1c86 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="5df1c86" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Comunidades trocam caça furtiva por agricultura sustentável
</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-ecd7212 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="ecd7212" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p data-start="1779" data-end="1964">Mais de <strong data-start="1787" data-end="1807">1.000 camponeses</strong> abandonaram práticas de caça furtiva e derrube de florestas para se dedicarem ao cultivo do café, hoje uma das principais fontes de rendimento das famílias.</p><p data-start="1966" data-end="1991">Um dos produtores contou:</p><blockquote data-start="1993" data-end="2131"><p data-start="1995" data-end="2131">“Antes não tinha casa. Quando entrei no projecto de café, comprei 50 chapas de zinco, construí três casas e comprei a minha motorizada.”</p></blockquote><p data-start="2133" data-end="2315">Por campanha, os produtores chegam a arrecadar <strong data-start="2180" data-end="2209">cerca de 400.000 meticais</strong> com a venda do café, o que tem transformado a economia local e reduzido práticas ambientais prejudiciais.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-75b2d91 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="75b2d91" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Crescente procura internacional e expansão da capacidade produtiva
</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-1567d85 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="1567d85" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p data-start="2388" data-end="2565">O café é processado na própria Gorongosa, numa unidade fabril local, e tem como principal destino os <strong data-start="2489" data-end="2518">Estados Unidos da América</strong>, actualmente o maior comprador desta produção.</p><p data-start="2567" data-end="2587">A procura é elevada:</p><blockquote data-start="2589" data-end="2637"><p data-start="2591" data-end="2637">“Todo o café já está nas mãos de compradores.”</p></blockquote><p data-start="2639" data-end="2836">Com a expansão para 600 hectares, a produção prevê atingir <strong data-start="2698" data-end="2727">entre 600 e 800 toneladas</strong> na próxima campanha, reforçando o papel da Gorongosa como referência nacional em café de origem sustentável.</p><p data-start="2885" data-end="2975">O PNG reforça que o cultivo sustentável integra o plano de restauração ecológica da serra:</p><blockquote data-start="2977" data-end="3057"><p data-start="2979" data-end="3057">“A nossa grande batalha na produção de café é restaurar a Serra da Gorongosa.”</p></blockquote><p data-start="3059" data-end="3277">O projecto avança com reflorestamento contínuo, melhoria das condições agroclimáticas e recuperação de bacias hidrográficas, enquanto gera rendimento estável e novas oportunidades económicas para as comunidades locais.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
		<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/gorongosa-duplica-producao-cafe-450-toneladas-2024/">Gorongosa aumentou produção de café para 450 toneladas em 2024</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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		<title>Empresários pedem continuidade do regime fiscal favorável à agricultura</title>
		<link>https://verificamz.co.mz/empresarios-pedem-prorrogacao-regime-fiscal-agricola-irpc/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 15:21:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas e Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sector da Agricultura propõe a prorrogação por dez anos do regime fiscal que reduz em 10% o IRPC aplicado à agricultura, aquacultura e transportes, cujo prazo termina a 31 de Dezembro. A proposta foi apresentada num encontro de harmonização de normas promovido pelo Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas (MAAP) e pelo sector privado, com o objectivo de melhorar o ambiente de negócios e garantir previsibilidade fiscal. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="29267" class="elementor elementor-29267" data-elementor-post-type="post">
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									<p data-start="330" data-end="766">O sector da Agricultura está a propor a prorrogação, por mais dez anos, do regime de redução do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRPC) em 10 por cento, medida actualmente aplicada também à aquacultura e aos transportes. O benefício fiscal, que termina no dia 31 de Dezembro deste ano, pretende ser estendido para consolidar o crescimento, atrair novos investimentos e assegurar a sustentabilidade da produção nacional.</p><p data-start="768" data-end="1142">A proposta foi apresentada durante um encontro de harmonização de normas e procedimentos destinado à criação de um ambiente mais favorável ao investimento e à dinamização do sector agrário. A reunião foi organizada pelo Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas (MAAP) em coordenação com o sector privado que actua na produção, comercialização e indústria agro-alimentar.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Governo quer um sector agrícola mais competitivo e coordenado</h2>				</div>
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									<p data-start="1214" data-end="1474">O Ministro da Agricultura, Ambiente e Pescas, Roberto Albino, afirmou que o Executivo está a trabalhar em novas reformas e que o sucesso das políticas agrárias depende de maior coordenação entre o pelouro que dirige e os ministérios da Economia e das Finanças.</p><blockquote data-start="1476" data-end="1666"><p data-start="1478" data-end="1666">“Queremos que o sector agrícola cresça com base em regras claras e harmonizadas, que facilitem a circulação de produtos e fortaleçam a confiança entre o Estado e os operadores económicos.”</p></blockquote><p data-start="1668" data-end="1870">Segundo o ministro, a criação de um quadro fiscal previsível e compatível com a realidade produtiva nacional é essencial para incentivar o investimento privado e impulsionar a competitividade do sector.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Empresários apontam constrangimentos e defendem continuidade do incentivo fiscal</h2>				</div>
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									<p data-start="1961" data-end="2356">Durante o encontro, que analisou questões relacionadas com o IRPC, as taxas de circulação de produtos agrícolas e o Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA), os empresários apresentaram diversos constrangimentos que continuam a afectar o sector. Entre os principais, destacaram a retenção na fonte, a exigência de documentação fiscal excessiva e o fim iminente do actual regime fiscal favorável.</p><p data-start="2358" data-end="2615">Os operadores económicos defenderam a prorrogação da redução de 10 por cento do IRPC até 2035, bem como a eliminação de taxas de circulação consideradas penalizadoras e a criação de um mecanismo nacional que garanta a livre circulação de produtos agrícolas.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Governo estuda criação de banco de desenvolvimento agrário</h2>				</div>
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									<p data-start="2684" data-end="2922">Os participantes propuseram ainda a criação de um banco de desenvolvimento agrário, concebido para alinhar com o quadro legal das isenções fiscais e apoiar directamente a redução dos custos de produção, estimulando o investimento privado.</p><p data-start="2924" data-end="3134">O Governo acolheu as recomendações apresentadas e comprometeu-se a continuar a trabalhar com o sector privado na definição de reformas que tornem o ambiente produtivo mais competitivo, previsível e sustentável.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Investimento de 35 milhões USD cria mais de 1.200 empregos em Sofala</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 14:04:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas e Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas Económicas]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma nova fábrica de processamento de gergelim em Sofala, construída com 35 milhões USD, vai gerar mais de 1.200 empregos entre postos directos e indirectos. A unidade, a maior do país no sector, aumenta a capacidade de transformação agrícola, reforça as exportações e cria novas oportunidades para produtores e cooperativas locais.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="29155" class="elementor elementor-29155" data-elementor-post-type="post">
				<div class="elementor-element elementor-element-69a9985 e-flex e-con-boxed cmsmasters-block-default e-con e-parent" data-id="69a9985" data-element_type="container" data-e-type="container" data-settings="{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}">
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									<p data-start="408" data-end="818">A província de Sofala registou um novo avanço no sector agro-industrial com a inauguração da <strong data-start="501" data-end="567">Fábrica de Descasque e Processamento de Gergelim de Nhamayabue</strong>, no distrito do Dondo. O projecto, financiado pelo <strong data-start="619" data-end="649">Grupo Robust International</strong>, de Singapura, representa um investimento de <strong data-start="695" data-end="737">35 milhões de dólares norte-americanos</strong> e coloca a região entre os principais centros de transformação agrícola do país.</p><p data-start="820" data-end="1021">Segundo dados apresentados na cerimónia, a unidade industrial deverá criar <strong data-start="895" data-end="920">218 empregos directos</strong> e cerca de <strong data-start="932" data-end="961">1.000 empregos indirectos</strong>, envolvendo produtores, cooperativas, serviços e logística.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-93676de cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="93676de" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Maior fábrica de processamento de gergelim do país</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-9c204b2 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="9c204b2" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p data-start="1087" data-end="1213">A nova infraestrutura é actualmente a maior e mais moderna fábrica de gergelim de Moçambique. Entre as suas capacidades estão:</p><ul data-start="1215" data-end="1477"><li data-start="1215" data-end="1286"><p data-start="1217" data-end="1286">descasque e processamento para mercados regionais e internacionais;</p></li><li data-start="1287" data-end="1322"><p data-start="1289" data-end="1322">redução de perdas pós-colheita;</p></li><li data-start="1323" data-end="1370"><p data-start="1325" data-end="1370">melhoria da qualidade do produto exportado;</p></li><li data-start="1371" data-end="1425"><p data-start="1373" data-end="1425">aumento do valor acrescentado na cadeia produtiva;</p></li><li data-start="1426" data-end="1477"><p data-start="1428" data-end="1477">integração de pequenos produtores e cooperativas.</p></li></ul><p data-start="1479" data-end="1684">A unidade contribui para os objectivos nacionais de <strong data-start="1531" data-end="1551">industrialização</strong> e reforço da <strong data-start="1565" data-end="1593">competitividade agrícola</strong>, alinhando-se com iniciativas como o Programa Nacional Industrializar Moçambique (PRONAI).</p><hr data-start="1686" data-end="1689" /><h2 data-start="1691" data-end="1756"> </h2>								</div>
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				<div class="elementor-element elementor-element-60ac82b cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="60ac82b" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Transformação que envolve produção, indústria e exportação</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-0adb11e cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="0adb11e" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p data-start="1758" data-end="2016">Com a entrada em funcionamento da fábrica, Sofala deixa de depender apenas da produção primária de gergelim e passa a integrar fases de transformação e exportação, ampliando oportunidades para agricultores familiares, jovens produtores e cooperativas locais.</p><p data-start="2018" data-end="2233">A expansão da capacidade industrial permite que mais rendimento permaneça no país, criando condições para uma economia agrícola mais diversificada e menos vulnerável às oscilações de preços no mercado internacional.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-cda198b cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="cda198b" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Impacto económico e social imediato</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-ddb4ce3 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="ddb4ce3" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p data-start="2284" data-end="2360">A operação da nova fábrica deverá gerar vários efeitos positivos, incluindo:</p><ul data-start="2362" data-end="2623"><li data-start="2362" data-end="2408"><p data-start="2364" data-end="2408">criação de empregos directos e indirectos;</p></li><li data-start="2409" data-end="2466"><p data-start="2411" data-end="2466">aumento da renda das famílias produtoras de gergelim;</p></li><li data-start="2467" data-end="2525"><p data-start="2469" data-end="2525">estímulo à formalização de associações e cooperativas;</p></li><li data-start="2526" data-end="2573"><p data-start="2528" data-end="2573">reforço da cadeia de valor agro-industrial;</p></li><li data-start="2574" data-end="2623"><p data-start="2576" data-end="2623">maior entrada de divisas através da exportação.</p></li></ul><p data-start="2625" data-end="2841">Com capacidade de processamento para responder à procura dos mercados da Ásia, Europa e Médio Oriente, Moçambique poderá reforçar a sua posição entre os principais produtores e exportadores de gergelim do continente.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Sofala reforça o seu papel na agro-indústria nacional</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-cac425b cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="cac425b" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p data-start="2910" data-end="3241">Associada ao arranque da Campanha Agrária 2025/2026, a inauguração da fábrica evidencia a prioridade nacional de transformar recursos agrícolas em produtos de maior valor económico. O objectivo é claro: <strong data-start="3113" data-end="3149">produzir, transformar e exportar</strong>, garantindo que o benefício final se traduz em emprego, rendimento e desenvolvimento local.</p><hr data-start="3243" data-end="3246" /><p data-start="3248" data-end="3438" data-is-last-node="" data-is-only-node=""> </p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<item>
		<title>Governo apresenta plano de 2,7 mil milhões USD para acelerar a recuperação e o crescimento económico</title>
		<link>https://verificamz.co.mz/plano-recuperacao-crescimento-economico-mocambique-2750-mil-milhoes-usd/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 13:05:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas e Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas Económicas]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Presidente da República, Daniel Chapo, anunciou que mais de 40 milhões USD, cerca de 2,1 mil milhões de meticais já estão disponíveis nas instituições bancárias nacionais para apoiar micro, pequenas e médias empresas através do Fundo de Garantia Mutuária (FGM).<br />
O Chefe de Estado sublinhou, durante a abertura da XX Conferência Anual do Sector Privado, que o nível de utilização do fundo permanece baixo, apelando às empresas para recorrerem ao mecanismo. O Governo pretende alcançar 120 milhões USD em garantias activas, reforçando o financiamento produtivo e o investimento privado.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="29148" class="elementor elementor-29148" data-elementor-post-type="post">
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					<div class="e-con-inner">
				<div class="elementor-element elementor-element-0d3c5d1 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="0d3c5d1" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p data-start="411" data-end="733">O Governo apresentou um novo pacote económico avaliado em <strong data-start="469" data-end="517">2,75 mil milhões de dólares norte-americanos</strong>, destinado a reforçar a recuperação do país e criar condições para um ciclo de crescimento mais robusto. O anúncio foi feito na abertura da XX Conferência Anual do Sector Privado (CASP), a 12 de Novembro, em Maputo.</p>
<p data-start="735" data-end="961">O <strong data-start="737" data-end="793">Plano de Recuperação e Crescimento Económico (PRECE)</strong> reúne um conjunto de medidas que procuram dinamizar o investimento, melhorar o ambiente de negócios e fortalecer a capacidade produtiva das pequenas e médias empresas.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-93676de cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="93676de" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Reformas orientadas para competitividade</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-9c204b2 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="9c204b2" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p data-start="1017" data-end="1213">Segundo o Chefe de Estado, as reformas em curso procuram diminuir custos operacionais, facilitar o acesso ao financiamento e acelerar processos que influenciam directamente o desempenho económico.</p>
<p data-start="1215" data-end="1255">Entre as principais medidas destacam-se:</p>
<ul data-start="1257" data-end="1591">
<li data-start="1257" data-end="1283">
<p data-start="1259" data-end="1283">revisão da Lei do IVA;</p>
</li>
<li data-start="1284" data-end="1341">
<p data-start="1286" data-end="1341">ajustamentos no horário de funcionamento do comércio;</p>
</li>
<li data-start="1342" data-end="1394">
<p data-start="1344" data-end="1394">operacionalização do Fundo de Garantia Mutuária;</p>
</li>
<li data-start="1395" data-end="1441">
<p data-start="1397" data-end="1441">criação do Fundo de Recuperação Económica;</p>
</li>
<li data-start="1442" data-end="1508">
<p data-start="1444" data-end="1508">lançamento do Fundo de Desenvolvimento Económico Local (FDEL);</p>
</li>
<li data-start="1509" data-end="1591">
<p data-start="1511" data-end="1591">abertura de uma linha de financiamento agro-industrial de 45,5 milhões de euros.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1593" data-end="1709">Estas iniciativas, de acordo com o Governo, estão alinhadas com as metas definidas no Programa Quinquenal 2025–2029.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-60ac82b cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="60ac82b" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Apoio directo às PME: 800 milhões USD</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-0adb11e cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="0adb11e" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p data-start="1762" data-end="2061">O PRECE integra <strong data-start="1778" data-end="1804">800 milhões de dólares</strong> orientados para apoio directo ao sector produtivo, especialmente às micro, pequenas e médias empresas. O objectivo é expandir linhas de crédito, reduzir barreiras de acesso ao financiamento e estimular a criação de emprego em cadeias de valor estratégicas.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-cda198b cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="cda198b" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Garantias para facilitar crédito</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-ddb4ce3 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="ddb4ce3" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p data-start="2109" data-end="2404">O Fundo de Garantia Mutuária, já disponível nas instituições bancárias, foi criado para apoiar empresas que não dispõem de garantias reais suficientes. O Governo pretende que o mecanismo alcance <strong data-start="2304" data-end="2330">120 milhões de dólares</strong> em garantias, aumentando a capacidade de financiamento do sector privado.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-261c9cc cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="261c9cc" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Infra-estruturas e ligações regionais</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-cac425b cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="cac425b" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p data-start="2457" data-end="2644">O plano económico também abrange investimentos em corredores logísticos, fronteiras e estradas com impacto directo no comércio e na circulação regional. Entre os projectos em curso estão:</p>
<ul data-start="2646" data-end="2852">
<li data-start="2646" data-end="2693">
<p data-start="2648" data-end="2693">ampliação da estrada Maputo–Ressano Garcia;</p>
</li>
<li data-start="2694" data-end="2759">
<p data-start="2696" data-end="2759">implementação de uma fronteira de paragem única digitalizada;</p>
</li>
<li data-start="2760" data-end="2852">
<p data-start="2762" data-end="2852">reabilitação de vários troços da EN1, incluindo Save, Inchope, Gorongosa, Rio e Nicoadala.</p>
</li>
</ul>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Energia: projectos no Rovuma podem mobilizar 50 mil milhões USD</h2>				</div>
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									<p data-start="2931" data-end="3155">O Governo informou que estão em fase final as negociações para retomar os grandes projectos de gás na Bacia do Rovuma. Em conjunto, quatro iniciativas podem representar <strong data-start="3100" data-end="3138">cerca de 50 mil milhões de dólares</strong> em investimento.</p>
<p data-start="3157" data-end="3298">A expectativa inclui o regresso das operações da TotalEnergies e uma possível decisão final de investimento da ExxonMobil até meados de 2026.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Sector privado como parceiro estratégico</h2>				</div>
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									<p data-start="3354" data-end="3602">O Executivo reforçou que a recuperação económica depende da cooperação entre o Estado e as empresas. Com a institucionalização do <strong data-start="3484" data-end="3530">Observatório do Ambiente de Negócios (OAN)</strong>, será feita monitoria contínua das reformas e dos resultados esperados.</p>
<p data-start="3604" data-end="3782">O Governo afirma que a prioridade agora é a <strong data-start="3648" data-end="3660">execução</strong> das medidas e a criação de condições que favoreçam confiança, previsibilidade e expansão da actividade económica no país.</p>								</div>
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