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	<title>Arquivo de Moçambique no Mundo - Verifica MZ</title>
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	<description>O olhar económico e institucional sobre o futuro de Moçambique.</description>
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	<title>Arquivo de Moçambique no Mundo - Verifica MZ</title>
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		<title>Moçambique e Alemanha apostam em cadeias de valor globais para pequenas e médias empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 20:07:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique no Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Moçambique e Alemanha aprofundaram a cooperação económica com enfoque na integração das micro, pequenas e médias empresas (MPME’s) em cadeias de valor globais. O entendimento foi formalizado através de uma Declaração de Intenções entre o IPEME e a BVMW, estabelecendo prioridades como capacitação, inovação, digitalização e internacionalização. A parceria prevê missões empresariais, fóruns económicos e partilha de boas práticas, com vista a promover investimentos e reforçar a competitividade. O acordo constitui base para um futuro Memorando de Entendimento mais abrangente, colocando as MPME’s no centro da industrialização e criação de emprego em Moçambique.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="31018" class="elementor elementor-31018" data-elementor-post-type="post">
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									<p>Moçambique e a Alemanha reforçaram a cooperação económica com enfoque na integração das micro, pequenas e médias empresas (MPME’s) em cadeias de valor globais, no quadro de uma parceria orientada para o crescimento empresarial e o aumento da competitividade.</p><p>O entendimento foi alcançado à margem da Conferência das Pequenas e Médias Empresas alemãs, através de uma Declaração de Intenções assinada entre o Instituto para a Promoção das Pequenas e Médias Empresas (IPEME, IP) e a Bundesverband der deutschen Industrie- und Handelskammern – Mittelstand (BVMW).</p><p>O documento foi subscrito pelo Director-Geral do IPEME, Féliz Malate, e pelo Director Federal de Política Internacional e Comércio Externo da BVMW, Andreas Jahn, estabelecendo um quadro de cooperação centrado na capacitação, inovação, digitalização e internacionalização das MPME’s.</p><p>As duas instituições pretendem criar mecanismos de aproximação entre empresários moçambicanos e alemães, com vista à promoção de investimentos e ao reforço da competitividade do sector privado.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Integração em cadeias de valor globais ganha destaque</h2>				</div>
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									<p>O acordo prevê a partilha de conhecimento e boas práticas, a realização de missões empresariais e a organização de fóruns económicos, com enfoque na criação de oportunidades de negócio entre os dois países.</p><p>Um dos principais objectivos é a inserção das MPME’s moçambicanas em cadeias de valor internacionais, permitindo maior acesso a mercados e dinamização da produção nacional.</p><p>A iniciativa abre caminho para a futura formalização de um Memorando de Entendimento mais abrangente, com vista a consolidar uma agenda estruturada de cooperação económica.</p><p>A parceria é vista como um passo estratégico no reforço das relações económicas entre Moçambique e Alemanha, colocando as MPME’s no centro da industrialização, da criação de emprego e da transformação económica do país.</p>								</div>
					</div>
				</div>
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		<title>Moçambique intensifica contactos com investidores para captar financiamento externo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 15:38:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique no Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo de Moçambique está a reforçar a diplomacia económica para captar financiamento externo, apostando na diversificação das fontes de desenvolvimento. O Ministro da Economia, Basílio Muhate, reuniu se em Maputo com representantes da Philip Morris International, no âmbito da preparação da Conferência Internacional de Investimentos. O evento pretende posicionar Moçambique como destino competitivo para capital estrangeiro, promovendo oportunidades de negócio e confiança dos investidores. A iniciativa conta com articulação da diplomacia económica, envolvendo o Embaixador Geraldo Saranga e a Conselheira Económica Sheila Santana Afonso.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30993" class="elementor elementor-30993" data-elementor-post-type="post">
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									<p>O Governo de Moçambique está a reforçar a sua estratégia de diplomacia económica com vista à captação de investimento estrangeiro, num contexto de aposta na diversificação das fontes de financiamento para o desenvolvimento.</p><p>O Ministro da Economia, Basílio Muhate, manteve esta terça-feira, em Maputo, um encontro de trabalho com representantes da Philip Morris International (PMI), no âmbito da preparação da Conferência Internacional de Investimentos.</p><p>A iniciativa pretende posicionar Moçambique como destino competitivo para o investimento externo, promovendo oportunidades de negócio e reforçando a confiança dos investidores internacionais na economia nacional.</p><p style="padding-left: 40px;">“O evento visa promover oportunidades de negócio e reforçar a atracção de investimento estrangeiro para o desenvolvimento económico do país.”</p><p>A conferência será realizada em Moçambique e deverá reunir parceiros internacionais, sector privado e instituições financeiras, com foco na identificação de áreas estratégicas para investimento.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Diplomacia económica reforça articulação internacional</h2>				</div>
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									<p>O encontro contou ainda com a participação virtual do Embaixador e Representante Permanente de Moçambique junto das Nações Unidas, em Genebra, Geraldo Saranga, e da Conselheira Económica Sheila Santana Afonso, reforçando a coordenação entre a diplomacia económica e a política de atração de investimentos.</p><p>O Executivo destaca que estes contactos fazem parte de uma agenda mais ampla de promoção do investimento externo, essencial para o financiamento de projectos estruturantes e para o crescimento sustentável da economia nacional.</p>								</div>
					</div>
				</div>
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		<title>Brasil autoriza reestruturação de dívida de Moçambique no valor de 143 milhões de dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 15:12:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique no Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado do Brasil autorizou a reestruturação da dívida de Moçambique, avaliada em 143 milhões de dólares. O acordo prevê pagamento inicial de 6,7 milhões em 60 dias e dez prestações semestrais de 13,6 milhões, com taxa de juro anual de 3,6%. A dívida resulta de créditos remanescentes de 2004 e do financiamento para o Aeroporto de Nacala. A medida reforça a confiança internacional, alivia a pressão sobre as finanças públicas e fortalece a cooperação bilateral, permitindo canalizar recursos para sectores prioritários como saúde, agricultura e transformação digital.</p>
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									<p>O Senado do Congresso Nacional do Brasil autorizou, esta terça-feira, a reestruturação da dívida de Moçambique junto ao Estado brasileiro, avaliada em 143 milhões de dólares norte-americanos, num passo considerado determinante para o alívio da pressão financeira externa sobre as contas públicas moçambicanas.</p><p>De acordo com um comunicado do Ministério das Finanças, o entendimento alcançado prevê o pagamento de uma parcela inicial no prazo de 60 dias após a assinatura formal do acordo, sendo o valor remanescente liquidado em dez prestações semestrais, sujeitas a uma taxa de juro anual fixa de cerca de 3,6 por cento.</p><p>O reescalonamento da dívida permitirá ao país cumprir as suas obrigações financeiras em condições mais favoráveis, ajustadas à sua capacidade económica actual, criando maior margem para a gestão das finanças públicas.</p><p>Segundo informações da Agência Senado, a dívida resulta de duas operações distintas, nomeadamente créditos remanescentes de um acordo de reestruturação firmado em 2004 entre os dois países, bem como financiamento concedido para a construção do Aeroporto Internacional de Nacala.</p><p style="padding-left: 40px;">“A dívida de Moçambique com o Brasil é composta por valores em atraso de duas operações.”</p><p>O documento aprovado estabelece ainda que a primeira prestação, no valor de 6,7 milhões de dólares, deverá ser paga até 60 dias após a assinatura do acordo, seguindo-se dez parcelas semestrais de aproximadamente 13,6 milhões de dólares.</p><p style="padding-left: 40px;">“Pelo projecto, a primeira parcela, de US$ 6,7 milhões, deverá ser paga após 60 dias da assinatura do acordo. Haverá, depois, dez parcelas semestrais de US$ 13,6 milhões.”</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Contexto internacional e impacto económico</h2>				</div>
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									<p>O processo de reestruturação enquadra-se nos esforços internacionais de apoio a países em desenvolvimento, particularmente no âmbito de iniciativas multilaterais que visam garantir a sustentabilidade da dívida pública.</p><p style="padding-left: 40px;">“Por conta da crise económica provocada pela pandemia da covid-19, diversos países, em acordo multilateral, suspenderam o pagamento das dívidas.”</p><p>As autoridades moçambicanas consideram que esta decisão reforça a confiança dos parceiros internacionais e contribui para a estabilidade macroeconómica do país, num contexto ainda marcado por desafios globais.</p><p>A aprovação do acordo pelo Senado brasileiro é igualmente vista como um sinal de fortalecimento das relações económicas e diplomáticas entre Moçambique e o Brasil, consolidando laços históricos de cooperação.</p><p>O Ministério das Finanças sublinha que o alívio financeiro decorrente desta reestruturação permitirá ao país direccionar mais recursos para sectores prioritários, promovendo o desenvolvimento económico e social sustentável.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
		<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/mocambique-brasil-reestruturacao-divida-143-milhoes/">Brasil autoriza reestruturação de dívida de Moçambique no valor de 143 milhões de dólares</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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		<title>Moçambique liquida 724 milhões de dólares e sai da lista de devedores do FMI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 20:26:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique no Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Moçambique liquidou integralmente a sua dívida com o Fundo Monetário Internacional, num total de 514,04 milhões de SDRs (724,7 milhões de dólares), tornando-se o único país sem obrigações financeiras junto da instituição. O pagamento, realizado em março de 2026, demonstra disciplina fiscal e compromisso com a estabilidade macroeconómica. Especialistas destacam que a decisão fortalece a credibilidade internacional do país e abre caminho para negociações futuras em condições mais favoráveis. O feito histórico diferencia Moçambique de mais de 80 países devedores, reforçando a confiança de investidores e doadores.</p>
<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/mocambique-liquida-divida-fmi-credibilidade-internacional/">Moçambique liquida 724 milhões de dólares e sai da lista de devedores do FMI</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30919" class="elementor elementor-30919" data-elementor-post-type="post">
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									<p>Moçambique alcançou um marco histórico na sua trajectória económica: até ao dia 30 de Março, o país liquidou integralmente a dívida que mantinha com o Fundo Monetário Internacional (FMI), totalizando <strong>514,04 milhões de Direitos Especiais de Saque (SDRs)</strong>, equivalentes a cerca de <strong>724,7 milhões de dólares americanos</strong>, considerando a taxa de câmbio de 1 SDR = 1,41 USD em 31 de Março de 2026.</p><p>Com este pagamento, Moçambique torna-se o único país entre mais de <strong>80 nações devedoras</strong> a zerar totalmente a sua posição junto do FMI, saindo da lista de devedores e reforçando a credibilidade do país no cenário financeiro internacional.</p><p>Segundo o economista <strong>Roberto Julio Tibana</strong>, a quitação integral representa um acto de grande relevância estratégica:</p><p style="padding-left: 40px;">“Durante Março, o país liquidou toda a dívida numa única tranche. Este gesto não era obrigatório: o calendário de pagamentos previsto pelo FMI para os próximos cinco anos incluía parcelas anuais de 93,7 a 134,4 milhões de dólares, com juros relativamente baixos. Optar por pagar tudo de imediato demonstra disciplina, compromisso e capacidade de gestão financeira, situando Moçambique como exemplo para países de baixa renda<em>.”</em></p><p>Este acto mostra que o país conseguiu equilibrar responsabilidades externas sem comprometer a sua estabilidade macroeconómica, fortalecendo a confiança de investidores internacionais e de doadores em Moçambique.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-bebc814 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="bebc814" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Impactos económicos e oportunidades futuras</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-bb0fbda cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="bb0fbda" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>A liquidação total da dívida ao FMI tem implicações económicas significativas:</p><ul><li><strong>Redução de encargos financeiros futuros:</strong> Moçambique elimina todos os pagamentos de juros e amortizações previstos até 2030, libertando recursos para investimentos estratégicos em infraestruturas, educação e saúde.</li><li><strong>Aumento da credibilidade internacional:</strong> Ao sair da lista de devedores, o país melhora a sua classificação junto de agências de risco e instituições financeiras internacionais, podendo obter linhas de crédito futuras em condições mais favoráveis.</li><li><strong>Exemplo de disciplina fiscal:</strong> Em contraste com países de maior peso económico, como Argentina (41,7 mil milhões de dólares de dívida) ou Ucrânia (10,9 mil milhões), Moçambique demonstra que é possível honrar compromissos internacionais mesmo sendo um país de baixa renda.</li></ul>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-d9c4b67 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="d9c4b67" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Contexto internacional</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-64ec523 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="64ec523" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>Em Março de 2026, o FMI desembolsou cerca de <strong>1,17 mil milhões de dólares</strong> a diferentes países, com destaque para a Ucrânia, que recebeu mais de 1,1 mil milhões. Por outro lado, os reembolsos globais somaram 1,22 mil milhões, resultando numa ligeira redução do crédito total pendente da instituição. Enquanto alguns países ampliaram os seus saldos devedores, Moçambique seguiu numa trajectória oposta, optando por eliminar totalmente a sua dívida.</p><p>Esta decisão estratégica demonstra que a gestão financeira prudente e a disciplina na política fiscal podem gerar benefícios concretos para a economia nacional e para a reputação internacional do país.</p><p><strong>Fonte:</strong> Fundo Monetário Internacional &#8211; <a href="https://www.imf.org/external/np/fin/tad/balmov2.aspx?type=TOTAL">https://www.imf.org/external/np/fin/tad/balmov2.aspx?type=TOTAL</a></p><p> </p><p> </p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
		<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/mocambique-liquida-divida-fmi-credibilidade-internacional/">Moçambique liquida 724 milhões de dólares e sai da lista de devedores do FMI</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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		<title>Moçambique acelera reformas para recuperar estabilidade e atrair investimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 15:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique no Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Moçambique está a implementar reformas estruturais para recuperar estabilidade económica e reforçar a confiança dos investidores. Uma missão da SADC encontra-se em Maputo para avaliar o desempenho económico e institucional do país, no âmbito do mecanismo de revisão entre Estados-membros. O Secretário de Estado do Tesouro, Amílcar Tivane, destacou que as reformas visam fortalecer finanças públicas, melhorar o ambiente de negócios e impulsionar crescimento sustentável. A avaliação, conduzida pelo Reino do Lesoto, promove transparência e integração regional, consolidando Moçambique como destino atractivo para investimento.</p>
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									<p>Moçambique está a implementar reformas estruturais com vista a recuperar a estabilidade económica e reforçar a confiança dos investidores, num contexto de avaliação regional conduzida pela Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).</p><p>Uma missão de Avaliação pelos Pares da SADC encontra-se em Maputo para analisar o desempenho económico do país e o nível de implementação das recomendações deixadas na última avaliação realizada em 2022.</p><p>O exercício insere-se no mecanismo regional de revisão entre Estados-membros, no qual um país avalia o outro. Nesta segunda ronda, Moçambique está a ser avaliado pelo Reino do Lesoto.</p><p>A missão envolve técnicos e especialistas de diferentes sectores da Administração Pública, que participam em sessões de análise e partilha de experiências sobre o desempenho económico e institucional do país.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Governo aposta em reformas estruturais</h2>				</div>
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									<p>Na sessão de abertura, o Secretário de Estado do Tesouro e Orçamento, Amílcar Tivane, destacou que o país atravessa uma fase decisiva de reposicionamento económico, após enfrentar choques internos e externos.</p><p style="padding-left: 40px;">“Estamos a avançar com reformas estruturais profundas, orientadas para restaurar a estabilidade macroeconómica, reforçar a confiança dos mercados e criar um ambiente mais previsível e atractivo para o investimento.”</p><p>Segundo o governante, as reformas em curso visam fortalecer as finanças públicas, melhorar o ambiente de negócios e impulsionar o crescimento sustentável.</p><p>Por sua vez, a chefe da missão, Serite Keta, explicou que a avaliação constitui um instrumento de cooperação regional que permite medir o desempenho macroeconómico e político dos países membros.</p><p style="padding-left: 40px;">“Esta visita técnica é um mecanismo de cooperação regional onde um país é seleccionado para avaliar o desempenho macroeconómico e político de outros membros.”</p><p>A responsável sublinhou ainda que este tipo de avaliação promove maior transparência, partilha de boas práticas e reforço da integração regional.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Confiança e investimento no centro das prioridades</h2>				</div>
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									<p>Com esta avaliação, Moçambique procura consolidar a credibilidade das suas políticas económicas e reforçar o seu posicionamento como destino atractivo e seguro para o investimento na região.</p><p>O Governo acredita que a implementação consistente das reformas poderá contribuir para uma economia mais estável, resiliente e capaz de responder aos desafios do desenvolvimento.</p>								</div>
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		<title>Moçambique e Brasil assinam acordo para reforçar gestão económica e finanças públicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 15:08:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique no Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Ministra das Finanças, Carla Loveira, assinou em Brasília um memorando de entendimento com o Brasil para reforçar a cooperação em finanças públicas, gestão da dívida e financiamento ao desenvolvimento. O acordo formaliza uma parceria baseada em laços históricos e na cooperação Sul-Sul, com impacto directo na modernização institucional e na eficiência financeira. A iniciativa dá continuidade aos compromissos assumidos durante a visita oficial de Daniel Chapo e Lula da Silva em 2025, consolidando a parceria estratégica entre os dois países e promovendo desenvolvimento sustentável e bem-estar das populações.</p>
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									<p>A Ministra das Finanças, Carla Loveira, assinou, em Brasília, um memorando de entendimento com o Secretário para Assuntos Internacionais do Brasil, Mathias Alencastro, com vista ao reforço da cooperação nas áreas de finanças públicas, gestão da dívida e financiamento ao desenvolvimento.</p><p>O acordo, rubricado na segunda-feira, 16 de Março, insere-se na estratégia de fortalecimento das capacidades institucionais de Moçambique e de aprofundamento das relações económicas com parceiros estratégicos.</p><p>Na ocasião, Carla Loveira destacou que o entendimento formaliza uma parceria sustentada em valores e interesses comuns entre os dois países.</p><p style="padding-left: 40px;">“O memorando de entendimento ora assinado é a expressão formal de uma parceria que se alicerça numa história partilhada, numa língua comum e num compromisso genuíno com o desenvolvimento sustentável dos nossos povos.”</p><p>A governante sublinhou ainda o papel da cooperação Sul-Sul como instrumento prático para impulsionar o crescimento económico e a partilha de conhecimento.</p><p style="padding-left: 40px;">“Vir a Brasília, a este magnífico país irmão, encoraja-nos a acreditar que a cooperação Sul-Sul não é apenas um conceito académico, é uma realidade que tem consequências práticas e transformadoras para as nossas nações.”</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Reforço da gestão económica</h2>				</div>
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									<p>Segundo a Ministra das Finanças, o memorando abre caminho para uma nova fase de cooperação técnica, com impacto directo na gestão das finanças públicas e no desenvolvimento económico.</p><p>O acordo prevê o intercâmbio de experiências e boas práticas, visando melhorar a gestão da dívida, fortalecer os mecanismos de financiamento e aumentar a eficiência das instituições públicas.</p><p>A assinatura do memorando surge na sequência do reforço das relações entre Moçambique e o Brasil, impulsionado por contactos ao mais alto nível.</p><p>A governante destacou que o entendimento dá continuidade aos compromissos assumidos durante a visita oficial do Presidente da República, Daniel Chapo, e do Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, realizada em Novembro de 2025, marcada pela vontade de aprofundar a cooperação bilateral.</p><p>Com este passo, os dois países reforçam a parceria estratégica, apostando numa gestão económica mais eficiente e sustentável, com benefícios directos para o desenvolvimento e o bem-estar das suas populações.</p>								</div>
					</div>
				</div>
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		<title>Projecto LNG de 20 mil milhões ganha novo impulso após reunião entre Chapo e TotalEnergies em Bruxelas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 14:57:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique no Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Presidente da República, Daniel Chapo, reuniu-se em Bruxelas com Patrick Pouyanné, da TotalEnergies, para avaliar o progresso do projecto Mozambique LNG, avaliado em 20 mil milhões de dólares. Suspenso em 2021 devido ao terrorismo em Cabo Delgado, o projecto retomou em Janeiro de 2026 e ganha novo impulso com garantias de continuidade. A multinacional francesa considera favorável a situação de segurança e reafirma compromisso com o investimento. O LNG é visto como estruturante para a economia, com potencial de gerar empregos, aumentar exportações e consolidar Moçambique como actor energético global.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30782" class="elementor elementor-30782" data-elementor-post-type="post">
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									<p>O Presidente da República, Daniel Chapo, reuniu-se em Bruxelas com o Presidente da TotalEnergies, Patrick Pouyanné, para avaliar o progresso do projecto Mozambique LNG, avaliado em cerca de 20 mil milhões de dólares, numa altura em que o empreendimento volta a ganhar dinamismo após a retoma das actividades.</p><p>O encontro surge no contexto da visita de trabalho do Chefe do Estado à Europa e reforça o alinhamento entre o Governo moçambicano e a multinacional francesa em torno de um dos maiores investimentos energéticos da África Austral.</p><p>Durante a reunião, foi destacada a melhoria da situação de segurança em Cabo Delgado, condição considerada essencial para o avanço contínuo do projecto.</p><p style="padding-left: 40px;">“A situação de segurança está boa actualmente. Vamos continuar a trabalhar.”</p><p>O projecto esteve suspenso desde 2021, na sequência da instabilidade provocada pelo terrorismo no norte do país, tendo sido retomado em Janeiro de 2026, com o reinício das operações onshore e offshore.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Compromisso com a continuidade do projecto</h2>				</div>
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									<p>Patrick Pouyanné reiterou o compromisso da TotalEnergies com a concretização do projecto, afastando qualquer cenário de nova paralisação.</p><p style="padding-left: 40px;">“Não irá parar, certamente. Estamos aqui para torná-lo realidade, não só para Moçambique, mas também para a Europa e para o mundo.”</p><p>O responsável sublinhou ainda a importância do diálogo contínuo com o Governo moçambicano para garantir o sucesso da iniciativa.</p><p>O líder da TotalEnergies destacou que o encontro com Daniel Chapo permitiu rever o progresso do projecto e reforçar a cooperação institucional, considerada fundamental para um investimento desta dimensão.</p><p style="padding-left: 40px;">“É muito importante manter uma boa relação entre o Presidente de Moçambique e eu, porque é um projecto de grande dimensão, avaliado em 20 mil milhões de dólares.”</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Impacto económico e social</h2>				</div>
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									<p>O Mozambique LNG é apontado como um dos principais motores de crescimento económico do país, com potencial para gerar milhares de empregos e impulsionar o desenvolvimento das regiões costeiras, sobretudo na província de Cabo Delgado.</p><p>A continuidade do projecto reforça as perspectivas de Moçambique consolidar a sua posição no mercado global de gás natural liquefeito, contribuindo para a diversificação da economia e aumento das receitas nacionais.</p><p> </p><p> </p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Moçambique abre portas ao investimento energético global e acelera crescimento económico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 12:50:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique no Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Moçambique reforça a sua posição como destino estratégico para o investimento energético global, segundo Daniel Chapo, durante fórum empresarial em Bruxelas. O país aposta em gás natural, hidroelectricidade, energia solar e eólica, consolidando exportações regionais e presença no mercado internacional de gás natural. O Governo implementa reformas estruturais para atrair capital privado e modernizar o sector eléctrico. A estratégia prevê acesso universal à energia até 2030 e aposta em projectos como Temane e Mphanda Nkuwa. O objectivo é transformar o potencial energético em crescimento económico sustentável e industrialização.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30769" class="elementor elementor-30769" data-elementor-post-type="post">
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									<p>Moçambique está a reforçar a sua posição como destino estratégico para o investimento internacional no sector energético, num momento em que o país aposta na valorização dos seus recursos naturais para impulsionar o crescimento económico e a transformação estrutural.</p><p>A mensagem foi avançada pelo Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, durante a abertura de um fórum empresarial em Bruxelas, onde destacou que o país atravessa uma fase decisiva do seu desenvolvimento, marcada pela combinação entre potencial energético e reformas económicas em curso.</p><p>Moçambique dispõe de um vasto leque de recursos energéticos, incluindo gás natural, hidroelectricidade, energia solar e eólica, factores que colocam o país entre os mais promissores do continente africano no domínio da energia.</p><p style="padding-left: 40px;">“Somos um país dotado de abundantes recursos energéticos e um dos maiores potenciais energéticos do mundo.”</p><p>Este potencial já se reflecte na economia, com o país a exportar energia eléctrica para a região e a consolidar a sua presença no mercado internacional de gás natural, contribuindo para a geração de receitas e para o fortalecimento da balança energética.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Investimento e reformas estruturais</h2>				</div>
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									<p>O Governo está a implementar reformas com o objectivo de tornar o sector mais eficiente, transparente e atractivo para o investimento privado, criando condições para acelerar projectos estruturantes e aumentar a competitividade da economia.</p><p style="padding-left: 40px;">“Estamos a implementar reformas para garantir maior sustentabilidade financeira do sector, reforçar a transparência e criar um ambiente favorável ao investimento.”</p><p>As medidas incluem a modernização do quadro regulatório, novos modelos de comercialização de energia e a reorganização do sistema eléctrico nacional, factores considerados essenciais para atrair capital internacional.</p><p>A estratégia energética nacional está orientada para transformar a energia num motor de industrialização e criação de emprego, com impacto directo no crescimento económico.</p><p style="padding-left: 40px;">“A energia é um dos pilares da independência económica de Moçambique, capaz de impulsionar a industrialização e criar empregos de qualidade.”</p><p>Neste contexto, o Governo aposta na expansão do acesso à energia, com a meta de alcançar cobertura universal até 2030, ligando milhões de famílias e promovendo o desenvolvimento de pequenas e médias indústrias.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Hub energético regional em construção</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-e13cdbf cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="e13cdbf" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>Moçambique pretende afirmar-se como um hub energético na África Austral, através de grandes projectos como a Central Térmica de Temane e o projecto hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa, que deverão aumentar significativamente a capacidade de produção nos próximos anos.</p><p style="padding-left: 40px;">“Moçambique é um país de oportunidades, com visão estratégica e vontade política para transformar o seu potencial em prosperidade.”</p><p>A aposta no sector energético surge, assim, como um dos pilares centrais da estratégia económica do país, posicionando Moçambique como um actor relevante no mercado energético regional e global.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
		<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/mocambique-investimento-energetico-global/">Moçambique abre portas ao investimento energético global e acelera crescimento económico</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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		<title>Moçambique aposta em gás, energias renováveis e logística para liderar energia na SADC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 12:29:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique no Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Presidente da República, Daniel Chapo, apresentou em Bruxelas a estratégia para posicionar Moçambique como centro energético e logístico da África Austral. O plano aposta nos megaprojectos de gás natural da bacia do Rovuma, nas hidroeléctricas de Cahora Bassa e Mphanda Nkuwa, e na central de Temane. A estratégia inclui corredores de desenvolvimento e digitalização logística, com ambição de transformar o país num centro digital da SADC. Chapo convidou investidores internacionais a participar nos projectos estratégicos, reforçando energia, logística e inovação como pilares do crescimento económico nacional.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30759" class="elementor elementor-30759" data-elementor-post-type="post">
				<div class="elementor-element elementor-element-69a9985 e-flex e-con-boxed cmsmasters-block-default e-con e-parent" data-id="69a9985" data-element_type="container" data-e-type="container" data-settings="{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}">
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				<div class="elementor-element elementor-element-0d3c5d1 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="0d3c5d1" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>Moçambique pretende afirmar-se como um dos principais centros energéticos da África Austral, apostando na exploração de gás natural, no desenvolvimento de energias renováveis e na modernização das infra-estruturas logísticas.</p><p>A estratégia foi apresentada pelo Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, durante um encontro com empresários e representantes do Governo da Bélgica, realizado em Bruxelas, no âmbito da sua visita de trabalho à União Europeia.</p><p>Durante a apresentação, o Chefe do Estado destacou o papel estratégico dos projectos de gás natural na bacia do Rovuma, na província de Cabo Delgado, considerados fundamentais para a transformação económica do país.</p><p style="padding-left: 40px;">“Este projecto começou por volta de 2017, mas teve de ser interrompido devido à situação de terrorismo. No último ano, porém, decidimos que era muito importante retomar o projecto. No mês passado estivemos em Afungi, na província de Cabo Delgado, para reiniciar as actividades.”</p><p>O Presidente avançou igualmente que o Governo mantém diálogo com a petrolífera ExxonMobil para o desenvolvimento de novos projectos energéticos.</p><p style="padding-left: 40px;">“Estamos actualmente em diálogo com a ExxonMobil e acreditamos que, possivelmente em Agosto ou Setembro, poderemos anunciar juntos a decisão final de investimento deste projecto.”</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Energias renováveis reforçam liderança regional</h2>				</div>
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									<p>Para além do gás natural, o Presidente destacou o potencial das energias renováveis, defendendo que Moçambique pode desempenhar um papel central no abastecimento energético da região da SADC.</p><p style="padding-left: 40px;">“Na região da SADC, Moçambique tem o potencial de se tornar um verdadeiro hub energético.”</p><p>Entre os projectos estratégicos mencionados estão a Hidroeléctrica de Cahora Bassa, que já fornece energia a vários países da região, e o projecto hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa, que poderá produzir cerca de 1.500 megawatts.</p><p>Segundo o Chefe do Estado, a estratégia energética nacional está ligada ao processo de industrialização e criação de valor acrescentado no país.</p><p style="padding-left: 40px;">“Com o nosso gás doméstico queremos promover a industrialização. Queremos produzir fertilizantes, apoiar a industrialização do país e desenvolver várias centrais de energia e linhas de transmissão para abastecer Moçambique e a região.”</p><p>O Presidente referiu também a central de Temane, na província de Inhambane, como uma infra-estrutura relevante para reforçar a capacidade energética nacional.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Corredores logísticos reforçam integração regional</h2>				</div>
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									<p>No domínio logístico, Daniel Chapo destacou o papel dos corredores de desenvolvimento de Maputo, Beira e Nacala como plataformas estratégicas para o comércio regional.</p><p style="padding-left: 40px;">“Queremos investir na digitalização das infra-estruturas logísticas, criando novos corredores digitais que complementem os corredores de desenvolvimento.”</p><p>Além da energia e logística, o Presidente apresentou a ambição de transformar Moçambique num centro tecnológico regional.</p><p style="padding-left: 40px;">“A nossa ambição é transformar Moçambique num centro digital da região da SADC. Queremos instalar centros de dados no país, aproveitando a disponibilidade de energia para servir não apenas Moçambique, mas também os países vizinhos.”</p><p>O Chefe do Estado concluiu convidando investidores internacionais a participar nos projectos estratégicos do país.</p><p style="padding-left: 40px;">“Estamos abertos a trabalhar com o sector privado, tanto de Moçambique como da Bélgica e de outros países, para desenvolver a nossa economia e criar oportunidades de investimento. Por isso, sejam todos bem-vindos a Moçambique.”</p>								</div>
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		<title>Parceria com a Tailândia pode reposicionar portos moçambicanos na rota do Índico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 17:57:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique no Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CTA recebeu uma delegação de alto nível da Tailândia em Maputo para discutir investimentos estratégicos e o reposicionamento dos portos moçambicanos na rota do Índico. As trocas comerciais entre os dois países já ultrapassam USD 380 milhões e há interesse crescente em sectores como agricultura, logística, energia, mineração e indústria.<br />
A delegação tailandesa apresentou propostas de gemelagem portuária com Laem Chabang, formação técnica, digitalização operacional e expansão de corredores logísticos. A Tailândia também destacou a sua presença no sector de petróleo e gás em Moçambique, reforçando confiança no ambiente económico nacional.<br />
A CTA afirma que a cooperação pode transformar Moçambique num hub logístico regional, aproveitando a sua posição estratégica para servir mercados da SADC e integrar se nas rotas comerciais do Médio Oriente e da Ásia.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30274" class="elementor elementor-30274" data-elementor-post-type="post">
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									<p>A <strong>Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA)</strong> recebeu esta terça‑feira, em Maputo, uma delegação de alto nível da <strong>Tailândia</strong>, composta por representantes da Embaixada, do <strong>Thai Trade Center</strong>, da <strong>Autoridade Portuária da Tailândia</strong> e do <strong>Departamento Marítimo</strong>. O encontro, que segue rondas anteriores de consultas políticas, teve como objectivo <strong>aprofundar o investimento bilateral</strong> e explorar mecanismos para transformar Moçambique num <strong>hub logístico e comercial da região da SADC</strong>, com impacto directo no reposicionamento dos portos moçambicanos na rota do Oceano Índico.</p><p>Os representantes dos dois países sublinharam a evolução positiva das relações económicas. <strong>Entre 2022 e 2023</strong>, as exportações moçambicanas para a Tailândia ultrapassaram os <strong>380 milhões de dólares</strong>, impulsionadas sobretudo por <strong>minerais e metais</strong>, enquanto as importações oriundas daquele país — maquinaria, equipamentos, produtos alimentares e bens industriais — atingiram cerca de <strong>179 milhões de dólares</strong>.</p><p>Segundo os delegados tailandeses, estes números mostram <strong>uma dinâmica comercial ascendente</strong>, que pode acelerar caso Moçambique aumente a eficiência logística dos seus portos e consolide corredores de exportação mais competitivos.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Tailândia reforça presença no petróleo e gás em Moçambique
</h2>				</div>
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									<p>No domínio do investimento estratégico, a delegação destacou a participação tailandesa de cerca de <strong>8% na PTTEP</strong>, empresa que integra consórcios de <strong>petróleo e gás</strong> em Moçambique, em parceria com a <strong>TotalEnergies</strong>.<br />Este envolvimento demonstra, segundo os representantes, <strong>a confiança dos investidores tailandeses no potencial energético moçambicano</strong> e reforça o interesse em ampliar investimentos para outros sectores de alto impacto económico.</p><p>A CTA considerou esta presença “um sinal claro de confiança e compromisso” e destacou que Moçambique oferece <strong>uma plataforma estável para investimentos de longo prazo</strong>.</p><p>O Vice‑Presidente da CTA, <strong>Meque Gimo</strong>, afirmou que a localização geoestratégica de Moçambique “coloca o país como <strong>porta natural dos mercados da SADC para o Índico</strong>”, sobretudo para o escoamento de cargas de países sem saída para o mar, como o Malawi, Zâmbia e Zimbabwe.</p><p>Para além da localização, Gimo destacou:</p><ul><li><strong>vastos recursos naturais</strong>,</li><li><strong>reformas estruturais para melhorar o ambiente de negócios</strong>,</li><li>e <strong>crescentes oportunidades de investimento privado</strong>.</li></ul><p>Segundo a CTA, estes elementos consolidam o argumento de que os portos moçambicanos — Maputo, Beira, Nacala e o futuro Macuse — podem integrar‑se mais competitivamente nas rotas comerciais do Médio Oriente e da Ásia.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Sectores prioritários da cooperação Moçambique–Tailândia
</h2>				</div>
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									<p><strong>1. Agricultura e agro‑processamento</strong></p><p>A Tailândia, referência mundial na produção e tecnologia de arroz, propôs:</p><ul><li><strong>transferência de know‑how</strong> para melhorar a produtividade do arroz moçambicano;</li><li>introdução de <strong>maquinaria agrícola de nível intermédio</strong>, adequada para pequenos e médios produtores;</li><li>expansão de projectos de <strong>aquacultura</strong>, incluindo criação de tilápia na província de Gaza.</li></ul><p>Estas iniciativas poderão ajudar Moçambique a reduzir a dependência de importações alimentares e a impulsionar o agro‑negócio.</p><p><strong>2. Logística e infra‑estruturas portuárias</strong></p><p>A delegação tailandesa apresentou uma proposta de <strong>gemelagem entre os portos de Maputo e Beira com portos tailandeses</strong>, como o de <strong>Laem Chabang</strong>, um dos maiores do Sudeste Asiático.</p><p>O pacote inclui cooperação em:</p><ul><li><strong>formação técnica</strong> de pessoal portuário,</li><li><strong>digitalização operacional</strong>,</li><li>melhoria de <strong>eficiência e tempos de processamento</strong>,</li><li>consultoria para expansão de corredores logísticos.</li></ul><p>A CTA confirmou que <strong>o projecto Macuse continua activo</strong> e em busca de financiamento, sendo considerado estruturante para a integração de Moçambique nas rotas do Índico.</p><p><strong>3. Indústria e transformação</strong></p><p>A Tailândia manifestou ainda interesse em:</p><ul><li><strong>exportação de componentes automóveis</strong> para montagem local;</li><li>introdução de <strong>linhas de montagem de bicicletas eléctricas</strong>;</li><li>cooperação no <strong>processamento de pedras preciosas</strong>, beneficiando da experiência tailandesa em lapidação e joalharia.</li></ul><p>Estas áreas, segundo a CTA, podem acrescentar <strong>valor industrial</strong> à economia moçambicana, gerar empregos e reforçar capacidade de exportação.</p><p>A visita da delegação tailandesa e a agenda económica apresentada reforçam a visão de que <strong>Moçambique pode reposicionar os seus portos na rota do Índico</strong>, atraindo mais carga regional e integrando‑se nas cadeias logísticas asiáticas.</p><p>A CTA considera que a consolidação desta parceria poderá:</p><ul><li>fortalecer o investimento directo tailandês,</li><li>aumentar a competitividade dos portos nacionais,</li><li>diversificar a economia,</li><li>e transformar Moçambique num dos principais nós logísticos da África Austral.</li></ul>								</div>
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