A Primeira-Ministra, Maria Benvinda Levi, apresentou a estratégia de cinco pilares que orientará a acção económica e social do Governo: estabilização macro-económica, estímulo à produção e rendimento, redução de desigualdades regionais, expansão da protecção social e reformas estruturantes com resiliência climática. A abordagem está alinhada à ENDE 2025–2044 e ao PQG 2025–2029, respondendo a desafios como pobreza de consumo, choques climáticos e pressão sobre o custo de vida. O Executivo reforça ainda reformas fiscais, combate à informalidade digital, reabilitação da EN1, segurança pública e estabilidade económica.
Na componente económica, Maria Benvinda Levi reiterou que o aumento da produção e da produtividade permanece como eixo central da agenda governamental.
“Continuaremos a implementar medidas que garantam o aumento da produção e produtividade, a consolidação fiscal e a retoma do crescimento da nossa economia.”
A governante explicou que ganhos nos sectores da agricultura, indústria, turismo, energia, recursos minerais e infra-estruturas são determinantes para gerar mais receitas internas, reduzir dependências externas e criar espaço para maior investimento público e privado.
O Governo reafirmou igualmente o compromisso com a modernização do sistema tributário, destacando medidas de simplificação, redução de assimetrias e combate à fraude e evasão fiscal, com especial incidência na economia digital.
“Iremos reforçar medidas que permitam simplificar os processos de tributação, evitar perdas fiscais associadas à informalidade digital e aprimorar o combate à fraude fiscal.”
Segundo a Primeira-Ministra, estas reformas visam aumentar a eficiência das finanças públicas e assegurar receitas sustentáveis para financiar políticas sociais e investimentos estruturantes.










