O Fundo Soberano de Moçambique (FSM) alcançou MZN 7,367 mil milhões (USD 116,4 milhões) a 9 de janeiro de 2026, segundo o Banco de Moçambique. Criado para gerir receitas do gás natural e mitigar volatilidade orçamental, o FSM reflete novas transferências do Estado e valorização dos ativos. Pela Lei n.º 01/2024, 40% das receitas do gás são destinadas ao fundo e 60% ao Orçamento do Estado. Com a expansão da produção na bacia do Rovuma, Moçambique projeta receitas anuais próximas de USD 6.000 milhões na década de 2040, consolidando o FSM como instrumento estratégico para sustentabilidade fiscal.
O FSM assume-se como um instrumento central da política fiscal, mitigando impactos da volatilidade dos preços internacionais do gás e criando reservas para cenários adversos. A acumulação gradual de ativos financeiros reforça a credibilidade do país, melhora o ambiente de negócios e apoia a atração de investimento estrangeiro.
Com a expansão gradual da produção na bacia do Rovuma, em Cabo Delgado, Moçambique projeta receitas anuais do gás natural próximas de USD 6.000 milhões na década de 2040. Este cenário confirma o papel do Fundo Soberano como mecanismo de gestão intergeracional da riqueza e de sustentabilidade das finanças públicas.










