O Governo de Moçambique reagiu com firmeza à decisão da Mozal de suspender a fundição de alumínio a partir de Março de 2026, sublinhando que a política energética nacional prioriza a sustentabilidade financeira e a segurança do sistema eléctrico. A empresa justificou a decisão com dificuldades em garantir fornecimento de energia a preços competitivos, agravadas pela seca que afecta a HCB e pelo maior recurso à electricidade importada. O Executivo reafirma que não comprometerá o interesse nacional para manter operações industriais, mantendo o foco na resiliência energética e no equilíbrio do sistema.









