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	<title>Energia e Recursos – Verifica MZ</title>
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	<description>O olhar económico e institucional sobre o futuro de Moçambique.</description>
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	<title>Energia e Recursos – Verifica MZ</title>
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		<title>Privinvest condenada a pagar 1,9 mil milhões de dólares após derrota em recurso judicial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 07:59:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Energia e Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Privinvest sofreu nova derrota no Tribunal de Londres, sendo condenado a pagar cerca de 1,9 mil milhões de dólares ao Estado moçambicano no âmbito das dívidas ocultas. A decisão resulta do incumprimento de requisitos processuais, nomeadamente o não depósito da caução necessária para admissão do recurso. Com esta deliberação, a sentença de Julho de 2024 mantém se definitiva para as entidades corporativas da Privinvest. Além da condenação, a empresa foi responsabilizada pelo pagamento das custas judiciais, reforçando a posição de Moçambique no litígio internacional.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="31087" class="elementor elementor-31087" data-elementor-post-type="post">
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									<p>O Grupo Privinvest sofreu uma nova derrota no Tribunal de Londres, no Reino Unido, no âmbito do processo movido pelo Estado moçambicano relacionado com as chamadas dívidas ocultas. A decisão resulta do incumprimento de exigências processuais, nomeadamente o não depósito da caução necessária para admissão do recurso apresentado pela empresa.</p><p>Com esta decisão, a sentença proferida em Julho de 2024 mantém-se válida e passa a ter carácter definitivo no que diz respeito às entidades corporativas da Privinvest, que ficam obrigadas ao pagamento de cerca de 1,9 mil milhões de dólares norte-americanos ao Estado moçambicano.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Falha processual inviabiliza recurso da empresa</h2>				</div>
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									<p>O tribunal britânico considerou que o não cumprimento dos requisitos exigidos para o prosseguimento do recurso impossibilitou a sua apreciação, consolidando assim a decisão anteriormente proferida contra o grupo empresarial.</p><p>Além da confirmação da condenação, a Privinvest foi igualmente responsabilizada pelo pagamento das custas judiciais associadas ao processo de recurso.</p><p>A decisão reforça a posição do Estado moçambicano no contencioso internacional relacionado com as dívidas ocultas, mantendo a responsabilidade civil da empresa no centro do litígio julgado em Londres.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Inflação em Moçambique sobe para 4,41% com alimentos a liderarem pressão de preços</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 07:46:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Energia e Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Estatística (INE) anunciou que Moçambique registou uma inflação homóloga de 4,41% em Abril de 2026, com base no Índice de Preços no Consumidor das oito cidades. A inflação mensal foi de 0,63% e a acumulada de Janeiro a Abril atingiu 2,80%. O sector alimentar continua a liderar a pressão inflacionária, com aumentos em hortícolas e peixe fresco. Em contrapartida, produtos como pepino, milho e camarão registaram quedas. Tete apresentou a maior variação mensal (2,20%), enquanto Quelimane registou ligeira descida nos preços.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="31080" class="elementor elementor-31080" data-elementor-post-type="post">
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									<p>A economia moçambicana registou uma inflação homóloga de 4,41% em Abril de 2026, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), no Índice de Preços no Consumidor (IPC) das oito cidades, tendo como base o ano de 2023.</p><p>O relatório, tornado público a 8 de Maio de 2026, indica que a inflação mensal situou-se em 0,63%, enquanto a variação acumulada de Janeiro a Abril atingiu 2,80%. O desempenho dos preços continua a ser fortemente influenciado pelo aumento dos custos no sector alimentar, que mantém o maior peso na estrutura de consumo das famílias moçambicanas.</p><p>A divisão de alimentação e bebidas não alcoólicas voltou a ser o principal motor da subida de preços, com destaque para produtos como couve, alface, repolho, cebola, tomate e peixe fresco, que registaram aumentos significativos no período em análise.</p><p>Apesar da pressão inflacionária, alguns produtos registaram queda de preços, incluindo o pepino, milho em grão, camarão fresco, feijão manteiga, coco, cimento e peixe seco, o que contribuiu para atenuar parcialmente a subida geral do nível de preços.</p><p>No acumulado do ano, o sector alimentar lidera novamente as contribuições para a inflação, seguido pela área de habitação, água, electricidade, gás e outros combustíveis, reflectindo o peso dos bens essenciais no orçamento das famílias.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Disparidades regionais marcam comportamento dos preços</h2>				</div>
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									<p>A análise por cidades revela dinâmicas distintas. A Cidade de Tete registou a maior variação mensal, com 2,20%, seguida de Nampula e Beira. Em contrapartida, Quelimane apresentou uma ligeira queda de preços no mesmo período.</p><p>Apesar das variações regionais, o INE considera que a tendência nacional permanece relativamente estável, ainda que sob pressão de alimentos e serviços essenciais.</p><p>O relatório sublinha ainda que o IPC mede a evolução de um conjunto de bens e serviços representativos do consumo das famílias, com base no Inquérito ao Orçamento Familiar de 2022 e na classificação internacional COICOP das Nações Unidas.</p>								</div>
					</div>
				</div>
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		<title>Banco de Moçambique aperta fiscalização e força bancos a devolver milhões a clientes</title>
		<link>https://verificamz.co.mz/banco-mocambique-fiscalizacao-devolucao-clientes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 07:12:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Energia e Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco de Moçambique reforçou a fiscalização sobre o sistema financeiro e determinou a devolução de mais de 16,3 milhões de meticais a clientes lesados por irregularidades em bancos comerciais e instituições de moeda electrónica. O relatório de reclamações do segundo semestre de 2025 registou 483 queixas, sobretudo relacionadas com crédito, contas bancárias e ATM. As medidas incluem inspecções presenciais e reuniões com administrações, visando corrigir débitos indevidos, transferências não creditadas e falhas em contratos. O Banco Central reafirma o compromisso com a protecção dos consumidores e a estabilidade financeira.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="31074" class="elementor elementor-31074" data-elementor-post-type="post">
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									<p>O Banco de Moçambique intensificou a supervisão sobre o sistema financeiro nacional e determinou a devolução de mais de 16,3 milhões de meticais a clientes lesados, na sequência de irregularidades identificadas em bancos comerciais e instituições de moeda electrónica, segundo estatísticas de reclamações relativas ao segundo semestre de 2025.</p><p>O relatório, produzido no âmbito da Circular n.º 8/EFI/2021, analisa 483 reclamações apresentadas por clientes contra 23 instituições financeiras, num universo de mais de 31,6 milhões de contas ou clientes abrangidos.</p><p>As principais reclamações concentram-se em operações de crédito, contas bancárias e serviços de ATM, que juntos representam a maioria das queixas registadas.</p><p>No segmento de crédito, os clientes apontam sobretudo divergências na execução de contratos, alterações indevidas de prazos e cobranças após liquidação total da dívida.</p><p>Nas contas bancárias, predominam denúncias de débitos indevidos e bloqueios considerados injustificados. Já nos ATM, a principal irregularidade reportada está relacionada com situações em que o dinheiro não é disponibilizado, mas o valor é debitado da conta do cliente.</p><p>Também foram registadas queixas em transferências não creditadas, erros no sistema de registo de crédito (CRC), falhas em POS, problemas em internet banking, bem como cobranças indevidas em seguros e operações cambiais.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Banco central impõe medidas e reforça controlo</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-7040a46 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="7040a46" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>Face às irregularidades identificadas, o Banco de Moçambique determinou a aplicação de medidas correctivas, incluindo a devolução de 16.332.230,73 meticais aos clientes afectados.</p><p>A instituição realizou ainda oito inspecções presenciais e promoveu reuniões com os conselhos de administração dos bancos envolvidos, com vista ao reforço dos mecanismos de controlo interno e cumprimento das normas prudenciais.</p><p>O Banco de Moçambique assegura que continuará a monitorar o sector financeiro de forma contínua, com foco na protecção dos consumidores de serviços bancários e na estabilidade do sistema financeiro nacional.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Cahora Bassa gera 344 milhões USD e projecta crescimento de 7% em 2026</title>
		<link>https://verificamz.co.mz/cahora-bassa-344-milhoes-crescimento-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 13:58:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Energia e Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) registou receitas de 344 milhões USD e produção de 10.921 GWh em 2025, apesar das restrições hidrológicas na Bacia do Zambeze. A empresa entregou cerca de 300 milhões USD ao Estado e alcançou um resultado líquido de 112 milhões USD. Com projectos de modernização e expansão, incluindo a Central Norte e a Central Fotovoltaica, a HCB reforça a segurança energética nacional e regional. Para 2026, prevê crescimento superior a 7%, com produção estimada acima de 11.700 GWh.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="31067" class="elementor elementor-31067" data-elementor-post-type="post">
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									<p>A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) registou, no exercício económico de 2025, receitas na ordem de 344 milhões de dólares e uma produção total de 10.921 GWh, num ano marcado por fortes constrangimentos hidrológicos na Bacia do Zambeze.</p><p>Apesar da redução dos níveis de armazenamento da albufeira, a empresa manteve o fornecimento regular de energia ao mercado nacional e regional, incluindo à Electricidade de Moçambique (EDM), à Eskom, à ZESA e ao mercado da Southern African Power Pool (SAPP), assegurando a estabilidade energética.</p><p>No mesmo período, a HCB alcançou um resultado líquido de 112 milhões de dólares e contribuiu com cerca de 300 milhões de dólares para o Estado moçambicano, através de impostos, taxas e dividendos, reforçando o seu papel como activo estratégico da economia nacional.</p><p style="padding-left: 40px;">“A HCB alcançou receitas na ordem de 344 milhões de dólares e um resultado líquido de 112 milhões de dólares, o que reflecte uma gestão prudente dos recursos hídricos e financeiros. No mesmo ano de 2025, a empresa contribuiu com cerca de 300 milhões de dólares norte-americanos para o Estado moçambicano, por meio de impostos, taxas e dividendos, reforçando o seu papel como activo estratégico para a economia nacional e para a estabilidade energética do país”, afirmou o Presidente do Conselho de Administração, Tomás Matola.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-bebc814 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="bebc814" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Recuperação da albufeira e resiliência operacional</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-7040a46 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="7040a46" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>O ano foi marcado por uma das secas mais severas das últimas décadas, com os níveis de armazenamento a situarem-se em 26,01% no final da época chuvosa. Ainda assim, medidas de gestão permitiram uma recuperação para 27,23% até ao final de 2025, acima dos níveis registados no período homólogo anterior.</p><p>A empresa deu continuidade aos projectos de manutenção e modernização, incluindo a reabilitação da Central Sul e da Subestação Conversora do Songo, bem como iniciativas de expansão como a Central Norte e a Central Fotovoltaica, com vista ao aumento da capacidade de produção e diversificação da matriz energética.</p><p>As projecções para 2026 são positivas, com os níveis de armazenamento da albufeira a atingirem cerca de 56%, o que poderá permitir uma produção superior a 11.700 GWh, representando um crescimento estimado acima de 7%.</p><p style="padding-left: 40px;">“Os resultados alcançados em 2025 demonstram a resiliência da HCB face a um contexto hidrológico exigente, bem como o nosso compromisso com a sustentabilidade operacional e com a criação de benefícios económicos e sociais para o país”, concluiu Tomás Matola.</p><p>Com estes indicadores, a HCB reforça a sua posição como um dos principais pilares da segurança energética e do desenvolvimento económico de Moçambique.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
		<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/cahora-bassa-344-milhoes-crescimento-2026/">Cahora Bassa gera 344 milhões USD e projecta crescimento de 7% em 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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		<title>Governo de Moçambique aponta falhas na cadeia de abastecimento e garante que nunca faltou combustível no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 14:22:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Energia e Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo de Moçambique garantiu que nunca houve ruptura no abastecimento de combustíveis, esclarecendo que as dificuldades pontuais resultaram de falhas na cadeia de distribuição e constrangimentos operacionais. Apesar da pressão internacional sobre os preços, o país manteve estabilidade graças a reservas estratégicas. O Executivo identificou problemas de liquidez em distribuidoras e práticas irregulares na distribuição, actualmente sob investigação. Foram adoptadas medidas excepcionais, incluindo flexibilização de aquisições e extensão de garantias bancárias. O Governo apelou à racionalização do consumo e reafirmou compromisso com a estabilidade económica.</p>
<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/mocambique-governo-garante-abastecimento-combustivel-falhas-distribuicao/">Governo de Moçambique aponta falhas na cadeia de abastecimento e garante que nunca faltou combustível no país</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="31023" class="elementor elementor-31023" data-elementor-post-type="post">
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									<p>O Governo de Moçambique assegura que não se registou, em nenhum momento, uma situação de falta de combustível no país, esclarecendo que as dificuldades pontuais observadas no abastecimento resultam de constrangimentos operacionais e falhas na cadeia de distribuição.</p><p>A posição foi avançada num comunicado do Executivo, que enquadra o actual contexto no plano económico e energético internacional, marcado por instabilidade geopolítica no Médio Oriente, com impactos directos nas cadeias globais de fornecimento e nos preços dos combustíveis.</p><p>O Governo refere que a crise internacional, incluindo perturbações em rotas estratégicas de transporte de energia, tem provocado aumento dos preços no mercado global, afectando países importadores como Moçambique.</p><p>Apesar deste cenário, o país afirma ter conseguido manter a estabilidade dos preços internos durante um determinado período, graças a reservas estratégicas e aquisições realizadas antes da subida dos custos internacionais.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Constrangimentos na distribuição e liquidez empresarial</h2>				</div>
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									<p>No plano interno, o Executivo identifica problemas na cadeia de abastecimento como principal factor das disfunções registadas nos postos de combustível, sobretudo na cidade de Maputo.</p><p>Entre os desafios apontados estão dificuldades de liquidez de algumas empresas distribuidoras, limitações no acesso a garantias bancárias e fragilidades financeiras de operadores do sector, o que tem condicionado a reposição regular de stocks.</p><p>O Governo indica ainda a existência de práticas irregulares na distribuição, com casos em que a quantidade de combustível levantada nos terminais não correspondia ao volume efectivamente disponibilizado nos postos, situação que está sob investigação das autoridades competentes.</p><p>Para responder aos constrangimentos, foram adoptadas medidas de carácter excepcional com impacto directo no funcionamento do mercado de combustíveis, incluindo maior flexibilização na aquisição de produtos pelos postos de abastecimento e a extensão da validade de garantias bancárias, com o objectivo de reforçar a liquidez das empresas do sector.</p><p>Foi igualmente reforçada a proibição da reexportação de combustíveis, salvaguardando, contudo, o papel estratégico dos portos nacionais no abastecimento dos países do hinterland.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Perspectiva de ajustamento de preços</h2>				</div>
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									<p>O Executivo admite que o actual contexto internacional poderá conduzir, a curto prazo, à actualização dos preços dos combustíveis no mercado interno, reflectindo a realidade dos custos de importação em alta nos mercados internacionais.</p><p>No âmbito da gestão da procura interna, o Governo apela à racionalização do consumo de combustíveis, incentivando a utilização de transportes públicos e a adopção de medidas de eficiência energética por parte de cidadãos e empresas.</p><p>O Executivo reafirma o compromisso de garantir estabilidade no abastecimento, proteger a economia nacional e mitigar os impactos sobre o custo de vida das famílias, num contexto de elevada volatilidade do mercado energético globa</p>								</div>
					</div>
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		<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/mocambique-governo-garante-abastecimento-combustivel-falhas-distribuicao/">Governo de Moçambique aponta falhas na cadeia de abastecimento e garante que nunca faltou combustível no país</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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		<title>Produção de rubis atinge mais de 5 milhões de quilates em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 15:51:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Energia e Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Moçambique ultrapassou pela primeira vez os 5 milhões de quilates de rubis produzidos em 2025, atingindo 5,097 milhões, segundo dados do MIREME. O crescimento de 29% face a 2024 superou as metas governamentais, com uma taxa de realização de 123%. Apesar do aumento da produção, as receitas caíram 30% no primeiro trimestre de 2025, totalizando 5,1 milhões de dólares. O sector enfrenta desafios como mineração ilegal em Cabo Delgado e volatilidade dos preços internacionais. Para 2026, prevê-se produção de 4,06 milhões de quilates, com exportações a representar cerca de 70% da produção.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30987" class="elementor elementor-30987" data-elementor-post-type="post">
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									<p>A produção de rubis em Moçambique atingiu um novo marco em 2025, ao ultrapassar a fasquia dos 5 milhões de quilates, totalizando 5,097 milhões de quilates, segundo dados oficiais de execução orçamental do Ministério dos Recursos Minerais e Energia (MIREME).</p><p>O resultado representa um crescimento de 29% face a 2024, ano em que a produção se fixou em 4,143 milhões de quilates, consolidando a tendência de expansão do sector mineiro nacional.</p><p>De acordo com os dados oficiais, o desempenho do sector ultrapassou as metas estabelecidas para o período, com uma taxa de realização de 123%, reflectindo o reforço da actividade produtiva e a melhoria do desempenho das empresas mineiras.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Procura internacional impulsiona crescimento</h2>				</div>
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									<p>O aumento da produção está associado à maior procura internacional por pedras preciosas, num contexto de recuperação do mercado global de gemas.</p><p>Os rubis continuam a ocupar uma posição de destaque no portefólio exportador do sector mineiro, sendo considerados um dos recursos mais valiosos da indústria extractiva nacional.</p><p>Apesar do aumento da produção, os dados do Banco de Moçambique indicam uma redução nas receitas provenientes das exportações de rubis no primeiro trimestre de 2025, que totalizaram cerca de 5,1 milhões de dólares, uma queda de 30% face ao período homólogo de 2024.</p><p>Esta divergência entre produção e receitas sugere variações nos preços internacionais ou desafios operacionais no sector.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Mineração ilegal continua a ser desafio</h2>				</div>
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									<p>A mineração ilegal, sobretudo na província de Cabo Delgado, continua a constituir um dos principais constrangimentos à actividade extractiva.</p><p>A Montepuez Ruby Mining (MRM), maior produtora nacional, tem alertado para a presença recorrente de mineiros ilegais nas suas áreas de concessão, situação que afecta a estabilidade operacional e a cadeia de produção.</p><p>As projecções indicam que a produção poderá registar ajustamentos em 2026, com uma estimativa de cerca de 4,06 milhões de quilates, em função de constrangimentos operacionais no sector.</p><p>Ainda assim, as autoridades admitem que o desempenho registado em 2025 poderá influenciar revisões futuras, dependendo das condições de mercado e da estabilidade da actividade produtiva.</p><p>O Governo pretende reforçar a contribuição dos rubis para a economia nacional, elevando a percentagem de exportação para 79% até 2029, face aos actuais cerca de 70%.</p><p>Esta estratégia visa maximizar o valor acrescentado dos recursos minerais e fortalecer o contributo do sector para a balança comercial do país.</p><p>Fonte: O.Económico</p>								</div>
					</div>
				</div>
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		<title>Presidente da República afasta risco de escassez de combustível em Moçambique</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 16:14:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Energia e Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Presidente da República, Daniel Chapo, assegurou em Malabo que Moçambique dispõe de reservas e compras antecipadas suficientes para garantir estabilidade no abastecimento de combustíveis até finais de Abril ou princípios de Maio. O Chefe do Estado destacou ainda o papel estratégico dos portos de Maputo, Beira e Nacala na logística nacional, sublinhando que a capacidade instalada e a posição geográfica do País constituem vantagens para gerir o fornecimento energético. A mensagem transmitiu confiança à população e aos operadores, afastando cenários de ruptura no curto prazo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30898" class="elementor elementor-30898" data-elementor-post-type="post">
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									<p>Moçambique deverá manter a estabilidade no abastecimento de combustíveis no curto prazo, numa altura em que o mercado internacional enfrenta volatilidade, assegurou o Presidente da República, Daniel Chapo, afastando cenários de ruptura no fornecimento.</p><p>Falando este sábado, em Malabo, o Chefe do Estado explicou que o País beneficiou de uma estratégia de aquisição antecipada de combustíveis, bem como da existência de navios em trânsito com produtos adquiridos antes da actual conjuntura internacional, o que permite amortecer os impactos imediatos no abastecimento interno.</p><p>Segundo o Presidente, estas medidas asseguram uma margem de segurança suficiente para responder à procura nacional, mesmo num contexto de pressão sobre os mercados energéticos globais.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Infra-estruturas logísticas reforçam abastecimento</h2>				</div>
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									<p>Daniel Chapo destacou igualmente o papel estratégico das infra-estruturas logísticas nacionais, sublinhando que os portos de Maputo, Beira e Nacala continuam a garantir o fornecimento regular de combustíveis em todo o território.</p><p>O Chefe do Estado frisou que a capacidade instalada e a posição geográfica de Moçambique constituem vantagens importantes para a gestão do abastecimento energético.</p><p style="padding-left: 40px;">“Não há razões para alarme. Temos condições para manter a estabilidade até finais de Abril ou princípios de Maio”, afirmou o Presidente, transmitindo uma mensagem de confiança à população e aos operadores do sector.</p><p>A posição do Chefe do Estado surge num momento em que vários países enfrentam constrangimentos no fornecimento de combustíveis, reforçando a importância da planificação e da gestão estratégica de reservas para a estabilidade económica.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>South32 confirma suspensão da produção da Mozal após impasse energético</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 13:08:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Energia e Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A South32 confirmou a suspensão da produção na fundição de alumínio Mozal, em Maputo, após não ter sido possível garantir fornecimento de energia eléctrica suficiente e competitiva. A unidade entrou em regime de conservação e manutenção a 15 de Março de 2026. O vice-presidente Samuel Gudo destacou o contributo da Mozal para a economia nacional nos últimos 25 anos. A empresa manteve negociações com o Governo e parceiros energéticos, mas a seca que afectou Cahora Bassa agravou o cenário. A Mozal é uma das maiores indústrias de Moçambique e avalia alternativas para o futuro.</p>
<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/suspensao-producao-mozal-south32/">South32 confirma suspensão da produção da Mozal após impasse energético</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30777" class="elementor elementor-30777" data-elementor-post-type="post">
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									<p>A empresa mineira <strong>South32</strong> confirmou, através de um comunicado divulgado esta semana, a suspensão da produção na fundição de alumínio <strong>Mozal</strong>, situada na província de Maputo, devido à incapacidade de assegurar fornecimento de energia eléctrica suficiente e a preços competitivos.</p><p>Segundo a empresa, a unidade industrial foi colocada <strong>em regime de conservação e manutenção a partir de 15 de Março de 2026</strong>, após não ter sido possível alcançar um acordo energético que permitisse a continuidade das operações para além do actual contrato de fornecimento de electricidade.</p><p>De acordo com o comunicado, a Mozal manteve vários contactos com diferentes entidades para garantir o fornecimento de electricidade necessário à continuidade da produção de alumínio. Contudo, as negociações não resultaram num entendimento sobre um preço de energia que permitisse à fundição manter-se competitiva no mercado internacional.</p><p>A empresa refere ainda que o cenário energético se tornou mais complexo devido às <strong>condições de seca que afectaram a produção da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB)</strong>, de onde a Mozal obtinha grande parte da energia utilizada nas suas operações.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-bebc814 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="bebc814" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Empresa destaca contributo da Mozal</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-da55da3 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="da55da3" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>O vice-presidente de Operações da Mozal Aluminium, <strong>Samuel Gudo</strong>, destacou o papel histórico da fundição na economia nacional ao longo das últimas décadas.</p><p style="padding-left: 40px;">“Estamos orgulhosos da história e do contributo significativo da Mozal para a economia moçambicana nos seus 25 anos de funcionamento.”</p><p>O responsável sublinhou ainda que, durante os últimos anos, a empresa manteve negociações com o Governo de Moçambique, a Eskom e outros intervenientes do sector energético com o objectivo de garantir um contrato que permitisse à Mozal continuar a operar de forma sustentável.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-43ca798 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="43ca798" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Uma das maiores indústrias do país</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-e13cdbf cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="e13cdbf" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>A Mozal é considerada uma das maiores unidades industriais de Moçambique, tendo desempenhado um papel importante na produção e exportação de alumínio primário para os mercados internacionais.</p><p>A fundição é maioritariamente detida pela <strong>South32</strong>, que possui cerca de <strong>63,7 por cento do capital</strong>, enquanto a <strong>Industrial Development Corporation da África do Sul detém 32,4 por cento</strong> e o <strong>Estado moçambicano cerca de 3,9 por cento</strong>.</p><p>Com a decisão, a unidade passa a operar apenas em regime de conservação e manutenção, enquanto se avaliam alternativas para o futuro das operações.</p><p> </p><p> </p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
		<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/suspensao-producao-mozal-south32/">South32 confirma suspensão da produção da Mozal após impasse energético</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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		<title>Produção de ouro poderá render 15 mil milhões de meticais ao país</title>
		<link>https://verificamz.co.mz/mocambique-producao-ouro-2026-15-mil-milhoes-meticais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 15:26:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Energia e Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo de Moçambique projecta para 2026 uma produção histórica de 1.723 kg de ouro, o maior volume anual alguma vez registado no país, com potencial de gerar cerca de 15 mil milhões de meticais em receitas. Este desempenho representa um aumento de 4% em relação aos 1.651 kg estimados para 2025 e resulta do reforço da fiscalização, da formalização da mineração artesanal e da entrada de novos investimentos privados. Entre as medidas estratégicas destacam se o combate às práticas ilegais, a melhoria dos processos de licenciamento, a introdução de novas tecnologias de prospecção e exploração e o incentivo à participação de investidores privados.</p>
<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/mocambique-producao-ouro-2026-15-mil-milhoes-meticais/">Produção de ouro poderá render 15 mil milhões de meticais ao país</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30517" class="elementor elementor-30517" data-elementor-post-type="post">
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				<div class="elementor-element elementor-element-0d3c5d1 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="0d3c5d1" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<div><p><span lang="PT-BR">O Governo projecta alcançar, este ano, uma </span><strong><span lang="PT-BR">produção histórica de 1.723 quilogramas de ouro</span></strong><span lang="PT-BR">, o maior volume anual alguma vez registado no país. Com este desempenho, o Executivo espera arrecadar cerca de </span><strong><span lang="PT-BR">15 mil milhões em receitas</span></strong><span lang="PT-BR">, resultantes do crescimento da actividade mineira.</span></p></div><div><p><span lang="PT-BR">De acordo com as projecções oficiais, o volume previsto para 2026 representa um </span><strong><span lang="PT-BR">aumento de 4%</span></strong><span lang="PT-BR"> em relação aos </span><strong><span lang="PT-BR">1.651 quilogramas estimados para 2025</span></strong><span lang="PT-BR">, que já tinham reflectido um crescimento de 1% face a 2024.</span></p></div><div><p style="padding-left: 40px;"><span lang="PT-BR">“Este desempenho evidencia uma trajectória de expansão contínua do sector extractivo, impulsionada pelo reforço da fiscalização, pela formalização da mineração artesanal e pela maior entrada de investimentos privados”, sublinhou o Executivo.</span></p></div>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-9f9542e cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="9f9542e" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Medidas estratégicas e impacto económico</h2>				</div>
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									<p style="font-weight: 400;">Entre as medidas que sustentam este crescimento destacam‑se:</p><ul><li><strong>Combate às práticas ilegais</strong> na exploração mineira;</li><li><strong>Melhoria dos processos de licenciamento</strong>;</li><li>Introdução de <strong>novas tecnologias de prospecção e exploração</strong>;</li><li>Incentivo à <strong>participação de investidores privados</strong>.</li></ul><p style="font-weight: 400;">O aumento da produção de ouro é considerado estratégico para o <strong>fortalecimento das finanças públicas</strong> e para a <strong>dinamização da economia nacional</strong>, ao lado da expansão prevista na extracção de outros minerais, como o <strong>tântalo</strong>, utilizado na indústria electrónica.</p><p style="font-weight: 400; padding-left: 40px;">“O crescimento da produção de ouro é visto como estratégico para o fortalecimento das finanças do Estado e para a dinamização da economia nacional”, refere a nota oficial.</p><p>Fonte: Jornal Notícias </p>								</div>
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		<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/mocambique-producao-ouro-2026-15-mil-milhoes-meticais/">Produção de ouro poderá render 15 mil milhões de meticais ao país</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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		<title>Nova fábrica de grafite coloca Moçambique nas cadeias globais da indústria automotiva e electrónica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 18:36:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Energia e Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A inauguração da Fábrica de Processamento de Grafite de Nipepe, na província de Niassa, marca a entrada de Moçambique nas cadeias globais de valor da indústria automotiva e electrónica. Avaliado em USD 200 milhões, o empreendimento integra prospecção, extracção, processamento e comercialização junto às áreas de ocorrência do minério, reduzindo custos logísticos e assegurando maior valor agregado. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30436" class="elementor elementor-30436" data-elementor-post-type="post">
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									<p style="font-weight: 400;">A inauguração da <strong>Fábrica de Processamento de Grafite de Nipepe</strong>, pelo Presidente da República, <strong>Daniel Francisco Chapo</strong>, marca a entrada de Moçambique nas <strong>cadeias globais de valor da indústria automotiva e electrónica</strong>, ao posicionar o País como fornecedor estratégico de <strong>grafite de alta pureza</strong> para sectores de futuro.</p><p style="font-weight: 400;">O empreendimento, avaliado em cerca de <strong>200 milhões de dólares norte‑americanos</strong>, foi implantado junto às áreas de ocorrência do minério, permitindo integrar <strong>prospecção, extracção, processamento e comercialização</strong>.</p><p style="font-weight: 400;">Com capacidade para produzir grafite puro de qualidade internacional, a unidade responde à crescente procura global, sobretudo para:</p><ul><li><strong>baterias de lítio</strong> utilizadas em veículos eléctricos;</li><li><strong>armazenamento de energia</strong>;</li><li><strong>electrónica de precisão</strong>;</li><li>outras <strong>aplicações tecnológicas avançadas</strong>.</li></ul><p style="font-weight: 400; padding-left: 40px;">“Moçambique deixa de ser apenas fornecedor de matéria‑prima bruta e passa a afirmar‑se como produtor e exportador de valor acrescentado”, sublinhou Daniel Chapo.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-9f9542e cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="9f9542e" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Impacto económico e social</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-c0dcd3b cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="c0dcd3b" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<div><p><span lang="PT-BR">A </span>fábrica já emprega cerca de <strong>1.000 trabalhadores efectivos</strong> e mais de <strong>200 temporários</strong>, com previsão de atingir <strong>5.000 postos de trabalho</strong> até 2028, tornando‑se uma das maiores do mundo no sector.</p></div><div><p><span lang="PT-BR">O </span>projecto trouxe ainda <strong>infra‑estruturas estruturantes</strong> para a região, incluindo uma <strong>ponte sobre o Rio Lúrio</strong>, uma <strong>estrada de 110 quilómetros</strong> e uma <strong>linha eléctrica de 100 quilómetros</strong>, beneficiando directamente as comunidades locais.</p></div><div><p><span lang="PT-BR">Assente </span>na valorização de matérias‑primas nacionais, o empreendimento reforça a <strong>soberania económica de Moçambique</strong> e abre espaço para o <strong>abastecimento regional e exportação</strong> para os mercados da <strong>SADC</strong> e da <strong>ZCLCA</strong>, consolidando a cooperação económica com a <strong>República Popular da China</strong>.</p></div>								</div>
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