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	<title>Verifica MZ</title>
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	<description>O olhar económico e institucional sobre o futuro de Moçambique.</description>
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	<title>Verifica MZ</title>
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		<title>Privinvest condenada a pagar 1,9 mil milhões de dólares após derrota em recurso judicial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 07:59:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Energia e Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Privinvest sofreu nova derrota no Tribunal de Londres, sendo condenado a pagar cerca de 1,9 mil milhões de dólares ao Estado moçambicano no âmbito das dívidas ocultas. A decisão resulta do incumprimento de requisitos processuais, nomeadamente o não depósito da caução necessária para admissão do recurso. Com esta deliberação, a sentença de Julho de 2024 mantém se definitiva para as entidades corporativas da Privinvest. Além da condenação, a empresa foi responsabilizada pelo pagamento das custas judiciais, reforçando a posição de Moçambique no litígio internacional.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="31087" class="elementor elementor-31087" data-elementor-post-type="post">
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									<p>O Grupo Privinvest sofreu uma nova derrota no Tribunal de Londres, no Reino Unido, no âmbito do processo movido pelo Estado moçambicano relacionado com as chamadas dívidas ocultas. A decisão resulta do incumprimento de exigências processuais, nomeadamente o não depósito da caução necessária para admissão do recurso apresentado pela empresa.</p><p>Com esta decisão, a sentença proferida em Julho de 2024 mantém-se válida e passa a ter carácter definitivo no que diz respeito às entidades corporativas da Privinvest, que ficam obrigadas ao pagamento de cerca de 1,9 mil milhões de dólares norte-americanos ao Estado moçambicano.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Falha processual inviabiliza recurso da empresa</h2>				</div>
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									<p>O tribunal britânico considerou que o não cumprimento dos requisitos exigidos para o prosseguimento do recurso impossibilitou a sua apreciação, consolidando assim a decisão anteriormente proferida contra o grupo empresarial.</p><p>Além da confirmação da condenação, a Privinvest foi igualmente responsabilizada pelo pagamento das custas judiciais associadas ao processo de recurso.</p><p>A decisão reforça a posição do Estado moçambicano no contencioso internacional relacionado com as dívidas ocultas, mantendo a responsabilidade civil da empresa no centro do litígio julgado em Londres.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Inflação em Moçambique sobe para 4,41% com alimentos a liderarem pressão de preços</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 07:46:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Energia e Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Estatística (INE) anunciou que Moçambique registou uma inflação homóloga de 4,41% em Abril de 2026, com base no Índice de Preços no Consumidor das oito cidades. A inflação mensal foi de 0,63% e a acumulada de Janeiro a Abril atingiu 2,80%. O sector alimentar continua a liderar a pressão inflacionária, com aumentos em hortícolas e peixe fresco. Em contrapartida, produtos como pepino, milho e camarão registaram quedas. Tete apresentou a maior variação mensal (2,20%), enquanto Quelimane registou ligeira descida nos preços.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="31080" class="elementor elementor-31080" data-elementor-post-type="post">
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									<p>A economia moçambicana registou uma inflação homóloga de 4,41% em Abril de 2026, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), no Índice de Preços no Consumidor (IPC) das oito cidades, tendo como base o ano de 2023.</p><p>O relatório, tornado público a 8 de Maio de 2026, indica que a inflação mensal situou-se em 0,63%, enquanto a variação acumulada de Janeiro a Abril atingiu 2,80%. O desempenho dos preços continua a ser fortemente influenciado pelo aumento dos custos no sector alimentar, que mantém o maior peso na estrutura de consumo das famílias moçambicanas.</p><p>A divisão de alimentação e bebidas não alcoólicas voltou a ser o principal motor da subida de preços, com destaque para produtos como couve, alface, repolho, cebola, tomate e peixe fresco, que registaram aumentos significativos no período em análise.</p><p>Apesar da pressão inflacionária, alguns produtos registaram queda de preços, incluindo o pepino, milho em grão, camarão fresco, feijão manteiga, coco, cimento e peixe seco, o que contribuiu para atenuar parcialmente a subida geral do nível de preços.</p><p>No acumulado do ano, o sector alimentar lidera novamente as contribuições para a inflação, seguido pela área de habitação, água, electricidade, gás e outros combustíveis, reflectindo o peso dos bens essenciais no orçamento das famílias.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Disparidades regionais marcam comportamento dos preços</h2>				</div>
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									<p>A análise por cidades revela dinâmicas distintas. A Cidade de Tete registou a maior variação mensal, com 2,20%, seguida de Nampula e Beira. Em contrapartida, Quelimane apresentou uma ligeira queda de preços no mesmo período.</p><p>Apesar das variações regionais, o INE considera que a tendência nacional permanece relativamente estável, ainda que sob pressão de alimentos e serviços essenciais.</p><p>O relatório sublinha ainda que o IPC mede a evolução de um conjunto de bens e serviços representativos do consumo das famílias, com base no Inquérito ao Orçamento Familiar de 2022 e na classificação internacional COICOP das Nações Unidas.</p>								</div>
					</div>
				</div>
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		<title>Banco de Moçambique aperta fiscalização e força bancos a devolver milhões a clientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 07:12:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Energia e Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco de Moçambique reforçou a fiscalização sobre o sistema financeiro e determinou a devolução de mais de 16,3 milhões de meticais a clientes lesados por irregularidades em bancos comerciais e instituições de moeda electrónica. O relatório de reclamações do segundo semestre de 2025 registou 483 queixas, sobretudo relacionadas com crédito, contas bancárias e ATM. As medidas incluem inspecções presenciais e reuniões com administrações, visando corrigir débitos indevidos, transferências não creditadas e falhas em contratos. O Banco Central reafirma o compromisso com a protecção dos consumidores e a estabilidade financeira.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="31074" class="elementor elementor-31074" data-elementor-post-type="post">
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									<p>O Banco de Moçambique intensificou a supervisão sobre o sistema financeiro nacional e determinou a devolução de mais de 16,3 milhões de meticais a clientes lesados, na sequência de irregularidades identificadas em bancos comerciais e instituições de moeda electrónica, segundo estatísticas de reclamações relativas ao segundo semestre de 2025.</p><p>O relatório, produzido no âmbito da Circular n.º 8/EFI/2021, analisa 483 reclamações apresentadas por clientes contra 23 instituições financeiras, num universo de mais de 31,6 milhões de contas ou clientes abrangidos.</p><p>As principais reclamações concentram-se em operações de crédito, contas bancárias e serviços de ATM, que juntos representam a maioria das queixas registadas.</p><p>No segmento de crédito, os clientes apontam sobretudo divergências na execução de contratos, alterações indevidas de prazos e cobranças após liquidação total da dívida.</p><p>Nas contas bancárias, predominam denúncias de débitos indevidos e bloqueios considerados injustificados. Já nos ATM, a principal irregularidade reportada está relacionada com situações em que o dinheiro não é disponibilizado, mas o valor é debitado da conta do cliente.</p><p>Também foram registadas queixas em transferências não creditadas, erros no sistema de registo de crédito (CRC), falhas em POS, problemas em internet banking, bem como cobranças indevidas em seguros e operações cambiais.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Banco central impõe medidas e reforça controlo</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-7040a46 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="7040a46" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>Face às irregularidades identificadas, o Banco de Moçambique determinou a aplicação de medidas correctivas, incluindo a devolução de 16.332.230,73 meticais aos clientes afectados.</p><p>A instituição realizou ainda oito inspecções presenciais e promoveu reuniões com os conselhos de administração dos bancos envolvidos, com vista ao reforço dos mecanismos de controlo interno e cumprimento das normas prudenciais.</p><p>O Banco de Moçambique assegura que continuará a monitorar o sector financeiro de forma contínua, com foco na protecção dos consumidores de serviços bancários e na estabilidade do sistema financeiro nacional.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Cahora Bassa gera 344 milhões USD e projecta crescimento de 7% em 2026</title>
		<link>https://verificamz.co.mz/cahora-bassa-344-milhoes-crescimento-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 13:58:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Energia e Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) registou receitas de 344 milhões USD e produção de 10.921 GWh em 2025, apesar das restrições hidrológicas na Bacia do Zambeze. A empresa entregou cerca de 300 milhões USD ao Estado e alcançou um resultado líquido de 112 milhões USD. Com projectos de modernização e expansão, incluindo a Central Norte e a Central Fotovoltaica, a HCB reforça a segurança energética nacional e regional. Para 2026, prevê crescimento superior a 7%, com produção estimada acima de 11.700 GWh.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="31067" class="elementor elementor-31067" data-elementor-post-type="post">
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									<p>A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) registou, no exercício económico de 2025, receitas na ordem de 344 milhões de dólares e uma produção total de 10.921 GWh, num ano marcado por fortes constrangimentos hidrológicos na Bacia do Zambeze.</p><p>Apesar da redução dos níveis de armazenamento da albufeira, a empresa manteve o fornecimento regular de energia ao mercado nacional e regional, incluindo à Electricidade de Moçambique (EDM), à Eskom, à ZESA e ao mercado da Southern African Power Pool (SAPP), assegurando a estabilidade energética.</p><p>No mesmo período, a HCB alcançou um resultado líquido de 112 milhões de dólares e contribuiu com cerca de 300 milhões de dólares para o Estado moçambicano, através de impostos, taxas e dividendos, reforçando o seu papel como activo estratégico da economia nacional.</p><p style="padding-left: 40px;">“A HCB alcançou receitas na ordem de 344 milhões de dólares e um resultado líquido de 112 milhões de dólares, o que reflecte uma gestão prudente dos recursos hídricos e financeiros. No mesmo ano de 2025, a empresa contribuiu com cerca de 300 milhões de dólares norte-americanos para o Estado moçambicano, por meio de impostos, taxas e dividendos, reforçando o seu papel como activo estratégico para a economia nacional e para a estabilidade energética do país”, afirmou o Presidente do Conselho de Administração, Tomás Matola.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-bebc814 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="bebc814" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Recuperação da albufeira e resiliência operacional</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-7040a46 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="7040a46" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>O ano foi marcado por uma das secas mais severas das últimas décadas, com os níveis de armazenamento a situarem-se em 26,01% no final da época chuvosa. Ainda assim, medidas de gestão permitiram uma recuperação para 27,23% até ao final de 2025, acima dos níveis registados no período homólogo anterior.</p><p>A empresa deu continuidade aos projectos de manutenção e modernização, incluindo a reabilitação da Central Sul e da Subestação Conversora do Songo, bem como iniciativas de expansão como a Central Norte e a Central Fotovoltaica, com vista ao aumento da capacidade de produção e diversificação da matriz energética.</p><p>As projecções para 2026 são positivas, com os níveis de armazenamento da albufeira a atingirem cerca de 56%, o que poderá permitir uma produção superior a 11.700 GWh, representando um crescimento estimado acima de 7%.</p><p style="padding-left: 40px;">“Os resultados alcançados em 2025 demonstram a resiliência da HCB face a um contexto hidrológico exigente, bem como o nosso compromisso com a sustentabilidade operacional e com a criação de benefícios económicos e sociais para o país”, concluiu Tomás Matola.</p><p>Com estes indicadores, a HCB reforça a sua posição como um dos principais pilares da segurança energética e do desenvolvimento económico de Moçambique.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
		<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/cahora-bassa-344-milhoes-crescimento-2026/">Cahora Bassa gera 344 milhões USD e projecta crescimento de 7% em 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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		<item>
		<title>Moçambique actualiza salários mínimos com foco no equilíbrio económico e social</title>
		<link>https://verificamz.co.mz/mocambique-actualizacao-salarios-minimos-abril-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ernesto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 15:44:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Transportes e Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho de Ministros aprovou a actualização dos salários mínimos nacionais, com efeitos a partir de 1 de Abril de 2026, no quadro da concertação social tripartida. Os reajustes abrangem todos os sectores de actividade económica, com variações entre 0% e 7%, reflectindo a capacidade produtiva de cada segmento. O Governo sublinha que a medida procura equilibrar rendimento dos trabalhadores e sustentabilidade das empresas, considerando factores como produtividade, preservação do emprego formal e impactos externos. A decisão reafirma o compromisso com crescimento sustentável e melhoria progressiva das condições de vida.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="31061" class="elementor elementor-31061" data-elementor-post-type="post">
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									<p>O Conselho de Ministros aprovou, esta terça-feira (28), em Maputo, o reajuste dos salários mínimos nacionais, no quadro do processo de concertação social tripartida da Comissão Consultiva do Trabalho, numa medida que o Governo enquadra na busca de equilíbrio entre a protecção dos rendimentos dos trabalhadores e a sustentabilidade das empresas.</p><p>As novas tabelas salariais entram em vigor com efeitos a partir de 1 de Abril de 2026 e abrangem todos os sectores de actividade económica, com actualizações diferenciadas em função da capacidade produtiva e da realidade financeira de cada segmento.</p><p>O reajuste aprovado contempla sectores como agricultura, pesca, indústria extractiva, transformação, construção, energia, serviços e sistema financeiro, com variações que vão de 0% a 7%, dependendo do ramo de actividade.</p><p>Entre os destaques, a indústria de extracção de minerais regista um dos maiores aumentos, enquanto a pesca de kapenta mantém o salário inalterado, reflectindo a diferenciação das condições económicas sectoriais.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Concertação social como base da decisão</h2>				</div>
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									<p>O Governo sublinha que a definição dos salários mínimos resulta de um processo de diálogo entre trabalhadores, empregadores e Executivo, através da Comissão Consultiva do Trabalho, considerada um mecanismo essencial para garantir estabilidade nas relações laborais.</p><p>Neste contexto, o Executivo reafirma que, embora respeite a autonomia dos parceiros sociais, assume responsabilidade directa na condução e aprovação das políticas salariais.</p><p>As autoridades destacam que os reajustes procuram reflectir um equilíbrio possível entre a melhoria das condições de vida dos trabalhadores e a capacidade das empresas de manterem a sua actividade e níveis de emprego.</p><p>Foram considerados factores como a produtividade, a situação económica dos sectores, a necessidade de preservação do emprego formal e o impacto do contexto económico interno e externo.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Contexto económico e desafios estruturais</h2>				</div>
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									<p>O Governo refere ainda que a decisão teve em conta desafios conjunturais e estruturais da economia, incluindo conflitos internacionais, impactos do terrorismo em Cabo Delgado e eventos climáticos extremos, que condicionam o desempenho de vários sectores produtivos.</p><p>O Executivo defende que a melhoria salarial deve ser acompanhada pelo aumento da produção, investimento e produtividade, de forma a garantir a sustentabilidade do sistema económico.</p><p>Reafirma igualmente o compromisso de continuar a trabalhar com os parceiros sociais, promovendo um ambiente de concertação que assegure estabilidade laboral e melhoria progressiva das condições de vida das famílias moçambicanas.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Presidente da República promove Moçambique como destino de investimento na Etiópia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 15:36:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Transportes e Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a visita oficial à Etiópia, Daniel Chapo afirmou que Moçambique se posiciona como destino atractivo para investimento, destacando grandes projectos de gás natural avaliados em 60 mil milhões de dólares e o potencial em minerais críticos como grafite e lítio. O Presidente sublinhou a necessidade de diversificação económica e convidou investidores a participarem em projectos energéticos como Mphanda Nkuwa e iniciativas solares. Referiu ainda o potencial agrícola e logístico do país e apelou ao reforço do investimento intra africano no quadro da integração continental.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="31056" class="elementor elementor-31056" data-elementor-post-type="post">
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									<p>O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, afirmou em Adis Abeba que Moçambique se posiciona actualmente como um destino atractivo para investimento, destacando oportunidades em sectores estratégicos da economia e defendendo o reforço das parcerias com o sector privado etíope.</p><p>A declaração foi feita durante um encontro com empresários da Etiópia, no âmbito da sua visita oficial, centrada na promoção de cooperação económica e na captação de investimento estrangeiro directo.</p><p>O Chefe do Estado destacou o peso dos grandes projectos de gás natural em curso no país, avaliados em cerca de 60 mil milhões de dólares, sublinhando que estes investimentos reforçam a confiança internacional na economia moçambicana e posicionam o país como um actor relevante no mercado energético global.</p><p>Segundo o Presidente, estes projectos constituem uma base importante para a expansão da capacidade produtiva nacional e para o aumento das receitas fiscais, com impacto directo na economia.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Diversificação e aposta em recursos estratégicos</h2>				</div>
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									<p>No seu discurso, Daniel Chapo referiu igualmente o potencial de Moçambique em minerais críticos como grafite e lítio, sublinhando que a estratégia económica do Governo passa pela diversificação da base produtiva.</p><p style="padding-left: 40px;">“O nosso objectivo é diversificar a nossa economia”, afirmou, defendendo a redução da dependência exclusiva dos recursos naturais e a promoção de cadeias de valor internas.</p><p>O sector energético foi apresentado como um dos pilares centrais da estratégia económica, com o país a ser apontado como potencial hub de produção e distribuição de electricidade na região da África Austral.</p><p>O Presidente convidou investidores a participarem em projectos estruturantes, como a central hidroeléctrica de Mphanda Nkuwa e iniciativas de expansão da energia solar, sublinhando a necessidade de investimento privado para acelerar a industrialização.</p><p>Chapo destacou ainda o potencial agrícola de Moçambique, com cerca de 36 milhões de hectares de terras aráveis, e a sua localização estratégica para acesso a mercados internacionais, incluindo a China.</p><p>Este posicionamento, segundo explicou, representa uma vantagem competitiva para o desenvolvimento de cadeias de produção orientadas para exportação e transformação local.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Reformas económicas e ambiente de negócios</h2>				</div>
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									<p>O Chefe do Estado referiu que o Governo está a implementar reformas para melhorar o ambiente de negócios, incluindo a criação de zonas económicas especiais e modelos de investimento em infra-estruturas com participação privada.</p><p>Estas medidas visam atrair capital estrangeiro, aumentar a competitividade da economia e acelerar a criação de emprego.</p><p>No encerramento da sua intervenção, Daniel Chapo defendeu o reforço do investimento intra-africano no quadro do mercado livre continental, incentivando os empresários a expandirem a sua actuação para além das fronteiras nacionais.</p><p style="padding-left: 40px;">“Temos que começar a investir fora dos nossos países”, afirmou, sublinhando a importância da integração económica como motor de crescimento e desenvolvimento do continente africano.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Moçambique revê carteira de projectos financiados pelo FIDA no valor de 522 milhões de dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 15:21:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Transportes e Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo de Moçambique lançou a Missão de Avaliação Independente da carteira de projectos co financiados pelo FIDA, referente ao período 2017–2025, avaliada em 522 milhões de dólares. A iniciativa, conduzida pelo Escritório de Avaliação Independente do FIDA, visa reforçar a eficiência da cooperação financeira internacional e orientar a próxima fase de financiamento no âmbito do COSOP. Os projectos abrangem agricultura, pescas e resiliência climática, com impacto directo nas zonas rurais e costeiras. Autoridades destacam que os resultados irão alinhar políticas e investimentos às prioridades nacionais.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="31050" class="elementor elementor-31050" data-elementor-post-type="post">
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									<p>O Governo de Moçambique, através do Ministério das Finanças, lançou em Maputo a Missão de Avaliação Independente do Portfólio de Projectos co-financiados pelo Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA), no período 2017-2025, num processo que envolve uma carteira avaliada em 522 milhões de dólares norte-americanos.</p><p>A iniciativa insere-se na necessidade de reforçar a eficiência da cooperação financeira internacional, assegurando que os recursos mobilizados se traduzam em maior impacto económico, sobretudo nas zonas rurais e costeiras do País.</p><p>A missão, conduzida pelo Escritório de Avaliação Independente do FIDA (IOE), deverá produzir recomendações estratégicas para orientar a próxima fase de financiamento e programação de projectos, no âmbito do COSOP (Programa de Oportunidades Estratégicas para o País).</p><p>Os projectos avaliados estão distribuídos pelas regiões sul, centro e norte, com incidência em sectores-chave como agricultura, pescas e resiliência climática, considerados fundamentais para a diversificação da economia e o reforço da segurança alimentar.</p><p>Segundo a Directora Nacional Adjunta de Gestão da Dívida Pública, Ruth Cangela, o exercício é estratégico por permitir alinhar a futura cooperação com o FIDA às prioridades nacionais de desenvolvimento.</p><p>A responsável sublinhou que os resultados da avaliação terão impacto directo na definição de políticas e investimentos, especialmente em áreas com forte potencial produtivo e de geração de rendimento.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Cooperação e sustentabilidade financeira</h2>				</div>
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									<p>O Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas destacou que a avaliação representa uma oportunidade para melhorar a qualidade da despesa pública e reforçar a sustentabilidade dos investimentos no sector agrário.</p><p>A análise permitirá ainda identificar lições aprendidas e ajustar mecanismos de implementação, com vista a maximizar o retorno económico dos projectos financiados.</p><p>O FIDA, através do seu Escritório no País e do Escritório Independente de Avaliação, reiterou que o exercício visa fortalecer a eficácia da cooperação e garantir que os investimentos contribuam de forma mais consistente para a redução da pobreza rural e o aumento da produtividade.</p><p>O chefe da missão, Paolo Silveri, destacou que a avaliação permitirá captar aprendizagens essenciais para orientar futuras intervenções, com maior foco em resultados e impacto económico sustentável.</p><p>Com esta avaliação, o Governo e o FIDA procuram consolidar uma abordagem mais orientada para resultados, reforçando a ligação entre financiamento internacional, crescimento económico e desenvolvimento rural inclusivo, num contexto de crescente necessidade de eficiência na gestão dos recursos públicos e externos.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Moçambique e EUA assinam acordo de 537,5 milhões USD para reforço da cooperação económica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 15:09:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Transportes e Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Moçambique e os Estados Unidos formalizaram o MCA–Compacto II da Millennium Challenge Corporation (MCC), avaliado em 537,5 milhões de dólares, para reforçar a cooperação económica e dinamizar sectores produtivos. O programa prevê a construção da ponte sobre o rio Licungo, reabilitação de estradas rurais e intervenções em corredores logísticos como o de Nacala. O Governo sublinha que os investimentos vão reduzir custos de transporte, aumentar a competitividade agrícola e comercial e estimular o emprego. O acordo consolida a parceria bilateral e aposta em crescimento sustentável e inclusão económica.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="31042" class="elementor elementor-31042" data-elementor-post-type="post">
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									<p>Moçambique e os Estados Unidos da América formalizaram a implementação do MCA–Compacto II da Millennium Challenge Corporation (MCC), avaliado em 537,5 milhões de dólares, num pacote orientado para o reforço da conectividade económica, melhoria das infra-estruturas logísticas e promoção do crescimento sustentável.</p><p>O acordo, assinado através do Aide-Mémoire em Maputo, marca um novo ciclo da cooperação bilateral, centrado na criação de condições para o aumento da produtividade, redução de custos de transporte e maior integração dos mercados internos e regionais.</p><p>O financiamento será canalizado para projectos estruturantes nas áreas de transportes e desenvolvimento territorial, com impacto directo na actividade económica, especialmente nos sectores agrícola e comercial.</p><p>O programa prevê a construção da ponte sobre o rio Licungo, na província da Zambézia, bem como a reabilitação de estradas rurais em Nampula e outras regiões do norte e centro do país.</p><p>Estas intervenções são consideradas estratégicas para melhorar o escoamento da produção agrícola, facilitar o acesso aos mercados e reduzir as perdas pós-colheita, com impacto directo no rendimento das famílias e na competitividade do sector produtivo.</p><p>Estão igualmente incluídas intervenções em corredores logísticos estruturantes, como o Corredor de Nacala, que desempenha um papel central na ligação entre zonas produtivas e os principais portos nacionais.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Impacto económico e investimento</h2>				</div>
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									<p>Segundo as autoridades, o programa MCC visa reforçar a eficiência da economia moçambicana através da melhoria das infra-estruturas de suporte ao comércio e ao investimento privado.</p><p>O ministro da Planificação e Desenvolvimento, Salim Valá, destacou que os investimentos têm impacto directo na competitividade do país.</p><p style="padding-left: 40px;">“Os investimentos visam potenciar um eixo logístico fundamental para a economia nacional, com impacto directo na integração regional e no posicionamento do País nos circuitos do comércio internacional.”</p><p>O Governo sublinha que o programa está alinhado com a estratégia de diversificação económica, criação de emprego e fortalecimento das cadeias de valor.</p><p>A encarregada de negócios da Embaixada dos Estados Unidos em Moçambique, Abigail Dressel, destacou que o acordo reforça a confiança na parceria económica entre os dois países.</p><p style="padding-left: 40px;">“O acordo reflecte a confiança mútua que sustenta a colaboração entre os Estados Unidos e Moçambique.”</p><p>As autoridades consideram que o reforço do MCC irá estimular novos fluxos de investimento e melhorar o ambiente de negócios, sobretudo em sectores ligados à logística, agricultura e comércio.</p><p>O programa deverá contribuir para a redução dos custos operacionais das empresas, aumento da eficiência dos corredores de transporte e maior integração dos mercados internos.</p><p>O Governo espera ainda que os investimentos gerem emprego directo e indirecto, com impacto positivo na economia local e no desenvolvimento das regiões abrangidas.</p><p>Com este acordo, Moçambique e os Estados Unidos reforçam a sua cooperação económica, apostando em infra-estruturas como pilar fundamental para o crescimento sustentável e a competitividade do país.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
		<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/mocambique-eua-cooperacao-economica-537-milhoes/">Moçambique e EUA assinam acordo de 537,5 milhões USD para reforço da cooperação económica</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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		<title>Reabilitação da EN6 vista como chave para dinamizar economia regional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 13:28:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Transportes e Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A reabilitação da Estrada Nacional Número 6 (EN6) é considerada decisiva para dinamizar a economia regional, ao reforçar o corredor da Beira, vital para o comércio com Zimbabwe, Zâmbia e Malawi. O Plano Operacional de Intervenção prevê melhorias na transitabilidade, redução de custos logísticos e maior eficiência nas cadeias de abastecimento. O sector privado destaca o impacto económico da obra, inserida numa estratégia nacional de valorização dos corredores logísticos. A recuperação da via deverá aumentar o volume de carga transportada e consolidar Moçambique como hub logístico regional.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="31035" class="elementor elementor-31035" data-elementor-post-type="post">
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									<p>A reabilitação da Estrada Nacional Número 6 (EN6) está a ser apontada como um passo decisivo para impulsionar a economia regional, ao reforçar a eficiência do Corredor da Beira, uma das principais rotas de escoamento de mercadorias no país.</p><p>A via, que liga o Porto da Beira aos países do hinterland, desempenha um papel central no transporte de carga para mercados como Zimbabwe, Zâmbia e Malawi, sendo determinante para a integração económica regional e o aumento da competitividade logística de Moçambique.</p><p>Com a implementação do Plano Operacional de Intervenção, espera-se uma melhoria significativa na transitabilidade, com impacto directo na redução dos custos de transporte, diminuição do tempo de viagem e maior previsibilidade nas cadeias de abastecimento.</p><p>A degradação da estrada vinha representando perdas económicas relevantes, afectando operadores logísticos, exportadores e importadores, além de comprometer a atractividade do corredor para o comércio internacional.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-bebc814 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="bebc814" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Sector privado destaca impacto económico da intervenção</h2>				</div>
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									<p>O Director de Engenharia da Revimo, Vidigal Rodrigues, sublinhou a relevância económica da obra, ao afirmar que “o Corredor da Beira é muito importante, não só para o país, mas também para a região do hinterland”, evidenciando o papel da infra-estrutura no suporte ao comércio regional.</p><p>A aposta na reabilitação da EN6 insere-se numa estratégia mais ampla de valorização dos corredores logísticos, considerados fundamentais para estimular o investimento, facilitar o comércio transfronteiriço e aumentar a arrecadação de receitas.</p><p>Com melhores condições de circulação, o país posiciona-se como plataforma logística mais eficiente na região da África Austral, potenciando sectores como mineração, agricultura e indústria.</p><p>A recuperação da via deverá contribuir para o aumento do volume de carga transportada, maior fluidez no comércio e fortalecimento das relações económicas com países vizinhos.</p><p>Neste contexto, a EN6 consolida-se como um activo estratégico para o crescimento económico sustentável, reforçando o papel de Moçambique como hub logístico regional.</p>								</div>
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		<title>Expansão do Terminal de Carvão da Matola atinge 67% de execução</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 12:51:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Transportes e Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Terminal de Carvão da Matola, em Maputo, atingiu 67% de execução na sua expansão, com conclusão prevista para Dezembro de 2026. O projecto elevará a capacidade de oito para 12 milhões de toneladas anuais, impulsionando exportações de carvão e magnetite. A iniciativa integra a primeira fase de investimentos do Porto de Maputo, avaliada em 60 milhões de dólares, dentro de um plano global de dois mil milhões. O reforço da capacidade logística consolida o papel do porto como corredor estratégico para a África Austral e dinamiza receitas fiscais e cambiais.</p>
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									<p>O reforço da capacidade logística do Porto de Maputo começa a traduzir-se em ganhos económicos concretos, com o projecto de expansão do Terminal de Carvão da Matola (TCM) a atingir 67% de execução, numa fase considerada decisiva para o aumento das exportações minerais do país.</p><p>A infra-estrutura, estratégica para o escoamento de carvão e magnetite, deverá elevar a sua capacidade de oito para 12 milhões de toneladas por ano, contribuindo para o reforço das receitas de exportação e para a dinamização da cadeia logística nacional.</p><p>De acordo com o director de Projectos, Paulo Mata, o avanço físico do projecto reflecte o cumprimento do cronograma e a proximidade da entrada em operação da nova capacidade.</p><p style="padding-left: 40px;">“Os trabalhos em curso têm a sua conclusão prevista para Dezembro de 2026 e o progresso físico actual é de cerca de 67%.”</p><p>O aumento da capacidade do terminal surge num contexto de crescente procura regional, sobretudo por parte da África do Sul, principal utilizador do porto, consolidando o papel de Maputo como corredor logístico estratégico para a região da África Austral.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-bebc814 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="bebc814" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Investimento com efeito multiplicador</h2>				</div>
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									<p>A expansão do TCM integra a primeira fase de investimentos associados à renovação da concessão portuária, assinada em 2024, com impacto directo na competitividade do país e na atracção de novos fluxos comerciais.</p><p>Além do aumento da capacidade de manuseamento, o projecto inclui melhorias em infra-estruturas críticas, como acessos rodoviários, sistemas de drenagem e áreas de armazenagem, bem como a introdução de equipamentos modernos para maior eficiência operacional.</p><p style="padding-left: 40px;">“Dentro do prazo da primeira fase, os projectos serão concluídos, do ponto de vista do plano, do programa e de construção.”</p><p>Os efeitos do investimento já começam a ser visíveis noutros segmentos. A capacidade de carga geral foi ampliada para cerca de 15 milhões de toneladas por ano, superando metas inicialmente previstas, o que evidencia ganhos de eficiência e aumento da procura.</p><p>Em paralelo, decorre a expansão do terminal de contentores, que deverá duplicar a sua capacidade até 2027, reforçando a competitividade do porto no comércio internacional.</p><p>No global, o Porto de Maputo movimentou 32 milhões de toneladas em 2025, registando um crescimento de 3,4% face ao ano anterior, num sinal de consolidação do seu papel como plataforma logística regional.</p>								</div>
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