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	<title>Economia e Desenvolvimento – Verifica MZ</title>
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	<description>O olhar económico e institucional sobre o futuro de Moçambique.</description>
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	<title>Economia e Desenvolvimento – Verifica MZ</title>
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		<title>Cahora Bassa gera 344 milhões USD e projecta crescimento de 7% em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 13:58:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Energia e Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) registou receitas de 344 milhões USD e produção de 10.921 GWh em 2025, apesar das restrições hidrológicas na Bacia do Zambeze. A empresa entregou cerca de 300 milhões USD ao Estado e alcançou um resultado líquido de 112 milhões USD. Com projectos de modernização e expansão, incluindo a Central Norte e a Central Fotovoltaica, a HCB reforça a segurança energética nacional e regional. Para 2026, prevê crescimento superior a 7%, com produção estimada acima de 11.700 GWh.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="31067" class="elementor elementor-31067" data-elementor-post-type="post">
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									<p>A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) registou, no exercício económico de 2025, receitas na ordem de 344 milhões de dólares e uma produção total de 10.921 GWh, num ano marcado por fortes constrangimentos hidrológicos na Bacia do Zambeze.</p><p>Apesar da redução dos níveis de armazenamento da albufeira, a empresa manteve o fornecimento regular de energia ao mercado nacional e regional, incluindo à Electricidade de Moçambique (EDM), à Eskom, à ZESA e ao mercado da Southern African Power Pool (SAPP), assegurando a estabilidade energética.</p><p>No mesmo período, a HCB alcançou um resultado líquido de 112 milhões de dólares e contribuiu com cerca de 300 milhões de dólares para o Estado moçambicano, através de impostos, taxas e dividendos, reforçando o seu papel como activo estratégico da economia nacional.</p><p style="padding-left: 40px;">“A HCB alcançou receitas na ordem de 344 milhões de dólares e um resultado líquido de 112 milhões de dólares, o que reflecte uma gestão prudente dos recursos hídricos e financeiros. No mesmo ano de 2025, a empresa contribuiu com cerca de 300 milhões de dólares norte-americanos para o Estado moçambicano, por meio de impostos, taxas e dividendos, reforçando o seu papel como activo estratégico para a economia nacional e para a estabilidade energética do país”, afirmou o Presidente do Conselho de Administração, Tomás Matola.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Recuperação da albufeira e resiliência operacional</h2>				</div>
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									<p>O ano foi marcado por uma das secas mais severas das últimas décadas, com os níveis de armazenamento a situarem-se em 26,01% no final da época chuvosa. Ainda assim, medidas de gestão permitiram uma recuperação para 27,23% até ao final de 2025, acima dos níveis registados no período homólogo anterior.</p><p>A empresa deu continuidade aos projectos de manutenção e modernização, incluindo a reabilitação da Central Sul e da Subestação Conversora do Songo, bem como iniciativas de expansão como a Central Norte e a Central Fotovoltaica, com vista ao aumento da capacidade de produção e diversificação da matriz energética.</p><p>As projecções para 2026 são positivas, com os níveis de armazenamento da albufeira a atingirem cerca de 56%, o que poderá permitir uma produção superior a 11.700 GWh, representando um crescimento estimado acima de 7%.</p><p style="padding-left: 40px;">“Os resultados alcançados em 2025 demonstram a resiliência da HCB face a um contexto hidrológico exigente, bem como o nosso compromisso com a sustentabilidade operacional e com a criação de benefícios económicos e sociais para o país”, concluiu Tomás Matola.</p><p>Com estes indicadores, a HCB reforça a sua posição como um dos principais pilares da segurança energética e do desenvolvimento económico de Moçambique.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Moçambique actualiza salários mínimos com foco no equilíbrio económico e social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ernesto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 15:44:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Transportes e Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho de Ministros aprovou a actualização dos salários mínimos nacionais, com efeitos a partir de 1 de Abril de 2026, no quadro da concertação social tripartida. Os reajustes abrangem todos os sectores de actividade económica, com variações entre 0% e 7%, reflectindo a capacidade produtiva de cada segmento. O Governo sublinha que a medida procura equilibrar rendimento dos trabalhadores e sustentabilidade das empresas, considerando factores como produtividade, preservação do emprego formal e impactos externos. A decisão reafirma o compromisso com crescimento sustentável e melhoria progressiva das condições de vida.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="31061" class="elementor elementor-31061" data-elementor-post-type="post">
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									<p>O Conselho de Ministros aprovou, esta terça-feira (28), em Maputo, o reajuste dos salários mínimos nacionais, no quadro do processo de concertação social tripartida da Comissão Consultiva do Trabalho, numa medida que o Governo enquadra na busca de equilíbrio entre a protecção dos rendimentos dos trabalhadores e a sustentabilidade das empresas.</p><p>As novas tabelas salariais entram em vigor com efeitos a partir de 1 de Abril de 2026 e abrangem todos os sectores de actividade económica, com actualizações diferenciadas em função da capacidade produtiva e da realidade financeira de cada segmento.</p><p>O reajuste aprovado contempla sectores como agricultura, pesca, indústria extractiva, transformação, construção, energia, serviços e sistema financeiro, com variações que vão de 0% a 7%, dependendo do ramo de actividade.</p><p>Entre os destaques, a indústria de extracção de minerais regista um dos maiores aumentos, enquanto a pesca de kapenta mantém o salário inalterado, reflectindo a diferenciação das condições económicas sectoriais.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Concertação social como base da decisão</h2>				</div>
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									<p>O Governo sublinha que a definição dos salários mínimos resulta de um processo de diálogo entre trabalhadores, empregadores e Executivo, através da Comissão Consultiva do Trabalho, considerada um mecanismo essencial para garantir estabilidade nas relações laborais.</p><p>Neste contexto, o Executivo reafirma que, embora respeite a autonomia dos parceiros sociais, assume responsabilidade directa na condução e aprovação das políticas salariais.</p><p>As autoridades destacam que os reajustes procuram reflectir um equilíbrio possível entre a melhoria das condições de vida dos trabalhadores e a capacidade das empresas de manterem a sua actividade e níveis de emprego.</p><p>Foram considerados factores como a produtividade, a situação económica dos sectores, a necessidade de preservação do emprego formal e o impacto do contexto económico interno e externo.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Contexto económico e desafios estruturais</h2>				</div>
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									<p>O Governo refere ainda que a decisão teve em conta desafios conjunturais e estruturais da economia, incluindo conflitos internacionais, impactos do terrorismo em Cabo Delgado e eventos climáticos extremos, que condicionam o desempenho de vários sectores produtivos.</p><p>O Executivo defende que a melhoria salarial deve ser acompanhada pelo aumento da produção, investimento e produtividade, de forma a garantir a sustentabilidade do sistema económico.</p><p>Reafirma igualmente o compromisso de continuar a trabalhar com os parceiros sociais, promovendo um ambiente de concertação que assegure estabilidade laboral e melhoria progressiva das condições de vida das famílias moçambicanas.</p>								</div>
					</div>
				</div>
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		<title>Presidente da República promove Moçambique como destino de investimento na Etiópia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 15:36:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Transportes e Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a visita oficial à Etiópia, Daniel Chapo afirmou que Moçambique se posiciona como destino atractivo para investimento, destacando grandes projectos de gás natural avaliados em 60 mil milhões de dólares e o potencial em minerais críticos como grafite e lítio. O Presidente sublinhou a necessidade de diversificação económica e convidou investidores a participarem em projectos energéticos como Mphanda Nkuwa e iniciativas solares. Referiu ainda o potencial agrícola e logístico do país e apelou ao reforço do investimento intra africano no quadro da integração continental.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="31056" class="elementor elementor-31056" data-elementor-post-type="post">
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									<p>O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, afirmou em Adis Abeba que Moçambique se posiciona actualmente como um destino atractivo para investimento, destacando oportunidades em sectores estratégicos da economia e defendendo o reforço das parcerias com o sector privado etíope.</p><p>A declaração foi feita durante um encontro com empresários da Etiópia, no âmbito da sua visita oficial, centrada na promoção de cooperação económica e na captação de investimento estrangeiro directo.</p><p>O Chefe do Estado destacou o peso dos grandes projectos de gás natural em curso no país, avaliados em cerca de 60 mil milhões de dólares, sublinhando que estes investimentos reforçam a confiança internacional na economia moçambicana e posicionam o país como um actor relevante no mercado energético global.</p><p>Segundo o Presidente, estes projectos constituem uma base importante para a expansão da capacidade produtiva nacional e para o aumento das receitas fiscais, com impacto directo na economia.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Diversificação e aposta em recursos estratégicos</h2>				</div>
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									<p>No seu discurso, Daniel Chapo referiu igualmente o potencial de Moçambique em minerais críticos como grafite e lítio, sublinhando que a estratégia económica do Governo passa pela diversificação da base produtiva.</p><p style="padding-left: 40px;">“O nosso objectivo é diversificar a nossa economia”, afirmou, defendendo a redução da dependência exclusiva dos recursos naturais e a promoção de cadeias de valor internas.</p><p>O sector energético foi apresentado como um dos pilares centrais da estratégia económica, com o país a ser apontado como potencial hub de produção e distribuição de electricidade na região da África Austral.</p><p>O Presidente convidou investidores a participarem em projectos estruturantes, como a central hidroeléctrica de Mphanda Nkuwa e iniciativas de expansão da energia solar, sublinhando a necessidade de investimento privado para acelerar a industrialização.</p><p>Chapo destacou ainda o potencial agrícola de Moçambique, com cerca de 36 milhões de hectares de terras aráveis, e a sua localização estratégica para acesso a mercados internacionais, incluindo a China.</p><p>Este posicionamento, segundo explicou, representa uma vantagem competitiva para o desenvolvimento de cadeias de produção orientadas para exportação e transformação local.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Reformas económicas e ambiente de negócios</h2>				</div>
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									<p>O Chefe do Estado referiu que o Governo está a implementar reformas para melhorar o ambiente de negócios, incluindo a criação de zonas económicas especiais e modelos de investimento em infra-estruturas com participação privada.</p><p>Estas medidas visam atrair capital estrangeiro, aumentar a competitividade da economia e acelerar a criação de emprego.</p><p>No encerramento da sua intervenção, Daniel Chapo defendeu o reforço do investimento intra-africano no quadro do mercado livre continental, incentivando os empresários a expandirem a sua actuação para além das fronteiras nacionais.</p><p style="padding-left: 40px;">“Temos que começar a investir fora dos nossos países”, afirmou, sublinhando a importância da integração económica como motor de crescimento e desenvolvimento do continente africano.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Moçambique revê carteira de projectos financiados pelo FIDA no valor de 522 milhões de dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 15:21:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Transportes e Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo de Moçambique lançou a Missão de Avaliação Independente da carteira de projectos co financiados pelo FIDA, referente ao período 2017–2025, avaliada em 522 milhões de dólares. A iniciativa, conduzida pelo Escritório de Avaliação Independente do FIDA, visa reforçar a eficiência da cooperação financeira internacional e orientar a próxima fase de financiamento no âmbito do COSOP. Os projectos abrangem agricultura, pescas e resiliência climática, com impacto directo nas zonas rurais e costeiras. Autoridades destacam que os resultados irão alinhar políticas e investimentos às prioridades nacionais.</p>
<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/mocambique-revisao-carteira-projectos-fida/">Moçambique revê carteira de projectos financiados pelo FIDA no valor de 522 milhões de dólares</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="31050" class="elementor elementor-31050" data-elementor-post-type="post">
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									<p>O Governo de Moçambique, através do Ministério das Finanças, lançou em Maputo a Missão de Avaliação Independente do Portfólio de Projectos co-financiados pelo Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA), no período 2017-2025, num processo que envolve uma carteira avaliada em 522 milhões de dólares norte-americanos.</p><p>A iniciativa insere-se na necessidade de reforçar a eficiência da cooperação financeira internacional, assegurando que os recursos mobilizados se traduzam em maior impacto económico, sobretudo nas zonas rurais e costeiras do País.</p><p>A missão, conduzida pelo Escritório de Avaliação Independente do FIDA (IOE), deverá produzir recomendações estratégicas para orientar a próxima fase de financiamento e programação de projectos, no âmbito do COSOP (Programa de Oportunidades Estratégicas para o País).</p><p>Os projectos avaliados estão distribuídos pelas regiões sul, centro e norte, com incidência em sectores-chave como agricultura, pescas e resiliência climática, considerados fundamentais para a diversificação da economia e o reforço da segurança alimentar.</p><p>Segundo a Directora Nacional Adjunta de Gestão da Dívida Pública, Ruth Cangela, o exercício é estratégico por permitir alinhar a futura cooperação com o FIDA às prioridades nacionais de desenvolvimento.</p><p>A responsável sublinhou que os resultados da avaliação terão impacto directo na definição de políticas e investimentos, especialmente em áreas com forte potencial produtivo e de geração de rendimento.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-bebc814 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="bebc814" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Cooperação e sustentabilidade financeira</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-7d65698 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="7d65698" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>O Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas destacou que a avaliação representa uma oportunidade para melhorar a qualidade da despesa pública e reforçar a sustentabilidade dos investimentos no sector agrário.</p><p>A análise permitirá ainda identificar lições aprendidas e ajustar mecanismos de implementação, com vista a maximizar o retorno económico dos projectos financiados.</p><p>O FIDA, através do seu Escritório no País e do Escritório Independente de Avaliação, reiterou que o exercício visa fortalecer a eficácia da cooperação e garantir que os investimentos contribuam de forma mais consistente para a redução da pobreza rural e o aumento da produtividade.</p><p>O chefe da missão, Paolo Silveri, destacou que a avaliação permitirá captar aprendizagens essenciais para orientar futuras intervenções, com maior foco em resultados e impacto económico sustentável.</p><p>Com esta avaliação, o Governo e o FIDA procuram consolidar uma abordagem mais orientada para resultados, reforçando a ligação entre financiamento internacional, crescimento económico e desenvolvimento rural inclusivo, num contexto de crescente necessidade de eficiência na gestão dos recursos públicos e externos.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
		<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/mocambique-revisao-carteira-projectos-fida/">Moçambique revê carteira de projectos financiados pelo FIDA no valor de 522 milhões de dólares</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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		<item>
		<title>Moçambique e EUA assinam acordo de 537,5 milhões USD para reforço da cooperação económica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 15:09:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Transportes e Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Moçambique e os Estados Unidos formalizaram o MCA–Compacto II da Millennium Challenge Corporation (MCC), avaliado em 537,5 milhões de dólares, para reforçar a cooperação económica e dinamizar sectores produtivos. O programa prevê a construção da ponte sobre o rio Licungo, reabilitação de estradas rurais e intervenções em corredores logísticos como o de Nacala. O Governo sublinha que os investimentos vão reduzir custos de transporte, aumentar a competitividade agrícola e comercial e estimular o emprego. O acordo consolida a parceria bilateral e aposta em crescimento sustentável e inclusão económica.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="31042" class="elementor elementor-31042" data-elementor-post-type="post">
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									<p>Moçambique e os Estados Unidos da América formalizaram a implementação do MCA–Compacto II da Millennium Challenge Corporation (MCC), avaliado em 537,5 milhões de dólares, num pacote orientado para o reforço da conectividade económica, melhoria das infra-estruturas logísticas e promoção do crescimento sustentável.</p><p>O acordo, assinado através do Aide-Mémoire em Maputo, marca um novo ciclo da cooperação bilateral, centrado na criação de condições para o aumento da produtividade, redução de custos de transporte e maior integração dos mercados internos e regionais.</p><p>O financiamento será canalizado para projectos estruturantes nas áreas de transportes e desenvolvimento territorial, com impacto directo na actividade económica, especialmente nos sectores agrícola e comercial.</p><p>O programa prevê a construção da ponte sobre o rio Licungo, na província da Zambézia, bem como a reabilitação de estradas rurais em Nampula e outras regiões do norte e centro do país.</p><p>Estas intervenções são consideradas estratégicas para melhorar o escoamento da produção agrícola, facilitar o acesso aos mercados e reduzir as perdas pós-colheita, com impacto directo no rendimento das famílias e na competitividade do sector produtivo.</p><p>Estão igualmente incluídas intervenções em corredores logísticos estruturantes, como o Corredor de Nacala, que desempenha um papel central na ligação entre zonas produtivas e os principais portos nacionais.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Impacto económico e investimento</h2>				</div>
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									<p>Segundo as autoridades, o programa MCC visa reforçar a eficiência da economia moçambicana através da melhoria das infra-estruturas de suporte ao comércio e ao investimento privado.</p><p>O ministro da Planificação e Desenvolvimento, Salim Valá, destacou que os investimentos têm impacto directo na competitividade do país.</p><p style="padding-left: 40px;">“Os investimentos visam potenciar um eixo logístico fundamental para a economia nacional, com impacto directo na integração regional e no posicionamento do País nos circuitos do comércio internacional.”</p><p>O Governo sublinha que o programa está alinhado com a estratégia de diversificação económica, criação de emprego e fortalecimento das cadeias de valor.</p><p>A encarregada de negócios da Embaixada dos Estados Unidos em Moçambique, Abigail Dressel, destacou que o acordo reforça a confiança na parceria económica entre os dois países.</p><p style="padding-left: 40px;">“O acordo reflecte a confiança mútua que sustenta a colaboração entre os Estados Unidos e Moçambique.”</p><p>As autoridades consideram que o reforço do MCC irá estimular novos fluxos de investimento e melhorar o ambiente de negócios, sobretudo em sectores ligados à logística, agricultura e comércio.</p><p>O programa deverá contribuir para a redução dos custos operacionais das empresas, aumento da eficiência dos corredores de transporte e maior integração dos mercados internos.</p><p>O Governo espera ainda que os investimentos gerem emprego directo e indirecto, com impacto positivo na economia local e no desenvolvimento das regiões abrangidas.</p><p>Com este acordo, Moçambique e os Estados Unidos reforçam a sua cooperação económica, apostando em infra-estruturas como pilar fundamental para o crescimento sustentável e a competitividade do país.</p>								</div>
					</div>
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		<title>Reabilitação da EN6 vista como chave para dinamizar economia regional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 13:28:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Transportes e Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A reabilitação da Estrada Nacional Número 6 (EN6) é considerada decisiva para dinamizar a economia regional, ao reforçar o corredor da Beira, vital para o comércio com Zimbabwe, Zâmbia e Malawi. O Plano Operacional de Intervenção prevê melhorias na transitabilidade, redução de custos logísticos e maior eficiência nas cadeias de abastecimento. O sector privado destaca o impacto económico da obra, inserida numa estratégia nacional de valorização dos corredores logísticos. A recuperação da via deverá aumentar o volume de carga transportada e consolidar Moçambique como hub logístico regional.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="31035" class="elementor elementor-31035" data-elementor-post-type="post">
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									<p>A reabilitação da Estrada Nacional Número 6 (EN6) está a ser apontada como um passo decisivo para impulsionar a economia regional, ao reforçar a eficiência do Corredor da Beira, uma das principais rotas de escoamento de mercadorias no país.</p><p>A via, que liga o Porto da Beira aos países do hinterland, desempenha um papel central no transporte de carga para mercados como Zimbabwe, Zâmbia e Malawi, sendo determinante para a integração económica regional e o aumento da competitividade logística de Moçambique.</p><p>Com a implementação do Plano Operacional de Intervenção, espera-se uma melhoria significativa na transitabilidade, com impacto directo na redução dos custos de transporte, diminuição do tempo de viagem e maior previsibilidade nas cadeias de abastecimento.</p><p>A degradação da estrada vinha representando perdas económicas relevantes, afectando operadores logísticos, exportadores e importadores, além de comprometer a atractividade do corredor para o comércio internacional.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Sector privado destaca impacto económico da intervenção</h2>				</div>
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									<p>O Director de Engenharia da Revimo, Vidigal Rodrigues, sublinhou a relevância económica da obra, ao afirmar que “o Corredor da Beira é muito importante, não só para o país, mas também para a região do hinterland”, evidenciando o papel da infra-estrutura no suporte ao comércio regional.</p><p>A aposta na reabilitação da EN6 insere-se numa estratégia mais ampla de valorização dos corredores logísticos, considerados fundamentais para estimular o investimento, facilitar o comércio transfronteiriço e aumentar a arrecadação de receitas.</p><p>Com melhores condições de circulação, o país posiciona-se como plataforma logística mais eficiente na região da África Austral, potenciando sectores como mineração, agricultura e indústria.</p><p>A recuperação da via deverá contribuir para o aumento do volume de carga transportada, maior fluidez no comércio e fortalecimento das relações económicas com países vizinhos.</p><p>Neste contexto, a EN6 consolida-se como um activo estratégico para o crescimento económico sustentável, reforçando o papel de Moçambique como hub logístico regional.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Expansão do Terminal de Carvão da Matola atinge 67% de execução</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 12:51:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Transportes e Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Terminal de Carvão da Matola, em Maputo, atingiu 67% de execução na sua expansão, com conclusão prevista para Dezembro de 2026. O projecto elevará a capacidade de oito para 12 milhões de toneladas anuais, impulsionando exportações de carvão e magnetite. A iniciativa integra a primeira fase de investimentos do Porto de Maputo, avaliada em 60 milhões de dólares, dentro de um plano global de dois mil milhões. O reforço da capacidade logística consolida o papel do porto como corredor estratégico para a África Austral e dinamiza receitas fiscais e cambiais.</p>
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									<p>O reforço da capacidade logística do Porto de Maputo começa a traduzir-se em ganhos económicos concretos, com o projecto de expansão do Terminal de Carvão da Matola (TCM) a atingir 67% de execução, numa fase considerada decisiva para o aumento das exportações minerais do país.</p><p>A infra-estrutura, estratégica para o escoamento de carvão e magnetite, deverá elevar a sua capacidade de oito para 12 milhões de toneladas por ano, contribuindo para o reforço das receitas de exportação e para a dinamização da cadeia logística nacional.</p><p>De acordo com o director de Projectos, Paulo Mata, o avanço físico do projecto reflecte o cumprimento do cronograma e a proximidade da entrada em operação da nova capacidade.</p><p style="padding-left: 40px;">“Os trabalhos em curso têm a sua conclusão prevista para Dezembro de 2026 e o progresso físico actual é de cerca de 67%.”</p><p>O aumento da capacidade do terminal surge num contexto de crescente procura regional, sobretudo por parte da África do Sul, principal utilizador do porto, consolidando o papel de Maputo como corredor logístico estratégico para a região da África Austral.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Investimento com efeito multiplicador</h2>				</div>
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									<p>A expansão do TCM integra a primeira fase de investimentos associados à renovação da concessão portuária, assinada em 2024, com impacto directo na competitividade do país e na atracção de novos fluxos comerciais.</p><p>Além do aumento da capacidade de manuseamento, o projecto inclui melhorias em infra-estruturas críticas, como acessos rodoviários, sistemas de drenagem e áreas de armazenagem, bem como a introdução de equipamentos modernos para maior eficiência operacional.</p><p style="padding-left: 40px;">“Dentro do prazo da primeira fase, os projectos serão concluídos, do ponto de vista do plano, do programa e de construção.”</p><p>Os efeitos do investimento já começam a ser visíveis noutros segmentos. A capacidade de carga geral foi ampliada para cerca de 15 milhões de toneladas por ano, superando metas inicialmente previstas, o que evidencia ganhos de eficiência e aumento da procura.</p><p>Em paralelo, decorre a expansão do terminal de contentores, que deverá duplicar a sua capacidade até 2027, reforçando a competitividade do porto no comércio internacional.</p><p>No global, o Porto de Maputo movimentou 32 milhões de toneladas em 2025, registando um crescimento de 3,4% face ao ano anterior, num sinal de consolidação do seu papel como plataforma logística regional.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Governo de Moçambique aponta falhas na cadeia de abastecimento e garante que nunca faltou combustível no país</title>
		<link>https://verificamz.co.mz/mocambique-governo-garante-abastecimento-combustivel-falhas-distribuicao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 14:22:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Energia e Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo de Moçambique garantiu que nunca houve ruptura no abastecimento de combustíveis, esclarecendo que as dificuldades pontuais resultaram de falhas na cadeia de distribuição e constrangimentos operacionais. Apesar da pressão internacional sobre os preços, o país manteve estabilidade graças a reservas estratégicas. O Executivo identificou problemas de liquidez em distribuidoras e práticas irregulares na distribuição, actualmente sob investigação. Foram adoptadas medidas excepcionais, incluindo flexibilização de aquisições e extensão de garantias bancárias. O Governo apelou à racionalização do consumo e reafirmou compromisso com a estabilidade económica.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="31023" class="elementor elementor-31023" data-elementor-post-type="post">
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									<p>O Governo de Moçambique assegura que não se registou, em nenhum momento, uma situação de falta de combustível no país, esclarecendo que as dificuldades pontuais observadas no abastecimento resultam de constrangimentos operacionais e falhas na cadeia de distribuição.</p><p>A posição foi avançada num comunicado do Executivo, que enquadra o actual contexto no plano económico e energético internacional, marcado por instabilidade geopolítica no Médio Oriente, com impactos directos nas cadeias globais de fornecimento e nos preços dos combustíveis.</p><p>O Governo refere que a crise internacional, incluindo perturbações em rotas estratégicas de transporte de energia, tem provocado aumento dos preços no mercado global, afectando países importadores como Moçambique.</p><p>Apesar deste cenário, o país afirma ter conseguido manter a estabilidade dos preços internos durante um determinado período, graças a reservas estratégicas e aquisições realizadas antes da subida dos custos internacionais.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-bebc814 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="bebc814" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Constrangimentos na distribuição e liquidez empresarial</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-7d65698 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="7d65698" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>No plano interno, o Executivo identifica problemas na cadeia de abastecimento como principal factor das disfunções registadas nos postos de combustível, sobretudo na cidade de Maputo.</p><p>Entre os desafios apontados estão dificuldades de liquidez de algumas empresas distribuidoras, limitações no acesso a garantias bancárias e fragilidades financeiras de operadores do sector, o que tem condicionado a reposição regular de stocks.</p><p>O Governo indica ainda a existência de práticas irregulares na distribuição, com casos em que a quantidade de combustível levantada nos terminais não correspondia ao volume efectivamente disponibilizado nos postos, situação que está sob investigação das autoridades competentes.</p><p>Para responder aos constrangimentos, foram adoptadas medidas de carácter excepcional com impacto directo no funcionamento do mercado de combustíveis, incluindo maior flexibilização na aquisição de produtos pelos postos de abastecimento e a extensão da validade de garantias bancárias, com o objectivo de reforçar a liquidez das empresas do sector.</p><p>Foi igualmente reforçada a proibição da reexportação de combustíveis, salvaguardando, contudo, o papel estratégico dos portos nacionais no abastecimento dos países do hinterland.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-b085815 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="b085815" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Perspectiva de ajustamento de preços</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-35dca8a cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="35dca8a" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>O Executivo admite que o actual contexto internacional poderá conduzir, a curto prazo, à actualização dos preços dos combustíveis no mercado interno, reflectindo a realidade dos custos de importação em alta nos mercados internacionais.</p><p>No âmbito da gestão da procura interna, o Governo apela à racionalização do consumo de combustíveis, incentivando a utilização de transportes públicos e a adopção de medidas de eficiência energética por parte de cidadãos e empresas.</p><p>O Executivo reafirma o compromisso de garantir estabilidade no abastecimento, proteger a economia nacional e mitigar os impactos sobre o custo de vida das famílias, num contexto de elevada volatilidade do mercado energético globa</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Moçambique e Alemanha apostam em cadeias de valor globais para pequenas e médias empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 20:07:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique no Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Moçambique e Alemanha aprofundaram a cooperação económica com enfoque na integração das micro, pequenas e médias empresas (MPME’s) em cadeias de valor globais. O entendimento foi formalizado através de uma Declaração de Intenções entre o IPEME e a BVMW, estabelecendo prioridades como capacitação, inovação, digitalização e internacionalização. A parceria prevê missões empresariais, fóruns económicos e partilha de boas práticas, com vista a promover investimentos e reforçar a competitividade. O acordo constitui base para um futuro Memorando de Entendimento mais abrangente, colocando as MPME’s no centro da industrialização e criação de emprego em Moçambique.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="31018" class="elementor elementor-31018" data-elementor-post-type="post">
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									<p>Moçambique e a Alemanha reforçaram a cooperação económica com enfoque na integração das micro, pequenas e médias empresas (MPME’s) em cadeias de valor globais, no quadro de uma parceria orientada para o crescimento empresarial e o aumento da competitividade.</p><p>O entendimento foi alcançado à margem da Conferência das Pequenas e Médias Empresas alemãs, através de uma Declaração de Intenções assinada entre o Instituto para a Promoção das Pequenas e Médias Empresas (IPEME, IP) e a Bundesverband der deutschen Industrie- und Handelskammern – Mittelstand (BVMW).</p><p>O documento foi subscrito pelo Director-Geral do IPEME, Féliz Malate, e pelo Director Federal de Política Internacional e Comércio Externo da BVMW, Andreas Jahn, estabelecendo um quadro de cooperação centrado na capacitação, inovação, digitalização e internacionalização das MPME’s.</p><p>As duas instituições pretendem criar mecanismos de aproximação entre empresários moçambicanos e alemães, com vista à promoção de investimentos e ao reforço da competitividade do sector privado.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Integração em cadeias de valor globais ganha destaque</h2>				</div>
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									<p>O acordo prevê a partilha de conhecimento e boas práticas, a realização de missões empresariais e a organização de fóruns económicos, com enfoque na criação de oportunidades de negócio entre os dois países.</p><p>Um dos principais objectivos é a inserção das MPME’s moçambicanas em cadeias de valor internacionais, permitindo maior acesso a mercados e dinamização da produção nacional.</p><p>A iniciativa abre caminho para a futura formalização de um Memorando de Entendimento mais abrangente, com vista a consolidar uma agenda estruturada de cooperação económica.</p><p>A parceria é vista como um passo estratégico no reforço das relações económicas entre Moçambique e Alemanha, colocando as MPME’s no centro da industrialização, da criação de emprego e da transformação económica do país.</p>								</div>
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		<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/mocambique-alemanha-cooperacao-economica-mpmes-cadeias-valor/">Moçambique e Alemanha apostam em cadeias de valor globais para pequenas e médias empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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		<title>INSS promove auscultação pública em Xai‑Xai para revisão da segurança social</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 19:59:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) promoveu em Xai-Xai um seminário de auscultação pública sobre a revisão do Regulamento da Segurança Social Obrigatória. A iniciativa integra um processo nacional que visa recolher contribuições da sociedade para projectar o sistema para os próximos 50 anos. A delegada provincial, Eugénia Aristides, destacou o carácter simbólico da revisão, num contexto de mudanças demográficas e económicas. O encontro reuniu mais de 170 representantes de diversos sectores, reforçando o compromisso com um processo participativo e inclusivo para modernizar e tornar o sistema mais sustentável.</p>
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									<p>A cidade de Xai-Xai, capital da província de Gaza, acolheu esta quarta-feira, 15 de Abril, um seminário de auscultação pública sobre a revisão do Regulamento do Sistema de Segurança Social Obrigatória, aprovado pelo Decreto n.º 51/2017, de 9 de Outubro, e revisto e republicado pelo Decreto n.º 56/2024, de 30 de Julho.</p><p>A iniciativa insere-se num processo nacional de recolha de contributos da sociedade moçambicana, com vista à avaliação do actual quadro regulamentar e à projecção do sistema de segurança social para os próximos 50 anos. O lançamento central desta auscultação teve lugar na cidade de Nampula, em Março último.</p><p>Na abertura do seminário, a delegada provincial do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) em Gaza, Eugénia da Conceição Luís Aristides, destacou que o processo ocorre num momento simbólico para a instituição, que este ano assinala 38 anos da sua criação.</p><p>A responsável sublinhou ainda que a revisão do regulamento surge num contexto de avaliação do sistema, que conta com mais de três décadas de funcionamento e impacto na protecção social dos trabalhadores.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Transformações exigem adaptação do sistema</h2>				</div>
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									<p>Segundo a delegada, o sistema de segurança social obrigatória tem desempenhado um papel fundamental na promoção da dignidade humana, na redução das vulnerabilidades sociais e na estabilidade das famílias.</p><p>No entanto, alertou que as transformações demográficas, económicas, tecnológicas e laborais exigem a evolução do sistema, tornando-o mais inclusivo, sustentável e ajustado às novas realidades.</p><p>Defendeu igualmente que a revisão da legislação não deve ser apenas um exercício técnico ou institucional, mas um processo colectivo assente no diálogo social e no consenso nacional.</p><p>Após a apresentação do documento base pelo mandatário da direcção-geral do INSS, o jurista Agostinho Moisés Fernando, os participantes foram organizados em grupos de trabalho para a apresentação de contribuições.</p><p>Foi assegurado que todas as sugestões serão analisadas pela comissão responsável, com vista à integração das diferentes sensibilidades no documento final.</p><p>O seminário contou com a participação de mais de 170 pessoas, incluindo representantes de parceiros sociais, trabalhadores, pensionistas, instituições de ensino, ordens profissionais, organizações da sociedade civil e entidades públicas e privadas.</p>								</div>
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