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	<title>Arquivo de Administração Pública - Verifica MZ</title>
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	<description>O olhar económico e institucional sobre o futuro de Moçambique.</description>
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	<title>Arquivo de Administração Pública - Verifica MZ</title>
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		<title>INSS promove auscultação pública em Xai‑Xai para revisão da segurança social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 19:59:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) promoveu em Xai-Xai um seminário de auscultação pública sobre a revisão do Regulamento da Segurança Social Obrigatória. A iniciativa integra um processo nacional que visa recolher contribuições da sociedade para projectar o sistema para os próximos 50 anos. A delegada provincial, Eugénia Aristides, destacou o carácter simbólico da revisão, num contexto de mudanças demográficas e económicas. O encontro reuniu mais de 170 representantes de diversos sectores, reforçando o compromisso com um processo participativo e inclusivo para modernizar e tornar o sistema mais sustentável.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="31013" class="elementor elementor-31013" data-elementor-post-type="post">
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									<p>A cidade de Xai-Xai, capital da província de Gaza, acolheu esta quarta-feira, 15 de Abril, um seminário de auscultação pública sobre a revisão do Regulamento do Sistema de Segurança Social Obrigatória, aprovado pelo Decreto n.º 51/2017, de 9 de Outubro, e revisto e republicado pelo Decreto n.º 56/2024, de 30 de Julho.</p><p>A iniciativa insere-se num processo nacional de recolha de contributos da sociedade moçambicana, com vista à avaliação do actual quadro regulamentar e à projecção do sistema de segurança social para os próximos 50 anos. O lançamento central desta auscultação teve lugar na cidade de Nampula, em Março último.</p><p>Na abertura do seminário, a delegada provincial do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) em Gaza, Eugénia da Conceição Luís Aristides, destacou que o processo ocorre num momento simbólico para a instituição, que este ano assinala 38 anos da sua criação.</p><p>A responsável sublinhou ainda que a revisão do regulamento surge num contexto de avaliação do sistema, que conta com mais de três décadas de funcionamento e impacto na protecção social dos trabalhadores.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Transformações exigem adaptação do sistema</h2>				</div>
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									<p>Segundo a delegada, o sistema de segurança social obrigatória tem desempenhado um papel fundamental na promoção da dignidade humana, na redução das vulnerabilidades sociais e na estabilidade das famílias.</p><p>No entanto, alertou que as transformações demográficas, económicas, tecnológicas e laborais exigem a evolução do sistema, tornando-o mais inclusivo, sustentável e ajustado às novas realidades.</p><p>Defendeu igualmente que a revisão da legislação não deve ser apenas um exercício técnico ou institucional, mas um processo colectivo assente no diálogo social e no consenso nacional.</p><p>Após a apresentação do documento base pelo mandatário da direcção-geral do INSS, o jurista Agostinho Moisés Fernando, os participantes foram organizados em grupos de trabalho para a apresentação de contribuições.</p><p>Foi assegurado que todas as sugestões serão analisadas pela comissão responsável, com vista à integração das diferentes sensibilidades no documento final.</p><p>O seminário contou com a participação de mais de 170 pessoas, incluindo representantes de parceiros sociais, trabalhadores, pensionistas, instituições de ensino, ordens profissionais, organizações da sociedade civil e entidades públicas e privadas.</p>								</div>
					</div>
				</div>
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		<title>Governo define estratégia para maximizar receitas do sector turístico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 15:24:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo moçambicano lançou em Maputo o processo de elaboração da Estratégia Nacional do Turismo e do Plano Director da Província de Inhambane, apresentados pelo Secretário de Estado Fredson Bacar. Os instrumentos visam maximizar receitas do sector, reforçar a competitividade e garantir sustentabilidade, posicionando Moçambique como destino turístico atractivo. A iniciativa aposta no turismo como motor da diversificação económica, geração de emprego e promoção de investimentos, alinhando políticas públicas e privadas para um crescimento inclusivo e estruturado.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30978" class="elementor elementor-30978" data-elementor-post-type="post">
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									<p>O Governo moçambicano lançou o processo de elaboração de instrumentos estratégicos para impulsionar o crescimento do turismo e maximizar as receitas do sector, considerado um dos pilares da diversificação económica do país.</p><p>A iniciativa foi apresentada pelo Secretário de Estado do Turismo, Fredson Bacar, durante a abertura do Retiro Estratégico realizado na Cidade de Maputo, que marca o início da elaboração da Estratégia Nacional do Turismo e do Plano Director do Turismo da Província de Inhambane.</p><p>Os instrumentos em preparação visam orientar o desenvolvimento estruturado do turismo, com enfoque na sustentabilidade, competitividade e atracção de investimentos.</p><p style="padding-left: 40px;">“Com a realização deste Retiro, o Governo pretende assegurar uma abordagem estratégica, integrada e de longo prazo para o desenvolvimento do turismo, reforçando o seu papel como motor da diversificação económica e da promoção de investimentos, com vista a posicionar Moçambique como um destino turístico competitivo e sustentável.”</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Turismo como motor da economia</h2>				</div>
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									<p>O Governo aposta no turismo como um sector-chave para dinamizar a economia nacional, aumentar a captação de receitas e gerar emprego, sobretudo em regiões com elevado potencial turístico, como a província de Inhambane.</p><p>A elaboração da Estratégia Nacional do Turismo e do Plano Director permitirá alinhar políticas públicas e iniciativas privadas, criando condições para um crescimento sustentável e inclusivo do sector.</p><p>Com esta iniciativa, o Executivo pretende posicionar Moçambique no mercado internacional como um destino atractivo, garantindo simultaneamente a preservação dos recursos naturais e culturais.</p><p>O Retiro Estratégico marca, assim, um passo importante na definição de políticas que visam transformar o turismo num vector sólido de desenvolvimento económico e social no país.</p>								</div>
					</div>
				</div>
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		<title>Autoridade Tributária aposta na eficiência aduaneira para fortalecer economia nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 15:52:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Autoridade Tributária destacou a eficiência aduaneira como pilar para fortalecer a economia nacional, durante a 31.ª Sessão da Assembleia Geral da Câmara dos Despachantes Aduaneiros. O Presidente Aníbal Mbalango sublinhou que a correcta aplicação das normas e a celeridade dos processos são essenciais para credibilidade e arrecadação justa de receitas. Defendeu ainda capacitação conjunta e participação activa da CDA na reforma legislativa. O Presidente da CDA, Salmate Chuaibo, enalteceu a cooperação institucional, afirmando que o trabalho conjunto permitirá consolidar um sistema moderno e alinhado com melhores práticas internacionais.</p>
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									<p>A melhoria da eficiência do sistema aduaneiro foi apontada como um dos pilares fundamentais para o reforço da economia nacional, numa altura em que o País procura aumentar a arrecadação de receitas e facilitar o comércio.</p><p>Intervindo na 31ª Sessão da Assembleia Geral Ordinária da Câmara dos Despachantes Aduaneiros de Moçambique (CDA), realizada em Maputo, o Presidente da Autoridade Tributária, <strong>Aníbal Mbalango</strong>, destacou que a actuação dos despachantes aduaneiros é determinante para o bom funcionamento do sistema.</p><p>Segundo o dirigente, a correcta aplicação das normas, a fiabilidade da informação declarada e a celeridade dos processos são factores essenciais para garantir maior credibilidade e eficiência nas operações aduaneiras.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Eficiência para impulsionar receitas e comércio</h2>				</div>
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									<p>Mbalango sublinhou que, embora a modernização e o cumprimento dos preceitos legais sejam importantes, o futuro do sistema aduaneiro depende de uma abordagem integrada, baseada na responsabilidade de todos os intervenientes.</p><p>Neste contexto, destacou a necessidade de promover a conformidade, facilitar o comércio, melhorar o desembaraço aduaneiro e assegurar uma arrecadação mais eficiente e justa de receitas para o Estado, factores que contribuem directamente para o crescimento económico.</p><p>O Presidente da Autoridade Tributária foi mais longe ao defender que o respeito pela legalidade deve ir além do cumprimento formal das normas, devendo ser observado em todas as circunstâncias.</p><p style="padding-left: 40px;">“Ser despachante aduaneiro é actuar numa linha de decisão onde cada escolha tem impacto sistémico, entre o correcto e o conveniente, entre o rigor e a complacência, e entre o interesse imediato e a sustentabilidade do sistema”, afirmou.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Reforço da cooperação institucional</h2>				</div>
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									<p>No âmbito do reforço do sistema, Mbalango recomendou o relançamento de programas de capacitação conjunta entre a Autoridade Tributária e a CDA, bem como uma participação mais activa desta última no processo de reforma legislativa em curso.</p><p>Por sua vez, o Presidente da Câmara dos Despachantes Aduaneiros de Moçambique, <strong>Salmate Chuaibo</strong>, destacou os avanços alcançados através da cooperação com a Autoridade Tributária, sublinhando o papel do diálogo institucional no fortalecimento da confiança e da previsibilidade no sector.</p><p>Chuaibo manifestou ainda a convicção de que o trabalho conjunto permitirá consolidar um sistema aduaneiro mais moderno, eficiente e alinhado com as melhores práticas internacionais, contribuindo para um ambiente económico mais transparente e favorável ao desenvolvimento do País.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>CEDSIF conquista prémio regional da SADC no domínio da gestão financeira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 16:21:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Centro de Desenvolvimento de Sistemas de Informação de Finanças (CEDSIF, IP) venceu o Prémio Regional de Qualidade 2026 da SADC, na categoria “Serviço do Ano”. A distinção, anunciada em Joanesburgo, reconhece o compromisso da instituição com a modernização da gestão financeira e a adopção de soluções tecnológicas robustas. O concurso reuniu vencedores nacionais dos 16 países membros, promovendo competitividade e padrões internacionais de qualidade. Com esta conquista, Moçambique reforça o seu posicionamento regional na transparência e eficiência das finanças públicas, consolidando a credibilidade da governação financeira.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30851" class="elementor elementor-30851" data-elementor-post-type="post">
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									<p>O Centro de Desenvolvimento de Sistemas de Informação de Finanças (CEDSIF, IP) venceu, no dia 25 de Março, o Prémio do Concurso Regional de Qualidade 2026 da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), reforçando a posição de Moçambique na adopção de padrões internacionais de qualidade na gestão financeira.</p><p>A distinção foi anunciada durante uma cerimónia oficial realizada em Joanesburgo, onde o CEDSIF foi reconhecido na categoria “Serviço do Ano”, destacando-se entre instituições públicas e privadas da região.</p><p>O prémio visa incentivar a implementação de práticas alinhadas com padrões locais, regionais e internacionais, com enfoque na eficiência, segurança e melhoria contínua dos processos.</p><p>A distinção atribuída ao CEDSIF reflecte o compromisso da instituição com a modernização dos sistemas de gestão financeira e a adopção de soluções tecnológicas robustas.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-bebc814 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="bebc814" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Processo competitivo e avaliação regional</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-8d97c85 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="8d97c85" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>O processo de avaliação decorreu de forma virtual, tendo o júri analisado as candidaturas submetidas pelos Estados-membros da SADC através de um repositório central do Secretariado da organização.</p><p>A competição reuniu exclusivamente os vencedores nacionais dos 16 países membros, num exercício que visa promover a competitividade regional e consolidar uma cultura de qualidade.</p><p>Com esta conquista, o CEDSIF reforça o papel de Moçambique no desenvolvimento de sistemas modernos de gestão e controlo financeiro, contribuindo para a transparência, eficiência e credibilidade das finanças públicas.</p><p>A distinção é igualmente vista como um reconhecimento do esforço do país na digitalização e fortalecimento da governação financeira, num contexto de crescente exigência por padrões internacionais de qualidade.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Nova legislação ajusta contabilidade e auditoria à realidade económica do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 15:58:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Assembleia da República aprovou a revisão do Estatuto da Ordem dos Contabilistas e Auditores de Moçambique (OCAM), ajustando a profissão às exigências actuais da economia. A nova legislação altera a Lei nº 8/2012 e reforça transparência, disciplina financeira e qualidade da informação contabilística, factores essenciais para atrair investimento. O crescimento da OCAM, de 300 membros em 2012 para cerca de 5.000 actualmente, tornou necessária a modernização. A reforma alinha o sector com padrões internacionais, fortalecendo credibilidade e competitividade no sistema económico nacional.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30799" class="elementor elementor-30799" data-elementor-post-type="post">
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									<p>A Assembleia da República aprovou, esta quinta-feira, 19 de Março, na generalidade e por consenso, a revisão do Estatuto da Ordem dos Contabilistas e Auditores de Moçambique (OCAM), numa medida com impacto directo no ambiente económico e na credibilidade financeira do país.</p><p>A nova legislação surge como parte dos esforços de reforço da transparência, da disciplina financeira e da qualidade da informação contabilística, factores considerados essenciais para atrair investimento e fortalecer o sector empresarial.</p><p>A proposta, apresentada pela Comissão do Plano e Orçamento, pretende alinhar o exercício da contabilidade e auditoria com as exigências actuais da economia, num contexto marcado por maior integração nos mercados e crescente complexidade das operações financeiras.</p><p>Segundo os proponentes, a revisão do estatuto visa criar um quadro mais sólido de regulação profissional, capaz de garantir maior fiabilidade na produção de informação financeira, elemento-chave para investidores, instituições financeiras e parceiros internacionais.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Crescimento do sector exige nova regulação</h2>				</div>
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									<p>A necessidade de actualização do estatuto está também associada à expansão significativa da OCAM, que passou de cerca de 300 membros em 2012 para aproximadamente 5.000 profissionais actualmente.</p><p>Este crescimento reflecte a crescente importância da contabilidade e auditoria na economia nacional, exigindo uma estrutura institucional mais robusta e mecanismos de supervisão mais eficazes.</p><p>A Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e de Legalidade considera que a revisão é estratégica para o país, ao contribuir para uma maior transparência na gestão financeira das empresas e instituições públicas.</p><p>No seu parecer, sublinha que a modernização da OCAM permitirá alinhar o sector com padrões internacionais, reforçando a confiança dos mercados e melhorando o ambiente de negócios.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Base legal reforçada para o desenvolvimento económico</h2>				</div>
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									<p>A nova legislação altera a Lei nº 8/2012, de 8 de Fevereiro, ajustando-a às transformações económicas e institucionais registadas na última década.</p><p>Os deputados consideram que o diploma não apresenta vícios de inconstitucionalidade ou ilegalidade, representando um passo importante na consolidação de um sistema económico mais transparente, credível e orientado para o crescimento sustentável.</p><p>Com esta reforma, Moçambique procura fortalecer os pilares da governação económica, criando condições para maior investimento, eficiência na gestão financeira e desenvolvimento do sector privado.</p>								</div>
					</div>
				</div>
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		<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/nova-legislacao-contabilidade-auditoria-mocambique/">Nova legislação ajusta contabilidade e auditoria à realidade económica do país</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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		<title>Ministro da Economia reforça diálogo com sector privado e visita projectos industriais em Nampula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 18:42:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministro da Economia, Basílio Muhate, realizou uma visita de trabalho à província de Nampula para reforçar o diálogo com o sector privado e acompanhar projectos industriais. A agenda incluiu encontros com autoridades locais e empresários, visitas a fábricas de alimentos e à Indústria Avícola Novos Horizontes, além da empresa Aflalivre, dedicada ao processamento agrícola. O ministro destacou a importância da produção nacional e da inovação tecnológica. A visita terminou em Nacala Porto, onde está em construção uma fábrica de cimento avaliada em 200 milhões de meticais, que deverá gerar 2.000 empregos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30735" class="elementor elementor-30735" data-elementor-post-type="post">
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									<p>O Ministro da Economia, Basílio Zefanias Muhate, realizou uma visita de trabalho à Nampula, onde manteve encontros com autoridades locais, empresários e visitou várias unidades industriais, com o objectivo de reforçar o diálogo com o sector privado e impulsionar o desenvolvimento económico da província.</p><p>No início da agenda, o ministro manteve um encontro de cortesia com o Governador da província de Nampula, Eduardo Abdula.</p><p>Durante o encontro foram discutidas estratégias para a promoção do investimento, dinamização do sector empresarial e fortalecimento do crescimento económico da província, considerada uma das mais importantes do país em termos de potencial produtivo.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Visitas a indústrias reforçam aposta na produção nacional</h2>				</div>
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									<p>No decurso da visita, Basílio Muhate deslocou-se a várias unidades industriais, incluindo uma <strong>fábrica de processamento de alimentos</strong>, onde se inteirou das actividades desenvolvidas, da capacidade produtiva da empresa e do seu contributo para a criação de emprego.</p><p>O governante destacou que a <strong>indústria alimentar desempenha um papel estratégico no fortalecimento da economia local</strong>, contribuindo para a transformação da produção agrícola e para a geração de valor acrescentado.</p><p>Ainda na província de Nampula, o ministro visitou a <strong>Indústria Avícola Novos Horizontes</strong>, localizada no distrito de Rapale.</p><p>A unidade contribui para o aumento da produção avícola, criação de empregos e dinamização da economia local, reforçando a cadeia de abastecimento de produtos alimentares na região.</p><p>Durante a visita, Muhate encorajou iniciativas que promovam o aumento da produção nacional e reduzam a dependência de importações.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Processamento agrícola e inovação tecnológica</h2>				</div>
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									<p>O ministro visitou também a empresa <strong>Aflalivre</strong>, que actua na produção, transformação e distribuição de produtos agrícolas susceptíveis à contaminação por aflatoxinas.</p><p>Na ocasião foram apresentadas soluções ligadas ao <strong>processamento local de produtos agrícolas, utilização de energia renovável no sector agrário, gestão de resíduos sólidos e serviços de transporte</strong>, iniciativas consideradas fundamentais para a industrialização da produção agrícola e para a promoção do consumo de produtos <strong>“Made in Mozambique”</strong>.</p><p>A agenda incluiu igualmente um encontro com representantes do sector privado, dedicado ao reforço do diálogo entre o Governo e os agentes económicos.</p><p>Durante a sessão foram debatidos temas como <strong>acesso ao financiamento, crescimento empresarial e fortalecimento de parcerias público-privadas</strong>.</p><p>O governador Eduardo Abdula destacou a importância de as acções de inspecção às empresas respeitarem o quadro legal, privilegiando a correcção de irregularidades e a melhoria dos procedimentos, de modo a reforçar a confiança no ambiente de negócios.</p><p>Por sua vez, o ministro enalteceu o dinamismo do sector privado e explicou que o Governo está a implementar <strong>reformas destinadas a melhorar o ambiente de negócios e incentivar o investimento produtivo</strong>.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Nova fábrica de cimento em Nacala Porto</h2>				</div>
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									<p>No âmbito da visita, Basílio Muhate deslocou-se ainda às futuras instalações de uma <strong>fábrica de cimento em Nacala Porto</strong>, um projecto que deverá reforçar a industrialização e aumentar a capacidade produtiva nacional.</p><p>Orçado em cerca de <strong>200 milhões de meticais</strong>, o empreendimento tem uma duração estimada de <strong>15 meses</strong>, prevendo-se o início da comercialização até finais de 2026.</p><p>A futura unidade deverá abastecer o mercado da região Norte do país e exportar para o Madagáscar, além de gerar cerca de <strong>2.000 postos de trabalho</strong>, contribuindo para o desenvolvimento económico da região.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Ministro da Planificação defende transição de cooperação por projectos para plataforma orientada a resultados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 16:06:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministro da Planificação e Desenvolvimento, Salim Valá, defendeu na Conferência Moçambique–Países Nórdicos a transição da cooperação internacional de projectos dispersos para uma plataforma estratégica orientada a resultados. A proposta está alinhada à Estratégia Nacional de Desenvolvimento 2025–2044, que sustenta reformas e investimentos de longo prazo. Valá destacou juventude, mulheres e PME’s como activos centrais e anunciou a criação do Fundo de Empoderamento Económico da Mulher. Sublinhou ainda a necessidade de transição verde e responsabilidade inter geracional, reforçando que cooperação deve focar menos em volume de ajuda e mais em transformação mensurável.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30606" class="elementor elementor-30606" data-elementor-post-type="post">
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									<div><p><span lang="PT-BR">O Ministro da Planificação e Desenvolvimento, <strong>Salim Valá</strong>, defendeu a transição da cooperação internacional baseada em projectos dispersos para uma <strong>plataforma estratégica orientada a resultados</strong>, mobilização de capital e responsabilidade inter‑geracional.</span></p></div><div><p><span lang="PT-BR">Na abertura da <strong>Conferência Moçambique–Países Nórdicos</strong>, Valá classificou o momento como de “intercruzamento entre desafios de vulto, múltiplas oportunidades e o momento apropriado para mudanças”. Sublinhou que a cooperação não pode permanecer ancorada em modelos fragmentados ou meramente assistencialistas.</span></p></div>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-bdc4eb3 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="bdc4eb3" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Da ajuda fragmentada à plataforma estratégica</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-300071f cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="300071f" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p style="font-weight: 400;">O Ministro propôs que a cooperação seja alinhada à <strong>Estratégia Nacional de Desenvolvimento 2025–2044 (ENDE)</strong>, apresentada como arquitectura de longo prazo que sustenta reformas, orienta investimentos e cria confiança.</p><p style="font-weight: 400; padding-left: 40px;">“Moçambique quer previsibilidade estratégica, não apenas fluxos financeiros”, afirmou Valá.</p><p style="font-weight: 400;">Valá identificou os maiores activos do país:</p><ul><li><strong>Juventude</strong> – 66,7% da população abaixo dos 25 anos.</li><li><strong>Mulheres</strong> – com potencial económico pleno.</li><li><strong>Micro, pequenas e médias empresas (PME’s)</strong> – motor da economia interna.</li></ul><p style="font-weight: 400;">Anunciou ainda o trabalho em curso para a criação do <strong>Fundo de Empoderamento Económico da Mulher</strong>, deslocando o centro da política económica do extractivismo para o capital humano e o tecido empresarial interno.</p><p style="font-weight: 400;">O Ministro destacou a consolidação de instrumentos como:</p><ul><li>Fundo de Desenvolvimento Económico Local (FDEL).</li><li>Fundo de Garantia Mutuária (FGM).</li><li>Fundo de Recuperação Económica (FRE).</li><li>Banco de Desenvolvimento.</li><li>Caixa Económica.</li></ul><p style="font-weight: 400;">A ambição é ampliar o acesso ao crédito, dinamizar territórios e reforçar o papel das PME’s como motor da diversificação produtiva.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-98386fb cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="98386fb" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Transição verde e responsabilidade inter geracional</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-feca993 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="feca993" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<div><p><span lang="PT-BR">Valá defendeu que a transição para uma economia verde é uma necessidade estratégica, com prioridades em energias renováveis, agricultura resiliente, economia circular e financiamento climático.</span></p></div><div><p style="padding-left: 40px;"><span lang="PT-BR">“Como assegurar que os recursos naturais resultem em responsabilidade inter‑geracional e não numa maldição?”, questionou, referindo‑se directamente ao <strong>Fundo Soberano</strong>.</span></p></div><div><p><span lang="PT-BR">O Ministro reafirmou o compromisso com o <strong>Diálogo Nacional Inclusivo</strong>, como condição para estabilidade política e confiança institucional. Reconheceu desafios internos – terrorismo em Cabo Delgado, fenómenos climáticos extremos e polarização social – mas sublinhou a resiliência histórica do país.</span></p></div><div><p><span lang="PT-BR">No fecho, Valá foi enfático:</span></p></div><div><p style="padding-left: 40px;"><span lang="PT-BR">“A cooperação deve ser menos sobre volume de ajuda e mais sobre escala de transformação; menos sobre actividades e mais sobre resultados mensuráveis.”</span></p></div>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
		<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/mocambique-cooperacao-plataforma-estrategica-orientada-resultados/">Ministro da Planificação defende transição de cooperação por projectos para plataforma orientada a resultados</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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		<title>Conselho de Ministros aprova novo regulamento das Zonas Económicas Especiais e Francas Industriais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 17:14:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho de Ministros aprovou o novo Regulamento das Zonas Económicas Especiais (ZEE) e Zonas Francas Industriais (ZFI), revogando o Decreto n.º 75/99. O enquadramento jurídico estabelece regras para criação, implantação e funcionamento das zonas já existentes e futuras, bem como para operadores e empresas nelas instaladas. O Governo pretende modernizar a gestão, atrair investimento produtivo, dinamizar a industrialização e promover a competitividade nacional. Na mesma sessão, foram aprovadas medidas como o Sistema Nacional de Pagamentos, o Gabinete da Linha Férrea Norte–Sul e a Comissão Constitutiva do Banco de Desenvolvimento de Moçambique.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30601" class="elementor elementor-30601" data-elementor-post-type="post">
				<div class="elementor-element elementor-element-69a9985 e-flex e-con-boxed cmsmasters-block-default e-con e-parent" data-id="69a9985" data-element_type="container" data-e-type="container" data-settings="{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}">
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				<div class="elementor-element elementor-element-0d3c5d1 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="0d3c5d1" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p style="font-weight: 400;">O Conselho de Ministros aprovou, na sua 4.ª Sessão Ordinária, o novo <strong>Regulamento das Zonas Económicas Especiais (ZEE) e Zonas Francas Industriais (ZFI)</strong>, revogando o Decreto n.º 75/99, de 12 de Outubro.</p><p style="font-weight: 400;">O regulamento estabelece o regime aplicável à criação, implantação e funcionamento das ZEE e ZFI já existentes e futuras, bem como aos operadores e empresas nelas estabelecidas.</p><p style="font-weight: 400;">“Este novo enquadramento jurídico visa modernizar e tornar mais eficiente a gestão das zonas económicas e francas industriais, reforçando o seu papel como motores de desenvolvimento”, destacou o comunicado do Conselho de Ministros.</p><p style="font-weight: 400;">O Governo pretende, com esta medida:</p><ul><li>Impulsionar o investimento produtivo.</li><li>Dinamizar a industrialização.</li><li>Promover a competitividade nacional.</li></ul><p style="font-weight: 400; padding-left: 40px;">“As Zonas Económicas Especiais e Francas Industriais são instrumentos fundamentais para atrair investimento, criar emprego e estimular a diversificação da economia”, refere o documento oficial.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-bdc4eb3 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="bdc4eb3" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default"><i>Outras deliberações da sessão</i></h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-feca993 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="feca993" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p style="font-weight: 400;">Na mesma reunião, o Conselho de Ministros apreciou e aprovou:</p><ul><li>A proposta de Lei que estabelece o <strong>Sistema Nacional de Pagamentos</strong>, a submeter à Assembleia da República.</li><li>A resolução que cria o <strong>Gabinete de Coordenação do Projecto da Linha Ferroviária Norte–Sul (GLNS)</strong>.</li><li>A resolução que cria a <strong>Comissão Constitutiva do Banco de Desenvolvimento de Moçambique (CCBDM)</strong>.</li></ul><p style="font-weight: 400;">Foram igualmente apreciadas informações sobre:</p><ul><li>A época chuvosa e ciclónica 2025/2026, incluindo os impactos do ciclone tropical <strong>Gezani</strong>.</li><li>O plano de pagamento das dívidas do Estado.</li><li>A reunião do <strong>Board do FMI</strong>.</li><li>O relatório de avaliação da concessão da <strong>Estrada N4 à TRAC</strong>.</li></ul>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<item>
		<title>Nova Central de Aquisições garante transparência e eficiência no Estado</title>
		<link>https://verificamz.co.mz/mocambique-central-aquisicoes-transparencia-eficiencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 15:15:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Ministra das Finanças, Carla Louveira, anunciou em 5 de Fevereiro de 2026 que o Governo vai submeter ainda este ano os instrumentos normativos da Central de Aquisições do Estado. A medida insere se nas reformas anunciadas pelo Presidente da República, Daniel Chapo, para racionalizar a despesa pública. A Central de Aquisições surge como mecanismo estratégico para reduzir custos, evitar dispersão de processos e reforçar o combate à corrupção e a pagamentos indevidos. Foram clarificadas regras de controlo interno e criados sistemas de alerta para transacções pouco claras. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30475" class="elementor elementor-30475" data-elementor-post-type="post">
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									<div><p><span lang="PT-BR">A </span><strong><span lang="PT-BR">Ministra das Finanças, Carla Louveira</span></strong><span lang="PT-BR">, assegurou que o Governo vai submeter ainda este ano os </span><strong><span lang="PT-BR">instrumentos normativos da Central de Aquisições do Estado</span></strong><span lang="PT-BR">, uma entidade criada no quadro das reformas anunciadas pelo Presidente da República, </span><strong><span lang="PT-BR">Daniel Chapo</span></strong><span lang="PT-BR">, para a </span><strong><span lang="PT-BR">racionalização da despesa pública</span></strong><span lang="PT-BR">.</span></p></div><div><p><span lang="PT-BR">Segundo a governante, a Central de Aquisições constitui um </span><strong><span lang="PT-BR">mecanismo estratégico</span></strong><span lang="PT-BR"> para reduzir custos e evitar </span><strong><span lang="PT-BR">descaracterizações indesejadas na Administração Pública</span></strong><span lang="PT-BR">, ao centralizar processos que hoje se encontram dispersos.</span></p></div><div><p style="padding-left: 40px;"><span lang="PT-BR">“O exercício está a ser feito no sentido de assegurar que possamos, ainda este ano, submeter à aprovação os instrumentos normativos, de modo que aquelas aquisições que possam ser centralizadas o sejam, reduzindo os gastos resultantes da desconcentração dos processos”, explicou Carla Louveira.</span></p></div><div><p><span lang="PT-BR">A ministra sublinhou que a Central de Aquisições é também parte dos esforços para </span><strong><span lang="PT-BR">controlar actos de corrupção e pagamentos indevidos</span></strong><span lang="PT-BR">, frequentemente associados à Direcção Nacional do Tesouro.</span></p></div><div><p><span lang="PT-BR">Foram clarificadas as regras de </span><strong><span lang="PT-BR">controlo interno</span></strong><span lang="PT-BR">, definindo em que momento os quadros do Tesouro, do Orçamento ou de outras áreas podem articular com fornecedores, evitando suspeições de fraude.</span></p></div>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Relação com agentes económicos</h2>				</div>
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									<div><p><span lang="PT-BR">De acordo com Louveira, a relação com os agentes económicos deve ser assegurada pelas áreas de Administração e Finanças dos respectivos ministérios, cabendo ao Tesouro apenas a </span><strong><span lang="PT-BR">libertação de dotações orçamentais</span></strong><span lang="PT-BR">.</span></p></div><div><p><span lang="PT-BR">Adicionalmente, foram reforçados os </span><strong><span lang="PT-BR">níveis de autorização</span></strong><span lang="PT-BR"> e criados </span><strong><span lang="PT-BR">sistemas de alerta</span></strong><span lang="PT-BR"> para transacções pouco claras, garantindo maior transparência nos processos.</span></p></div><div><p><span lang="PT-BR">O Ministério das Finanças anunciou ainda a criação de uma </span><strong><span lang="PT-BR">linha verde</span></strong><span lang="PT-BR"> para recepção de reclamações, em parceria com o </span><strong><span lang="PT-BR">Gabinete de Combate à Corrupção</span></strong><span lang="PT-BR">, e o reforço da ética dos funcionários públicos.</span></p></div>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>LAM factura mais de 15 milhões de meticais em operação aérea de emergência para Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 15:11:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento Estrangeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) realizou uma operação extraordinária entre 19 e 26 de Janeiro, assegurando o transporte de 3.949 passageiros na rota Maputo–Xai-Xai–Maputo, durante o período crítico das cheias em Gaza. Com tarifa subsidiada de 4.000 meticais, a companhia facturou mais de 15,7 milhões de meticais em 66 voos. A iniciativa, de carácter social e humanitário, demonstrou a capacidade da LAM em equilibrar responsabilidade social com sustentabilidade financeira. A operação reforçou a imagem institucional da empresa pública como actor estratégico na resposta a crises, garantindo mobilidade segura e acessível. Analistas destacam que o desempenho evidencia o potencial económico das rotas domésticas quando ajustadas a contextos específicos de procura, podendo servir de referência para futuras estratégias de mobilidade aérea.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30382" class="elementor elementor-30382" data-elementor-post-type="post">
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									<p style="font-weight: 400;">A <strong>Linhas Aéreas de Moçambique (LAM)</strong> realizou uma operação extraordinária entre os dias 19 e 26 de Janeiro, assegurando o transporte de <strong>3.949 passageiros</strong> na rota <strong>Maputo–Xai-Xai–Maputo</strong>, durante o período crítico das <strong>cheias na província de Gaza</strong>.</p><p style="font-weight: 400;">Com a aplicação de uma <strong>tarifa fixa subsidiada de 4.000 meticais</strong>, a companhia aérea nacional facturou mais de <strong>15,7 milhões de meticais</strong> nesta operação especial, que totalizou <strong>66 voos</strong>.</p><p style="font-weight: 400;">Apesar de se tratar de uma iniciativa de <strong>carácter social e humanitário</strong>, a ponte aérea revelou também a <strong>capacidade da LAM em gerar receitas</strong> num contexto de crise, ao mesmo tempo que cumpria a sua <strong>função pública</strong>.</p><ul><li><strong>Receita total estimada</strong>: 3.949 passageiros × 4.000 MT = <strong>796.000 MT</strong>;</li><li><strong>Passageiros transportados</strong>: 1.452 de Maputo para Xai-Xai e 2.497 no sentido inverso;</li><li><strong>Frequência operacional</strong>: entre quatro e seis voos diários.</li></ul><p style="font-weight: 400;">Este desempenho demonstra que, mesmo em cenários de emergência, a companhia consegue <strong>equilibrar a vertente social com a sustentabilidade financeira</strong>, reforçando a sua relevância no mercado nacional.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-9f9542e cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="9f9542e" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Compromisso social e empresarial</h2>				</div>
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									<div><p><span lang="PT-BR">A tarifa aplicada foi <strong>significativamente inferior ao preço normal de mercado</strong>, permitindo que milhares de cidadãos afectados pelas inundações pudessem deslocar-se com segurança.</span></p></div><div><p><span lang="PT-BR">Ao mesmo tempo, a operação reforçou a <strong>imagem institucional da LAM</strong> como empresa pública estratégica, capaz de <strong>mobilizar recursos e adaptar operações</strong> em função das necessidades do País.</span></p></div><div><p><span lang="PT-BR">A facturação obtida nesta operação extraordinária evidencia o <strong>potencial económico das rotas domésticas</strong> quando ajustadas a contextos específicos de procura. Para analistas, este tipo de intervenção pode servir de <strong>referência para futuras estratégias de mobilidade aérea</strong>, combinando <strong>responsabilidade social</strong> com <strong>rentabilidade operacional</strong>.</span></p></div>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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