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	<title>Negócios e Investimento – Verifica MZ</title>
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	<description>O olhar económico e institucional sobre o futuro de Moçambique.</description>
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	<title>Negócios e Investimento – Verifica MZ</title>
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		<title>CTA reforça estratégias para crescimento económico e atracção de investimentos em Xai-Xai</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 16:45:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Parcerias Público-Privadas]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) realizou em Xai-Xai uma sessão de auscultação sobre o Plano Estratégico do mandato, com o objectivo de recolher contribuições dos membros e fortalecer o setor privado. O plano assenta em cinco pilares: reforço institucional, ambiente de negócios competitivo, desenvolvimento de infra-estruturas, fortalecimento das MPMEs e promoção do conteúdo local. A CTA destacou o papel do associativismo empresarial e da articulação público-privada como motores de crescimento económico e atracção de investimentos, reforçando a coesão e representatividade nacional.</p>
<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/mocambique-cta-xai-xai-crescimento-investimentos/">CTA reforça estratégias para crescimento económico e atracção de investimentos em Xai-Xai</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30964" class="elementor elementor-30964" data-elementor-post-type="post">
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									<p>A <strong>Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA)</strong> realizou, na cidade de <strong>Xai-Xai</strong>, uma sessão de auscultação aos membros sobre o <strong>Plano Estratégico para o presente mandato</strong>, com o objectivo de recolher contribuições que enriqueçam o documento e fortaleçam o sector privado.</p><p>O plano visa criar um ambiente de negócios mais <strong>coeso, dinâmico, competitivo e sustentável</strong>, promovendo a atracção estratégica de investimentos e valorizando as empresas nacionais como protagonistas do crescimento económico.</p><p>O <strong>Plano Estratégico</strong> assenta em cinco pilares fundamentais:</p><ol><li>Reforço da capacidade institucional, coesão e representatividade;</li><li>Criação de ambiente de negócios e clima de investimento competitivos;</li><li>Desenvolvimento de infra-estruturas e serviços como fatores de competitividade;</li><li>Fortalecimento das MPMEs e promoção do empreendedorismo;</li><li>Promoção do Conteúdo Local e desenvolvimento do capital humano, com foco na valorização e capacitação dos recursos nacionais.</li></ol>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Associativismo e coesão empresarial</h2>				</div>
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									<p>O Presidente do Pelouro de Promoção do Associativismo, Ética e Boa Governação, <strong>Abdul Razaque</strong>, destacou a importância do associativismo empresarial como ferramenta para dar voz colectiva aos empresários e criar melhores condições para crescimento e competitividade.</p><p style="padding-left: 40px;">“Não será possível ter um CEP forte sem associações sectoriais fortes. Primeiro, precisamos de fortalecer as nossas associações empresariais”, sublinhou Razaque, salientando a importância da interação entre os CEPs para troca de experiências e fortalecimento das associações provinciais.</p><p>A <strong>Directora Executiva da CTA, Teresa Muenda</strong>, frisou o papel da confederação na articulação entre o sector privado e o sector público, nomeadamente no âmbito do <strong>Diálogo Público-Privado (DPP)</strong> e no processo de negociação do reajuste dos salários mínimos nacionais, recentemente lançado pela Ministra do Trabalho, Género e Acção Social, <strong>Ivete Alane</strong>.</p><p style="padding-left: 40px;">“A CTA constrói-se a partir das bases, escutando os membros, compreendendo os desafios enfrentados pelas empresas e integrando as realidades locais na definição das prioridades nacionais”, afirmou Muenda.</p><p>O Presidente do <strong>CEP-Gaza</strong> reiterou a necessidade de coesão dentro da classe empresarial e manifestou total disponibilidade para cooperação com outros CEPs, fortalecendo a representatividade do sector privado em todo o país.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Ministério das Finanças promove encontro com CTA para operacionalização de novos regulamentos fiscais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 16:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Parcerias Público-Privadas]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério das Finanças realizou em Maputo um encontro com a CTA para discutir a operacionalização dos novos regulamentos fiscais, nomeadamente o Imposto sobre Consumos Específicos (ICE) e as Regras Gerais de Desembaraço Aduaneiro. A iniciativa insere-se no âmbito do Diálogo Público-Privado e visa assegurar transparência, inclusão e participação dos principais actores económicos. O Governo destacou a importância da celeridade na regulamentação, conforme prazos definidos pelo Parlamento, e reafirmou o compromisso com um sistema tributário moderno, eficiente e favorável ao desenvolvimento económico nacional.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30956" class="elementor elementor-30956" data-elementor-post-type="post">
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									<p>O <strong>Ministério das Finanças</strong> realizou, em Maputo, um encontro de socialização e harmonização das propostas de decretos que visam a revisão dos regulamentos do <strong>Imposto sobre Consumos Específicos (ICE)</strong> e das <strong>Regras Gerais de Desembaraço Aduaneiro</strong>.</p><p>A reunião contou com a participação de representantes da <strong>Confederação das Associações Económicas (CTA)</strong>, no âmbito da <strong>Plataforma de Diálogo Público-Privado (DPP)</strong>, reforçando o compromisso do Governo com a transparência, inclusão e participação activa dos principais actores económicos na formulação da política tributária.</p><p>A iniciativa surge na sequência da aprovação, pela <strong>Assembleia da República</strong>, a 29 de Dezembro de 2025, das alterações legislativas que enquadram o ICE e as Regras Gerais de Desembaraço Aduaneiro. O objectivo é assegurar a adequada regulamentação e operacionalização dos novos dispositivos legais.</p><p>O Parlamento definiu prazos claros para implementação: <strong>60 dias para regulamentação da Pauta Aduaneira</strong> e <strong>90 dias para regulamentação do ICE</strong>, sublinhando a necessidade de celeridade e coordenação institucional neste processo.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Conteúdos discutidos</h2>				</div>
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									<p>Durante o encontro, foram apresentados e discutidos os principais aspectos das propostas regulamentares, com destaque para:</p><ul><li>Alinhamento técnico e jurídico das normas com a legislação recentemente aprovada;</li><li>Melhoria dos procedimentos de desembaraço aduaneiro, facilitando o comércio;</li><li>Reforço da eficiência e eficácia na arrecadação de receitas fiscais, especialmente no âmbito do ICE.</li></ul><p>O Ministério das Finanças reafirmou o compromisso com a promoção de um sistema tributário <strong>moderno, eficiente e favorável ao desenvolvimento económico</strong>, destacando a importância do <strong>diálogo contínuo com o sector privado</strong> na prossecução destes objectivos.</p><p> </p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Ministério das Finanças detalha como Moçambique quitou 698 milhões de dólares com o FMI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 15:05:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Parcerias Público-Privadas]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Estado moçambicano concluiu a liquidação antecipada de 698,6 milhões de dólares junto do FMI, referentes ao PRGT. O pagamento abrangeu três facilidades de crédito concedidas entre 2019 e 2022, já expiradas. Segundo o Ministério das Finanças, a operação reforça a solidez do Banco de Moçambique e reduz riscos no balanço da autoridade monetária, preservando a estabilidade macroeconómica. Apesar da quitação integral, Moçambique mantém diálogo com o FMI para definir um novo programa de cooperação, centrado na consolidação fiscal, sustentabilidade da dívida e crescimento económico inclusivo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30944" class="elementor elementor-30944" data-elementor-post-type="post">
				<div class="elementor-element elementor-element-69a9985 e-flex e-con-boxed cmsmasters-block-default e-con e-parent" data-id="69a9985" data-element_type="container" data-e-type="container" data-settings="{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}">
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									<p>O Estado moçambicano procedeu à <strong>amortização integral e antecipada da dívida externa</strong> contraída junto do Fundo Monetário Internacional (FMI), no âmbito do <strong>Poverty Reduction and Growth Trust (PRGT)</strong>, no montante global de <strong>698,6 milhões de dólares norte-americanos</strong>, conforme informou o Ministério das Finanças.</p><p>A operação, realizada a <strong>23 de Março de 2026</strong>, representa um marco relevante na gestão da dívida pública externa, ao eliminar por completo as obrigações associadas a este mecanismo concessional do FMI.</p><p>De acordo com a informação oficial, os valores amortizados correspondem a financiamentos desembolsados ao abrigo de três instrumentos distintos: a <strong>Facilidade de Crédito Rápido de 2019</strong>, a <strong>Facilidade de Crédito Rápido de 2020</strong> e a <strong>Facilidade de Crédito Alargado de 2022</strong>.</p><p>Estes programas encontravam-se já expirados, não estando previstas novas mobilizações financeiras no seu âmbito. O PRGT constitui uma linha de financiamento concessionário destinada a países com constrangimentos fiscais e externos, permitindo o acesso a recursos em condições favoráveis para estabilização macroeconómica.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-bebc814 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="bebc814" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Impacto na posição do Banco Central</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-bb0fbda cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="bb0fbda" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>A decisão de liquidação antecipada insere-se igualmente na estratégia de <strong>mitigação de riscos sobre o balanço do Banco de Moçambique</strong>, que, nos termos dos acordos vigentes, assegurava garantias sobre as responsabilidades do Estado perante o FMI.</p><p>Face ao contexto de <strong>restrições de financiamento externo</strong> registado desde finais de 2024, tais garantias poderiam traduzir-se em potenciais passivos contingentes para a autoridade monetária.</p><p>Com esta operação, o Governo reduz a exposição do Banco Central, reforçando a sua capacidade de intervenção na condução da política monetária e na preservação da <strong>estabilidade macro-económica e financeira</strong>.</p><p>Não obstante a liquidação das obrigações, as autoridades moçambicanas mantêm um <strong>relacionamento institucional activo com o FMI</strong>, encontrando-se em curso negociações com a equipa técnica da instituição para a definição de um novo programa de cooperação.</p><p>O futuro enquadramento deverá incidir sobre a consolidação fiscal, sustentabilidade da dívida e promoção do crescimento económico inclusivo.</p><p>As discussões deverão prosseguir nas próximas <strong>Reuniões da Primavera do Banco Mundial e do FMI</strong>, onde Moçambique continuará a articular com os parceiros internacionais as prioridades da sua agenda económica.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Projecto Mphanda Nkuwa: investimento de cerca de 6 mil milhões de dólares mobiliza sector privado nacional</title>
		<link>https://verificamz.co.mz/mocambique-projecto-mphanda-nkuwa-investimento-sector-privado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 14:55:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Parcerias Público-Privadas]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) reuniu-se com o Gabinete de Implementação do Projecto Mphanda Nkuwa (GMNK) para discutir oportunidades de cooperação e promoção do conteúdo local. Avaliado entre 5 e 6 mil milhões de dólares, o projecto prevê a produção de 1.500 MW de energia e inclui formação de jovens locais. Álvaro Massingue defendeu protagonismo das empresas nacionais em toda a cadeia de valor, destacando transferência de tecnologia e criação de emprego qualificado. O empreendimento é considerado estratégico para o crescimento económico e industrial de Moçambique.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30937" class="elementor elementor-30937" data-elementor-post-type="post">
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				<div class="elementor-element elementor-element-0d3c5d1 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="0d3c5d1" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>A <strong>Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA)</strong> reuniu-se com o <strong>Gabinete de Implementação do Projecto Mphanda Nkuwa (GMNK)</strong>, com o objetivo de explorar oportunidades de cooperação e identificar áreas de intervenção para empresas moçambicanas no âmbito do <strong>conteúdo local</strong>.</p><p>O encontro visou estabelecer uma <strong>parceria estratégica</strong> entre a CTA e o GMNK, garantindo que as empresas nacionais possam beneficiar das oportunidades de negócios geradas pelo projecto.</p><p>O <strong>Director-Geral do GMNK</strong>, Carlos Yum, apresentou o projecto, detalhando o plano de desenvolvimento social que inclui a <strong>formação de jovens locais</strong>. O investimento previsto no <strong>hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa</strong> é estimado entre <strong>5 e 6 mil milhões de dólares</strong>, com capacidade instalada de cerca de <strong>1.500 MW</strong>, e integra componentes de transporte e energia.</p><p style="padding-left: 40px;">“O objectivo é não esperar pelo início da construção, mas iniciar já nesta fase de preparação, para que as empresas moçambicanas estejam aptas a aproveitar as oportunidades de negócios”, sublinhou Yum.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-bebc814 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="bebc814" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Conteúdo local e desenvolvimento do sector privado</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-bb0fbda cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="bb0fbda" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>O <strong>Presidente da CTA</strong>, Álvaro Massingue, reforçou a importância do projecto para o <strong>futuro económico de Moçambique</strong>, destacando o papel do sector privado na parceria com o Governo e investidores.</p><p style="padding-left: 40px;">“Este projecto deve ser um verdadeiro motor de valorização do conteúdo local, assegurando a participação estruturada, competitiva e efectiva das empresas nacionais em toda a cadeia de valor, da construção à operação, da logística ao fornecimento de bens e serviços”, afirmou Massingue.</p><p>O dirigente enfatizou também a necessidade de <strong>transferência de tecnologia</strong> e do desenvolvimento de <strong>capacidades internas</strong>, com o objectivo de gerar <strong>emprego qualificado e sustentável</strong> no país.</p><p>Álvaro Massingue convidou ainda o <strong>projecto Mphanda Nkuwa</strong> a participar na <strong>Conferência Anual do Sector Privado (CASP)</strong>, em Julho próximo, para apresentar os avanços do empreendimento e <strong>mobilizar o empresariado nacional</strong> a envolver-se ativamente.</p><p>O encontro reforça a estratégia de <strong>integração do conteúdo local</strong> nos grandes projectos de infra-estrutura e a importância de preparar as empresas nacionais para participar em projectos de grande escala, impulsionando o crescimento económico e a criação de emprego no país.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-d9c4b67 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="d9c4b67" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Equilíbrio entre salários e sustentabilidade das empresas</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-64ec523 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="64ec523" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>A CTA defende que as negociações devem procurar um equilíbrio entre a melhoria das condições de vida dos trabalhadores e a sustentabilidade das empresas, salvaguardando postos de trabalho e a continuidade das actividades económicas.</p><p>Os empregadores apelam a um processo célere, pragmático e conduzido num ambiente de diálogo construtivo, paz social e harmonia laboral.</p><p>Por outro lado, a CTA encoraja as empresas com maior robustez financeira a praticarem remunerações acima do salário mínimo nacional, como forma de valorizar o capital humano e contribuir para o dinamismo da economia.</p><p>O arranque deste processo marca mais uma etapa importante no diálogo social em Moçambique, num momento em que o país procura consolidar a recuperação económica e reforçar a inclusão no mercado de trabalho.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
		<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/mocambique-projecto-mphanda-nkuwa-investimento-sector-privado/">Projecto Mphanda Nkuwa: investimento de cerca de 6 mil milhões de dólares mobiliza sector privado nacional</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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		<title>CTA inicia indução para negociações dos salários mínimos de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 16:09:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Parcerias Público-Privadas]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) iniciou o processo de indução para as negociações dos salários mínimos de 2026. O relatório do PES 2025 servirá de base para os reajustes, complementado por consultas às associações empresariais provinciais. Os empregadores alertam para desafios estruturais, como custos elevados e acesso limitado ao financiamento, defendendo reajustes sectoriais realistas. A CTA sublinha a necessidade de equilibrar melhoria das condições de vida dos trabalhadores com sustentabilidade das empresas, incentivando remunerações acima do mínimo nacional em empresas mais robustas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30932" class="elementor elementor-30932" data-elementor-post-type="post">
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									<p>A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) deu início ao processo de indução para as negociações dos salários mínimos referentes a 2026, num contexto marcado por desafios económicos persistentes e pela necessidade de equilibrar os interesses entre trabalhadores e empregadores.</p><p>Durante a sessão, a CTA apresentou o relatório do Plano Económico e Social (PES) 2025, documento que servirá de base para a definição dos reajustes salariais por sectores de actividade. O instrumento oferece uma visão abrangente sobre o desempenho económico recente e as perspectivas para os diferentes ramos produtivos.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Sector privado alerta para desafios estruturais</h2>				</div>
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									<p>Os empregadores manifestaram abertura para o arranque das negociações, mas sublinharam que o processo decorre num cenário ainda condicionado por múltiplos choques económicos. Entre os principais constrangimentos apontados estão os custos operacionais elevados, limitações no acesso ao financiamento e a recuperação ainda lenta de alguns sectores.</p><p>Neste contexto, defendem que os reajustes salariais devem reflectir a realidade específica de cada sector, evitando pressões adicionais sobre empresas já fragilizadas.</p><p>Os dados do PES 2025 serão complementados por consultas directas às associações empresariais provinciais, com o objectivo de recolher contribuições mais próximas das dinâmicas locais e sectoriais.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Equilíbrio entre salários e sustentabilidade das empresas</h2>				</div>
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									<p>A CTA defende que as negociações devem procurar um equilíbrio entre a melhoria das condições de vida dos trabalhadores e a sustentabilidade das empresas, salvaguardando postos de trabalho e a continuidade das actividades económicas.</p><p>Os empregadores apelam a um processo célere, pragmático e conduzido num ambiente de diálogo construtivo, paz social e harmonia laboral.</p><p>Por outro lado, a CTA encoraja as empresas com maior robustez financeira a praticarem remunerações acima do salário mínimo nacional, como forma de valorizar o capital humano e contribuir para o dinamismo da economia.</p><p>O arranque deste processo marca mais uma etapa importante no diálogo social em Moçambique, num momento em que o país procura consolidar a recuperação económica e reforçar a inclusão no mercado de trabalho.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Governo garante estabilidade no abastecimento de combustíveis e afasta riscos para a economia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 08:55:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Parcerias Público-Privadas]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo de Moçambique garantiu que o abastecimento de combustíveis está estável e sem risco de ruptura, afastando preocupações sobre impactos económicos. Segundo o Ministério dos Recursos Minerais e Energia, existem contratos de fornecimento assegurados até Maio de 2027, com importações regulares e reposição contínua de stocks. A AMEPETROL reforçou que não há risco iminente de escassez, sublinhando que o abastecimento é gerido de forma coordenada. As autoridades apelam ao consumo responsável e à calma dos consumidores, destacando que a estabilidade energética é crítica para preservar a confiança e o funcionamento da economia.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30881" class="elementor elementor-30881" data-elementor-post-type="post">
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									<p>O Governo de Moçambique assegura que o fornecimento de combustíveis no país está estável e sem risco de ruptura, numa altura em que aumentam as preocupações do mercado sobre possíveis impactos na actividade económica.</p><p>A garantia surge após a circulação de informações sobre níveis reduzidos de stock, que provocaram uma corrida aos postos de abastecimento, sobretudo na cidade e província de Maputo, pressionando a cadeia de distribuição.</p><p>Segundo o Ministério dos Recursos Minerais e Energia, o sistema de importação e distribuição de combustíveis continua a operar de forma regular, com ciclos logísticos assegurados e sem interrupções.</p><p style="padding-left: 40px;">“As importações são feitas mensalmente numa periodicidade de 15 dias, estando a decorrer normalmente, portanto sem qualquer disrupção”, refere o comunicado oficial.</p><p>O Governo destaca que Moçambique dispõe de contratos de fornecimento válidos até 2027, o que garante previsibilidade e segurança energética para os diferentes sectores da economia.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Reposição de stocks assegura continuidade</h2>				</div>
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									<p>As autoridades explicam que os níveis de cerca de 12 dias de stock reportados recentemente correspondem a um momento intermédio do ciclo de reposição, sendo já compensados por novas entregas em curso.</p><p>Com as descargas previstas, os níveis de reservas deverão aumentar significativamente, garantindo cobertura suficiente para sustentar o consumo nacional e evitar constrangimentos logísticos.</p><p>A Associação Moçambicana de Empresas Petrolíferas (AMEPETROL) reforça que não há qualquer risco de ruptura iminente, sublinhando que o abastecimento está a ser gerido de forma coordenada entre os operadores do sector.</p><p style="padding-left: 40px;">“Não há situação de ruptura iminente de combustíveis, estando o abastecimento a ser gerido de forma contínua e coordenada entre todos os intervenientes do sector”, refere a associação.</p><p>A organização indica ainda que existe produto disponível nos terminais oceânicos, em processo normal de distribuição, o que reforça a capacidade de resposta do sistema.</p><p>A manutenção da normalidade no abastecimento é vista como um factor crítico para garantir o funcionamento contínuo dos sectores produtivos e preservar a confiança dos agentes económicos.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>CTA apresenta propostas para melhorar Código de Consumos Específicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 12:37:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Parcerias Público-Privadas]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) apresentou propostas para melhorar o Código de Consumos Específicos e as regras de desembaraço aduaneiro, durante uma auscultação pública. A organização defendeu maior equilíbrio fiscal, segurança jurídica e facilitação do comércio, alertando para riscos de duplicação de encargos e custos administrativos. Entre os pontos críticos, destacou a tributação das embalagens PET e a taxa de submissão de pedidos de isenção. As propostas foram submetidas ao Ministério das Finanças, reforçando o papel do sector privado no diálogo fiscal e na promoção da competitividade empresarial.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30876" class="elementor elementor-30876" data-elementor-post-type="post">
				<div class="elementor-element elementor-element-69a9985 e-flex e-con-boxed cmsmasters-block-default e-con e-parent" data-id="69a9985" data-element_type="container" data-e-type="container" data-settings="{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}">
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									<p>O sector privado defende ajustamentos ao Código do Imposto sobre Consumos Específicos (CICE) e às regras de desembaraço aduaneiro, com vista a garantir maior equilíbrio fiscal e estimular a competitividade empresarial em Moçambique.</p><p>A posição foi apresentada pela Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), durante uma auscultação pública sobre as propostas de revisão dos regulamentos fiscais e aduaneiros, actualmente em análise pelo Governo.</p><p>Na ocasião, a CTA reconheceu os esforços do Executivo em reforçar a mobilização de receitas e o controlo fiscal, mas alertou que as alterações devem respeitar princípios estruturantes, como a proporcionalidade tributária, a segurança jurídica e a facilitação do comércio.</p><p>A organização sublinhou ainda a necessidade de evitar a duplicação de encargos e de criar condições que incentivem o investimento produtivo nacional.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-bebc814 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="bebc814" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Tributação de embalagens gera preocupação</h2>				</div>
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									<p>Entre os pontos críticos levantados, destaca-se a tributação das embalagens PET, considerada pelo sector privado como um factor que pode comprometer a competitividade das empresas e distorcer o mercado.</p><p>A CTA propõe que esta matéria seja tratada exclusivamente no âmbito da Taxa Ambiental sobre Embalagens, de forma a proteger a cadeia de valor industrial e assegurar maior coerência no sistema fiscal.</p><p>Outra preocupação diz respeito à taxa cobrada para submissão de pedidos de isenção, que a CTA defende que seja eliminada ou harmonizada com o regime geral, de modo a reduzir custos administrativos para as empresas.</p><p>No domínio aduaneiro, a organização alertou para a existência de cobranças duplicadas em determinados serviços, propondo alterações significativas ao artigo 14.º das Regras Gerais de Desembaraço Aduaneiro.</p><p>Como resultado da auscultação, a CTA submeteu ao Ministério das Finanças um parecer formal contendo as contribuições do sector privado, reafirmando a sua disponibilidade para continuar a colaborar na construção de políticas fiscais mais justas, previsíveis e favoráveis ao ambiente de negócios.</p><p>A organização defende que um quadro fiscal equilibrado será determinante para promover o crescimento económico sustentável e reforçar a competitividade das empresas moçambicanas.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<item>
		<title>Sector público e privado articulam soluções para dinamizar pequenas empresas</title>
		<link>https://verificamz.co.mz/mocambique-sector-publico-privado-mpmes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 16:33:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Parcerias Público-Privadas]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sector público e privado articularam soluções para dinamizar as Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs) em Moçambique, durante encontro realizado em Maputo. Foram apresentados instrumentos financeiros como o fundo FECOP, iniciativas de desenvolvimento territorial e o Programa Nacional de Desenvolvimento Cooperativo. A sessão destacou ainda a plataforma digital e MPME, concebida para simplificar processos e reduzir custos. Os participantes defenderam a criação de uma frente unificada de representação das MPMEs, reforçando o papel destas empresas na promoção da inclusão financeira e no crescimento económico sustentável do país.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30859" class="elementor elementor-30859" data-elementor-post-type="post">
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									<p>O reforço do apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs) esteve no centro do Encontro de Articulação entre os Sectores Público e Privado, realizado em Maputo, numa iniciativa orientada para dinamizar o tecido empresarial e impulsionar o crescimento económico.</p><p>O encontro proporcionou um espaço de diálogo estruturado, permitindo alinhar prioridades e apresentar instrumentos estratégicos destinados a fortalecer o sector das MPMEs.</p><p>Durante a sessão dedicada aos instrumentos e oportunidades, foram apresentados mecanismos de apoio ao investimento produtivo, com destaque para o fundo FECOP, apontado como uma ferramenta relevante para financiar iniciativas empresariais.</p><p>Foram igualmente destacadas as acções da Agência de Desenvolvimento Integrado do Norte e da Agência de Desenvolvimento do Vale do Zambeze, com enfoque na dinamização de cadeias de valor e na promoção de oportunidades de crescimento económico a nível local.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-bebc814 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="bebc814" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Aposta no cooperativismo e escala empresarial</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-8d97c85 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="8d97c85" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>O encontro integrou também a apresentação do Programa Nacional de Desenvolvimento Cooperativo, orientado para o fortalecimento do associativismo económico como estratégia para aumentar a competitividade e a capacidade produtiva das pequenas empresas.</p><p>A iniciativa pretende promover modelos de organização que permitam ganhos de escala e maior integração nos mercados.</p><p>Entre as soluções apresentadas, destacou-se a Plataforma e-MPME, concebida como um instrumento de modernização do sector, com recurso a soluções digitais inovadoras.</p><p>A plataforma visa simplificar processos, reduzir custos de contexto e facilitar a formalização das empresas, contribuindo para maior transparência, eficiência e desburocratização.</p><p>Os participantes sublinharam ainda a importância de alinhar a representatividade do sector, defendendo a criação de um único elo de articulação das MPMEs.</p><p>O objectivo é consolidar uma frente unificada capaz de dialogar de forma mais eficaz com o Governo e produzir resultados concretos para o desenvolvimento empresarial no país.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
		<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/mocambique-sector-publico-privado-mpmes/">Sector público e privado articulam soluções para dinamizar pequenas empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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		<title>CTA defende alinhamento da formação profissional às necessidades do sector empresarial</title>
		<link>https://verificamz.co.mz/mocambique-cta-formacao-profissional-sector-empresarial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 16:33:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Parcerias Público-Privadas]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>educação técnica, ensino profissional, competências práticas, inserção laboral, empreendedorismo juvenil, articulação ensino empresa, capital humano, mercado de trabalho, relevância formativa, desenvolvimento económico</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30833" class="elementor elementor-30833" data-elementor-post-type="post">
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					<div class="e-con-inner">
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									<p>A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) defendeu o alinhamento da formação profissional às necessidades reais do sector empresarial, durante a Mesa Redonda de apresentação do draft do Plano Estratégico da Educação Profissional (PEEP) 2026–2035.</p><p>O posicionamento surge num contexto em que o sector produtivo continua a apontar lacunas entre as competências formadas pelas instituições de ensino e as exigências do mercado de trabalho, com impacto directo na empregabilidade dos jovens.</p><p>Durante o encontro, que reuniu representantes do sector público e do sector produtivo, foram analisados os principais eixos do plano, com destaque para a identificação de sectores estratégicos da economia e respectivas necessidades de competências.</p><p>A CTA defendeu a necessidade de uma maior articulação entre as instituições de ensino e o sector empresarial, de modo a garantir que a formação responda de forma efectiva às dinâmicas económicas do país.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-bebc814 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="bebc814" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Sector produtivo quer maior participação</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-6eeb7c9 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="6eeb7c9" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>Na sua intervenção, a organização, representada pelo Pelouro de Desenvolvimento do Capital Humano, sublinhou a importância de reforçar o papel do sector produtivo na definição de conteúdos formativos e na implementação de programas de educação profissional.</p><p>A CTA considera que o envolvimento directo das empresas pode contribuir para a formação de profissionais mais qualificados e preparados para os desafios do mercado.</p><p>O documento em análise prevê ainda a promoção da empregabilidade, inserção profissional e empreendedorismo, como pilares centrais da educação profissional no período 2026–2035.</p><p>Neste contexto, a CTA defendeu a aposta em competências práticas e empreendedoras, como forma de facilitar a transição dos jovens para o mercado de trabalho.</p><p>A Mesa Redonda permitiu recolher recomendações dos diferentes intervenientes, com vista ao aperfeiçoamento do PEEP, bem como consolidar uma visão partilhada sobre o papel estruturante da educação profissional no desenvolvimento económico.</p><p>A CTA reafirmou a sua disponibilidade em continuar a contribuir activamente para a construção de um sistema de formação mais inclusivo, relevante e alinhado às necessidades do sector empresarial em Moçambique.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
		<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/mocambique-cta-formacao-profissional-sector-empresarial/">CTA defende alinhamento da formação profissional às necessidades do sector empresarial</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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		<item>
		<title>Governo de Moçambique avança com novos mecanismos para reforçar apoio às MPMEs</title>
		<link>https://verificamz.co.mz/mocambique-apoio-mpmes-novos-mecanismos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 16:48:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Parcerias Público-Privadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo de Moçambique anunciou novos mecanismos para reforçar o apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs), que representam cerca de 90% do tecido empresarial nacional. A iniciativa foi apresentada no Encontro de Articulação entre os Sectores Público e Privado, em Maputo, promovido pelo Ministério da Economia. Entre as medidas discutidas estão a criação de um Grupo Técnico de Coordenação e Acompanhamento e o reforço da Plataforma e MPME. O objectivo é dinamizar o sector empresarial, melhorar o ambiente de negócios e promover crescimento económico sustentável.</p>
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									<p>O Governo de Moçambique está a implementar novos mecanismos para reforçar o apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs), no âmbito de um esforço para dinamizar o tecido empresarial e impulsionar o crescimento económico.</p><p>A iniciativa foi apresentada durante o Encontro de Articulação entre os Sectores Público e Privado, que decorre em Maputo, promovido pelo Ministério da Economia, com foco no reforço do diálogo estruturado com o sector empresarial.</p><p>Durante a abertura, foi sublinhado que as MPMEs representam cerca de 90% do tecido empresarial nacional, desempenhando um papel central na geração de emprego e rendimento.</p><p>Neste contexto, o Governo defende a necessidade de uma representação mais organizada e convergente do sector, como forma de aumentar a eficácia das políticas públicas dirigidas às empresas.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Novos mecanismos de coordenação</h2>				</div>
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									<p>O encontro está a discutir a criação de instrumentos permanentes de coordenação institucional, com destaque para a proposta de estabelecimento de um Grupo Técnico de Coordenação e Acompanhamento.</p><p>Está igualmente em análise o reforço da Plataforma e-MPME, considerada estratégica para melhorar o acesso das empresas a informação, oportunidades de negócio e financiamento.</p><p>Segundo o Executivo, estas medidas visam consolidar uma agenda comum entre o sector público e privado, orientada para o crescimento sustentável das MPMEs.</p><p>A iniciativa é vista como um passo estruturante para fortalecer a representatividade empresarial, melhorar o ambiente de negócios e acelerar o desenvolvimento económico do país.</p>								</div>
					</div>
				</div>
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