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	<title>Arquivo de Empreendedorismo - Verifica MZ</title>
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	<description>O olhar económico e institucional sobre o futuro de Moçambique.</description>
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	<title>Arquivo de Empreendedorismo - Verifica MZ</title>
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		<title>Governo fixa novos preços da castanha de caju e abre exportação a 19 de Dezembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 16:15:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Moçambique aprovou os novos preços de referência do caju para a campanha 2025/2026: 1.250 USD/ton para castanha de 46 libras e 1.440 USD/ton para 53 libras. A exportação abre oficialmente a 19 de Dezembro, garantindo abastecimento à indústria e previsibilidade comercial. O país prevê exportar cerca de 60.000 toneladas, das quais 45.000 já estão aprovisionadas. A decisão resultou de uma sessão do Comité de Amêndoas com industriais, produtores, sindicatos e sector privado. O Governo destaca que os preços actualizados reforçam transparência, protecção aos produtores e competitividade internacional.</p>
<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/governo-precos-caju-exportacao-19-de-dezembro/">Governo fixa novos preços da castanha de caju e abre exportação a 19 de Dezembro</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="29783" class="elementor elementor-29783" data-elementor-post-type="post">
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									<p data-start="327" data-end="714">Moçambique aprovou os novos preços de referência para a exportação da castanha de caju na campanha 2025/2026, decisão anunciada esta terça-feira, 09 de Dezembro, durante a II.ª Sessão do Comité de Amêndoas, realizada em Maputo. A medida insere-se numa estratégia de estabilidade comercial e de valorização dos produtores, num sector que continua a ser uma das âncoras económicas do país.</p><p data-start="716" data-end="878">A sessão foi dirigida pelo Director-Geral do Instituto de Amêndoas de Moçambique (IAM, IP), Ilídio Bande, que confirmou os valores definidos para esta campanha:</p><ul data-start="880" data-end="997"><li data-start="880" data-end="938"><p data-start="882" data-end="938"><strong data-start="882" data-end="904">1.250 USD/tonelada</strong> para castanha de <strong data-start="922" data-end="935">46 libras</strong>;</p></li><li data-start="939" data-end="997"><p data-start="941" data-end="997"><strong data-start="941" data-end="963">1.440 USD/tonelada</strong> para castanha de <strong data-start="981" data-end="994">53 libras</strong>.</p></li></ul><p data-start="999" data-end="1207">Os preços reflectem a evolução das cotações no mercado internacional e representam uma actualização face à campanha 2024/2025, em que os referenciais variaram entre <strong data-start="1164" data-end="1177">1.052 USD</strong> e <strong data-start="1180" data-end="1206">1.268 USD por tonelada</strong>.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-93676de cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="93676de" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Exportação abre oficialmente a 19 de Dezembro</h2>				</div>
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									<p data-start="1268" data-end="1549">O Comité de Amêndoas aprovou igualmente a abertura oficial da exportação da castanha de caju a partir de <strong data-start="1373" data-end="1391">19 de Dezembro</strong>, medida que pretende assegurar o fornecimento integral à indústria nacional, evitando rupturas no abastecimento e garantindo maior previsibilidade ao sector.</p><p data-start="1551" data-end="1762">Para a campanha 2025/2026, estima-se que o país exporte cerca de <strong data-start="1616" data-end="1636">60.000 toneladas</strong>, das quais <strong data-start="1648" data-end="1692">45.000 toneladas já estão aprovisionadas</strong>, demonstrando um ritmo acelerado de preparação logística e comercial.</p><p data-start="1853" data-end="2104">O encontro contou com 40 participantes, entre membros do Conselho de Direcção, técnicos e delegados provinciais do IAM, representantes da Associação dos Industriais do Caju (AICAJU), ACIANA, SINTAICAF, NITIDAE/ACAMOZ e outros actores-chave da fileira.</p><p data-start="2106" data-end="2123">Foram analisados:</p><ul data-start="2125" data-end="2312"><li data-start="2125" data-end="2203"><p data-start="2127" data-end="2203">o ponto de situação do aprovisionamento de matéria-prima para a indústria;</p></li><li data-start="2204" data-end="2260"><p data-start="2206" data-end="2260">o fornecimento da castanha bruta pelos exportadores;</p></li><li data-start="2261" data-end="2312"><p data-start="2263" data-end="2312">o andamento geral da campanha de comercialização.</p></li></ul><p data-start="2314" data-end="2496">O envolvimento de múltiplas entidades pretende garantir que os preços definidos permitam uma remuneração justa e equilibrada entre produtores, comerciantes, indústria e exportadores.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Sector quer preços mais justos e produção sustentável</h2>				</div>
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									<p data-start="2565" data-end="2830">Realizado sob o lema <strong data-start="2586" data-end="2728">“Por uma remuneração equilibrada de todos os actores da cadeia de valor de amêndoas, para o aumento da quantidade e qualidade da produção”</strong>, o encontro reforçou o compromisso do Governo com uma cadeia de valor mais competitiva e sustentável.</p><p data-start="2832" data-end="2943">O IAM destacou que a definição antecipada dos preços de referência e da data de abertura da exportação permite:</p><ul data-start="2945" data-end="3169"><li data-start="2945" data-end="3006"><p data-start="2947" data-end="3006">aumentar transparência e previsibilidade nas transacções;</p></li><li data-start="3007" data-end="3047"><p data-start="3009" data-end="3047">proteger rendimentos dos produtores;</p></li><li data-start="3048" data-end="3086"><p data-start="3050" data-end="3086">melhorar o planeamento industrial;</p></li><li data-start="3087" data-end="3169"><p data-start="3089" data-end="3169">reforçar o posicionamento competitivo de Moçambique no mercado global do caju.</p></li></ul><p data-start="3171" data-end="3320">Com estas decisões, o sector das amêndoas entra em 2026 com expectativas de maior estabilidade comercial e avanços na qualidade da produção nacional.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Governo amplia acesso ao financiamento para MPME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 10:17:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Plano Quinquenal do Governo 2025–2029 estabelece a meta de ampliar o acesso ao financiamento das MPME de 50% para 60%, através de reformas em garantias de crédito, produtos bancários, fundos concessionais e capacitação empresarial. A estratégia pretende dinamizar o sector privado, melhorar o ambiente de negócios, aumentar a produtividade e acelerar a industrialização local, consolidando as MPME como actores centrais do crescimento económico.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="29515" class="elementor elementor-29515" data-elementor-post-type="post">
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									<p>O Governo vai aumentar a capacidade de financiamento das Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME), elevando a taxa de acesso ao crédito de <strong data-start="410" data-end="447">50% para 60% no período 2025–2029</strong>, segundo o <strong data-start="459" data-end="506">Plano Quinquenal do Governo (PQG 2025–2029)</strong>.</p><p>A medida integra a agenda económica nacional que visa acelerar o crescimento, impulsionar o empreendedorismo e dinamizar o sector privado, reforçando o papel das MPME como motor da industrialização local, da criação de emprego e da diversificação económica.</p><p>A meta de ampliar o financiamento das MPME para 60% constitui um dos compromissos mais estruturantes do Executivo no eixo dedicado ao sector privado.</p><p>O Governo pretende:</p><ul data-start="1028" data-end="1197"><li data-start="1028" data-end="1063">melhorar a inclusão financeira;</li><li data-start="1064" data-end="1097">reduzir barreiras ao crédito;</li><li data-start="1098" data-end="1157">promover instrumentos de garantia e mitigação de risco;</li><li data-start="1158" data-end="1197">acelerar a formalização das empresas.</li></ul><p>O PQG sublinha que o aumento da capacidade de financiamento será acompanhado por programas de capacitação empresarial, assegurando que as empresas não apenas acedam ao crédito, mas tenham competências para crescer e sustentar as operações.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-93676de cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="93676de" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Reformas vão abranger bancos, garantias e fundos de investimento</h2>				</div>
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									<p>Entre as reformas previstas para ampliar o acesso ao financiamento, destacam-se:</p><ul data-start="1600" data-end="1901"><li data-start="1600" data-end="1679">reforço dos programas de garantia de crédito para reduzir o risco bancário;</li><li data-start="1680" data-end="1760">expansão do financiamento através de fundos públicos e linhas concessionais;</li><li data-start="1761" data-end="1838">estímulo à banca para desenvolver produtos financeiros adaptados às MPME;</li><li data-start="1839" data-end="1901">melhoria do ambiente regulatório, fiscal e de licenciamento.</li></ul><p>O PQG prevê ainda medidas para digitalizar processos, simplificar requisitos de acesso ao crédito e introduzir mecanismos modernos de avaliação de risco para empresas emergentes.</p><p>O Governo posiciona as MPME como actores centrais da industrialização local, dos serviços, da agricultura comercial e do turismo.</p><p>O objectivo é que estas empresas:</p><ul data-start="2318" data-end="2498"><li data-start="2318" data-end="2360">aumentem a produção e a produtividade;</li><li data-start="2361" data-end="2384">criem mais emprego;</li><li data-start="2385" data-end="2431">participem nas cadeias de valor regionais;</li><li data-start="2432" data-end="2498">forneçam bens e serviços às grandes indústrias e mega-projectos.</li></ul><p>Com um acesso ao financiamento mais amplo, espera-se que as empresas invistam em tecnologia, sistemas de gestão, infra-estruturas e expansão comercial, reduzindo a taxa de mortalidade empresarial.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-5df1c86 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="5df1c86" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Um ambiente mais competitivo para impulsionar o sector privado</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-8682f9f cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="8682f9f" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>A expansão do financiamento às MPME insere-se numa estratégia mais ampla de desenvolvimento económico, que inclui:</p><ul data-start="2890" data-end="3110"><li data-start="2890" data-end="2922">estabilidade macroeconómica;</li><li data-start="2923" data-end="2970">melhoria da liquidez do sistema financeiro;</li><li data-start="2971" data-end="3009">redução gradual das taxas de juro;</li><li data-start="3010" data-end="3050">maior integração económica regional;</li><li data-start="3051" data-end="3110">reforço institucional para apoiar investimentos privados.</li></ul><p>O PQG reforça que o fortalecimento das MPME é essencial para aumentar a competitividade nacional e consolidar uma economia mais diversificada e resiliente.</p><p>Associações empresariais consideram positiva a meta de ampliação do financiamento, mas alertam que os resultados dependerão da execução concreta das reformas, sobretudo na redução da burocracia, no cumprimento fiscal e na simplificação dos requisitos bancários.</p><p>A implementação efectiva das medidas poderá determinar se Moçambique alcançará um ambiente de negócios mais inclusivo e dinâmico.</p><p>O aumento previsto no acesso ao financiamento para MPME é visto como um marco importante na estratégia económica do país, reforçando a intenção do Governo de transformar o sector privado num dos pilares centrais do crescimento.</p><p>Se implementada com sucesso, a meta poderá:</p><ul data-start="4088" data-end="4244"><li data-start="4088" data-end="4116">gerar mais investimento;</li><li data-start="4117" data-end="4148">aumentar a competitividade;</li><li data-start="4149" data-end="4180">dinamizar cadeias de valor;</li><li data-start="4181" data-end="4244">criar oportunidades para milhares de pequenos empreendedores.</li></ul>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-2990d8a cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="2990d8a" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Recursos captados ultrapassam 840 milhões USD e reforçam confiança internacional</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-09f748a cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="09f748a" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>A soma dos donativos e créditos ascende a <strong data-start="2914" data-end="2936">843,34 milhões USD</strong>, consolidando Moçambique como um destino activo de cooperação internacional.</p><p>Para o Executivo, o volume de recursos mobilizados demonstra:</p><ul data-start="3078" data-end="3371"><li data-start="3078" data-end="3146">o reforço da confiança dos parceiros multilaterais e bilaterais;</li><li data-start="3147" data-end="3203">a manutenção do apoio internacional em áreas vitais;</li><li data-start="3204" data-end="3300">a prioridade dada a projectos sociais, infra-estruturas resilientes e desenvolvimento rural;</li><li data-start="3301" data-end="3371">o alinhamento com as metas do Plano Económico e Social (PESOE 2024).</li></ul><p>O pacote de financiamentos contribuiu directamente para:</p><ul data-start="3480" data-end="3771"><li data-start="3480" data-end="3530">melhoria de infra-estruturas urbanas e rurais;</li><li data-start="3531" data-end="3573">expansão do acesso à energia e à água;</li><li data-start="3574" data-end="3627">reforço dos serviços de saúde e protecção social;</li><li data-start="3628" data-end="3706">desenvolvimento de corredores logísticos e projectos resilientes ao clima;</li><li data-start="3707" data-end="3771">modernização da administração pública e do sector estatístico.</li></ul><p>Analistas consideram que, num contexto global de incerteza e redução das ajudas internacionais em vários países, a capacidade de Moçambique de captar mais de <strong data-start="3931" data-end="3950">840 milhões USD</strong> em financiamento favorável constitui um sinal positivo para a estabilidade macroeconómica e para a continuidade das reformas estruturais.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Disponíveis 20 milhões USD para empresas moçambicanas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 17:10:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Jornal O País reporta que o projecto “Mais Oportunidades”, financiado pelo Banco Mundial, disponibiliza 20 milhões USD em subvenções empresariais para Sofala, Manica, Gaza e Inhambane. A iniciativa inclui também 1 milhão USD para capacitação e integra um pacote de 200 milhões USD que cobre infra-estruturas e inclusão financeira. Inhambane lidera as empresas pré-seleccionadas, mas o incumprimento fiscal é o maior obstáculo ao acesso aos fundos. Empresários criticam morosidade e incoerências administrativas. O programa combina financiamento, formação e infra-estruturas para dinamizar cadeias de valor e estimular o desenvolvimento local.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="29416" class="elementor elementor-29416" data-elementor-post-type="post">
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				<div class="elementor-element elementor-element-0d3c5d1 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="0d3c5d1" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p data-start="429" data-end="860">O sector privado moçambicano passa a contar com uma nova margem de apoio financeiro através do projecto <strong data-start="533" data-end="557">“Mais Oportunidades”</strong>, uma iniciativa do Governo financiada pelo Banco Mundial e coordenada pelo Ministério das Finanças. A primeira fase prevê <strong data-start="680" data-end="728">20 milhões de dólares em subvenções directas</strong> para pequenas, médias e grandes empresas nas províncias de <strong data-start="788" data-end="824">Sofala, Manica, Gaza e Inhambane</strong>, segundo avançou o Jornal <em data-start="851" data-end="859">O País</em>.</p><p data-start="862" data-end="1148">A iniciativa faz parte de um pacote global próximo de <strong data-start="916" data-end="942">200 milhões de dólares</strong>, destinado a acelerar o crescimento regional nos sectores do <strong data-start="1004" data-end="1015">turismo</strong>, <strong data-start="1017" data-end="1033">agro-negócio</strong> e <strong data-start="1036" data-end="1056">construção civil</strong>, áreas consideradas decisivas para a produtividade, o emprego e a diversificação económica.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-93676de cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="93676de" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Projecto integra financiamento, capacitação e infra-estruturas</h2>				</div>
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									<p data-start="1217" data-end="1435">A componente técnica do programa é liderada por <strong data-start="1265" data-end="1281">Mário Ubisse</strong>, especialista em desenvolvimento do sector privado.<br data-start="1333" data-end="1336" />Segundo o Jornal <em data-start="1353" data-end="1361">O País</em>, Ubisse explicou que o enfoque não está apenas na distribuição de fundos:</p><blockquote data-start="1437" data-end="1714"><p data-start="1439" data-end="1714">“O projecto actua em três áreas-chave: turismo, agro-negócio e construção civil. Além das subvenções, estamos a investir fortemente em capacitação, porque entendemos que não basta dar dinheiro; é preciso fortalecer as empresas para que saibam gerir e ampliar esses recursos.”</p></blockquote><p data-start="1716" data-end="1838">A capacitação já arrancou em <strong data-start="1745" data-end="1753">Gaza</strong>, está em curso em <strong data-start="1772" data-end="1785">Inhambane</strong> e deverá iniciar em <strong data-start="1806" data-end="1816">Sofala</strong> nas próximas semanas.</p><p data-start="1840" data-end="1873">No total, a primeira fase inclui:</p><ul data-start="1875" data-end="2096"><li data-start="1875" data-end="1925"><p data-start="1877" data-end="1925"><strong data-start="1877" data-end="1895">20 milhões USD</strong> em subvenções empresariais;</p></li><li data-start="1926" data-end="1964"><p data-start="1928" data-end="1964"><strong data-start="1928" data-end="1944">1 milhão USD</strong> para capacitação;</p></li><li data-start="1965" data-end="2096"><p data-start="1967" data-end="2096">um pacote estrutural de <strong data-start="1991" data-end="2010">200 milhões USD</strong>, que abrange infra-estruturas da “última milha” e iniciativas de inclusão financeira.</p></li></ul>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-5df1c86 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="5df1c86" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Inhambane lidera número de empresas pré-seleccionadas</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-8682f9f cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="8682f9f" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p data-start="2156" data-end="2182">Segundo o Jornal <em data-start="2173" data-end="2181">O País</em>:</p><ul data-start="2184" data-end="2381"><li data-start="2184" data-end="2239"><p data-start="2186" data-end="2239"><strong data-start="2186" data-end="2202">393 empresas</strong> concorreram nas quatro províncias;</p></li><li data-start="2240" data-end="2276"><p data-start="2242" data-end="2276"><strong data-start="2242" data-end="2249">138</strong> foram pré-seleccionadas;</p></li><li data-start="2277" data-end="2333"><p data-start="2279" data-end="2333"><strong data-start="2279" data-end="2292">Inhambane</strong> representa quase um terço desse total;</p></li><li data-start="2334" data-end="2381"><p data-start="2336" data-end="2381"><strong data-start="2336" data-end="2342">42</strong> já estão a elaborar planos de negócio.</p></li></ul><p data-start="2383" data-end="2448">A distribuição sectorial segue o perfil económico de cada região:</p><ul data-start="2450" data-end="2619"><li data-start="2450" data-end="2490"><p data-start="2452" data-end="2490">Inhambane destaca-se no <strong data-start="2476" data-end="2487">turismo</strong>;</p></li><li data-start="2491" data-end="2527"><p data-start="2493" data-end="2527">Gaza avança no <strong data-start="2508" data-end="2524">agro-negócio</strong>;</p></li><li data-start="2528" data-end="2619"><p data-start="2530" data-end="2619">a <strong data-start="2532" data-end="2552">construção civil</strong> mantém peso transversal devido à expansão urbana e obras públicas.</p></li></ul>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-2990d8a cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="2990d8a" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Cumprimento fiscal torna-se principal obstáculo</h2>				</div>
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									<p data-start="2673" data-end="2795">Apesar do interesse empresarial, o grande bloqueio identificado pelo Ministério das Finanças é o <strong data-start="2770" data-end="2794">incumprimento fiscal</strong>.</p><p data-start="2797" data-end="2875">Mário Ubisse reforça que o acesso às subvenções exige regularidade tributária:</p><blockquote data-start="2877" data-end="3204"><p data-start="2879" data-end="3204">“Estamos a falar de fundos públicos, administrados pelo Ministério das Finanças. Uma empresa que não cumpre as obrigações legais terá, naturalmente, dificuldades para aceder a este financiamento. Muitos empresários não conseguem apresentar evidências do cumprimento fiscal, e isso compromete seriamente as suas candidaturas.”</p></blockquote>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-79f80d1 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="79f80d1" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Empresários apontam morosidade e incoerências administrativas</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-656d863 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="656d863" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p data-start="3272" data-end="3386">O Presidente do Conselho Empresarial de Inhambane, <strong data-start="3323" data-end="3338">Abdul Razak</strong>, destaca limitações no processo de comunicação:</p><blockquote data-start="3388" data-end="3559"><p data-start="3390" data-end="3559">“Temos muitos fundos lançados, mas o problema é a demora e a falta de comunicação. Não se pode deixar um empresário dois ou três meses sem saber se foi ou não aprovado.”</p></blockquote><p data-start="3561" data-end="3646">Razak identifica ainda incoerências entre o sistema fiscal e os requisitos bancários:</p><blockquote data-start="3648" data-end="3803"><p data-start="3650" data-end="3803">“Muitas microempresas são registadas no modelo 10 nas Finanças, mas quando chegam aos bancos pedem o modelo 20. Isto cria uma barreira desnecessária.”</p></blockquote><p data-start="3805" data-end="3815">E reforça:</p><blockquote data-start="3817" data-end="3916"><p data-start="3819" data-end="3916">“O verdadeiro bloqueio é o modelo fiscal que não conversa com a realidade do empresariado local.”</p></blockquote>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-63fc9d7 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="63fc9d7" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Projecto pode tornar-se motor regional de crescimento</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-bc57d4d cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="bc57d4d" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p data-start="3976" data-end="4173">Segundo o Jornal <em data-start="3993" data-end="4001">O País</em>, o encontro com empresários decorreu num ambiente de expectativa elevada, sobretudo em <strong data-start="4089" data-end="4102">Inhambane</strong>, província com forte vocação turística e crescente dinamismo agrícola.</p><p data-start="4175" data-end="4233">O “Mais Oportunidades” é visto como uma oportunidade para:</p><ul data-start="4235" data-end="4381"><li data-start="4235" data-end="4266"><p data-start="4237" data-end="4266">consolidar empresas locais;</p></li><li data-start="4267" data-end="4301"><p data-start="4269" data-end="4301">atrair investimento produtivo;</p></li><li data-start="4302" data-end="4341"><p data-start="4304" data-end="4341">reforçar competências empresariais;</p></li><li data-start="4342" data-end="4381"><p data-start="4344" data-end="4381">dinamizar cadeias de valor regionais.</p></li></ul><p data-start="4383" data-end="4603">Ao combinar financiamento, capacitação e infra-estruturas, o projecto pretende quebrar os principais entraves ao crescimento privado: fraca literacia financeira, má gestão, irregularidades fiscais e barreiras de crédito.</p><p data-start="4605" data-end="4640">O desafio agora passa por garantir:</p><ul data-start="4642" data-end="4739"><li data-start="4642" data-end="4663"><p data-start="4644" data-end="4663">menos burocracia,</p></li><li data-start="4664" data-end="4689"><p data-start="4666" data-end="4689">mais previsibilidade,</p></li><li data-start="4690" data-end="4714"><p data-start="4692" data-end="4714">maior transparência,</p></li><li data-start="4715" data-end="4739"><p data-start="4717" data-end="4739">decisões mais céleres.</p></li></ul><p data-start="4741" data-end="4958">Se Governo, parceiros internacionais e sector privado conseguirem alinhar-se, o “Mais Oportunidades” poderá evoluir de programa a <strong data-start="4871" data-end="4957">instrumento estruturante de crescimento económico, emprego e desenvolvimento local</strong>.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
		<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/20-milhoes-usd-empresas-mocambicanas-mais-oportunidades/">Disponíveis 20 milhões USD para empresas moçambicanas</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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		<title>Governo prevê 1,5 mil milhões MT para expandir o FDEL em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2025 11:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo de Moçambique prevê alocar 1,5 mil milhões de meticais ao Fundo de Desenvolvimento Económico Local (FDEL) em 2026, conforme revelou o Ministro da Planificação e Desenvolvimento, Salim Valá, na Assembleia da República. A expansão do fundo responde à procura recorde de 112.197 projectos submetidos em 2025</p>
<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/governo-fdel-2026-1-5-mil-milhoes/">Governo prevê 1,5 mil milhões MT para expandir o FDEL em 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="29189" class="elementor elementor-29189" data-elementor-post-type="post">
				<div class="elementor-element elementor-element-69a9985 e-flex e-con-boxed cmsmasters-block-default e-con e-parent" data-id="69a9985" data-element_type="container" data-e-type="container" data-settings="{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}">
					<div class="e-con-inner">
				<div class="elementor-element elementor-element-0d3c5d1 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="0d3c5d1" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p data-start="329" data-end="581">O Governo de Moçambique prevê alocar <strong data-start="528" data-end="559">1,5 mil milhões de meticais</strong> ao <strong data-start="563" data-end="614">Fundo de Desenvolvimento Económico Local (FDEL)</strong> em 2026, segundo a intervenção oficial do Ministro da Planificação e Desenvolvimento, <strong data-start="701" data-end="715">Salim Valá</strong>, apresentada na Assembleia da República no dia 6 de Novembro de 2025. A expansão financeira tem como objectivo responder à procura crescente e consolidar o FDEL como instrumento estruturante da economia local.</p><p data-start="1003" data-end="1207">O ministro explicou que o programa está a tornar-se um eixo permanente de desenvolvimento comunitário, articulado com a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE) e com o Programa Quinquenal 2025–2029.</p><blockquote data-start="1209" data-end="1454"><p data-start="1211" data-end="1454">“Olhando para o futuro, o Governo já previu para 2026 a alocação de 1,5 mil milhões de Meticais (previsto no PESOE 2026), a ser complementado com recursos a serem mobilizados através de parcerias que estamos a forjar”, <strong data-start="1430" data-end="1453">destacou Salim Valá</strong>.</p></blockquote><p data-start="1456" data-end="1678">A ampliação do envelope financeiro responde ao facto de o FDEL ter recebido <strong data-start="1532" data-end="1553">112.197 projectos</strong>, num valor acumulado que ultrapassa <strong data-start="1590" data-end="1622">10,1 mil milhões de meticais</strong>, equivalente a <strong data-start="1638" data-end="1677">12 vezes a verba disponível em 2025</strong>.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-93676de cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="93676de" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Procura massiva demonstra confiança e energia empreendedora
</h2>				</div>
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									<p data-start="1753" data-end="1879">As candidaturas provêm sobretudo de jovens, mulheres e microempreendedores, reflectindo um interesse nacional sem precedentes.</p><blockquote data-start="1881" data-end="2108"><p data-start="1883" data-end="2108">“O facto de ter-se muitos projectos recebidos, com montantes bem acima dos disponíveis, é um sinal claro de que a mensagem do FDEL chegou às bases, despertando a energia empreendedora dos cidadãos”, <strong data-start="2082" data-end="2107">esclareceu Salim Valá</strong>.</p></blockquote><p data-start="2110" data-end="2353">Segundo os dados apresentados, <strong data-start="2141" data-end="2148">67%</strong> dos projectos são de cidadãos individuais, <strong data-start="2192" data-end="2199">32%</strong> de associações e cooperativas e <strong data-start="2232" data-end="2238">1%</strong>de micro e pequenas empresas. As áreas mais procuradas são comércio, agricultura, avicultura, serviços e pecuária.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-60ac82b cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="60ac82b" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Descentralização produtiva avança com impacto directo nas comunidades
</h2>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-0adb11e cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="0adb11e" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p data-start="2438" data-end="2574">O Governo reforça que o FDEL não é apenas um fundo financeiro, mas uma mudança estrutural na forma como os territórios produzem riqueza.</p><blockquote data-start="2576" data-end="2791"><p data-start="2578" data-end="2791">“O FDEL está a construir uma economia de proximidade, onde o investimento público se traduz directamente em novas oportunidades de negócio, em empregos, em rendimento e em auto-confiança”, <strong data-start="2767" data-end="2790">explicou Salim Valá</strong>.</p></blockquote><p data-start="2793" data-end="2979">O programa mobiliza <strong data-start="2813" data-end="2855">215 Comissões de Selecção de Projectos</strong> e envolve <strong data-start="2866" data-end="2884">1.176 técnicos</strong> em todo o país, assegurando participação comunitária e transparência no processo de avaliação.</p><p data-start="3062" data-end="3178">A próxima fase do programa incluirá inovação tecnológica, incubação empresarial e novos mecanismos de financiamento.</p><p data-start="3180" data-end="3217">Entre as iniciativas previstas estão:</p><ul data-start="3219" data-end="3499"><li data-start="3219" data-end="3285"><p data-start="3221" data-end="3285"><strong data-start="3221" data-end="3237">FDEL Digital</strong> – plataforma de submissão e monitoria online;</p></li><li data-start="3286" data-end="3349"><p data-start="3288" data-end="3349"><strong data-start="3288" data-end="3313">Base pública de dados</strong> sobre beneficiários e reembolsos;</p></li><li data-start="3350" data-end="3427"><p data-start="3352" data-end="3427"><strong data-start="3352" data-end="3365">FDEL Labs</strong> – centros de incubação e aceleração de negócios distritais;</p></li><li data-start="3428" data-end="3499"><p data-start="3430" data-end="3499">modelos de co-financiamento com parceiros nacionais e internacionais.</p></li></ul><blockquote data-start="3501" data-end="3713"><p data-start="3503" data-end="3713">“O FDEL será, sem dúvidas, uma alavanca segura para construir um novo Moçambique, assente em transformar ideias em negócios, negócios em empregos e empregos em prosperidade partilhada”, <strong data-start="3689" data-end="3712">defendeu Salim Valá</strong>.</p></blockquote>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-cda198b cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="cda198b" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Meta: consolidar o FDEL como pilar da economia local até 2027
</h2>				</div>
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									<p data-start="3790" data-end="3992">O Governo quer transformar o FDEL num mecanismo permanente de desenvolvimento económico local, com prioridade para a juventude, mulheres empreendedoras e zonas rurais de maior vulnerabilidade económica.</p><p data-start="3994" data-end="4262">A previsão de <strong data-start="4008" data-end="4038">1,5 mil milhões MT em 2026</strong> deverá permitir aumentar o número de projectos financiados, reforçar a inclusão produtiva e reduzir desigualdades territoriais, consolidando o FDEL como um dos pilares da política pública de crescimento económico inclusivo.</p><hr data-start="4264" data-end="4267" />								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<item>
		<title>Mais de 60% dos recursos do FDEL são destinados a jovens empreendedores</title>
		<link>https://verificamz.co.mz/fdel-jovens-empreendedores-60-por-cento-recursos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 15:52:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego e Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 60% dos recursos do FDEL são destinados a jovens empreendedores. O Fundo já recebeu 112 mil projectos e inclui prioridade para mulheres, distribuição baseada em população, território e pobreza, e novas plataformas digitais para garantir transparência e acompanhamento público.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="29173" class="elementor elementor-29173" data-elementor-post-type="post">
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									<p data-start="421" data-end="714">O Governo confirmou que <strong data-start="445" data-end="524">mais de 60% dos recursos do Fundo de Desenvolvimento Económico Local (FDEL)</strong> estão reservados para jovens empreendedores. A informação foi apresentada pelo Ministro da Planificação e Desenvolvimento, Salim Cripton Valá, durante a sessão parlamentar de 6 de Novembro.</p><p data-start="716" data-end="988">Segundo o documento oficial <em data-start="744" data-end="804">“FDEL: Ponto de Situação, Lições, Desafios e Perspectivas”</em>, o Fundo foi criado para fortalecer economias locais, apoiar projectos produtivos e impulsionar o empreendedorismo juvenil como parte da estratégia de desenvolvimento descentralizado.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Alta procura e impacto nas comunidades</h2>				</div>
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									<p data-start="1042" data-end="1351">Desde o início da operação, o FDEL recebeu <strong data-start="1085" data-end="1117">112.197 projectos submetidos</strong>, número muito acima dos recursos disponíveis, indicando forte procura e envolvimento comunitário. O modelo também prevê prioridade para <strong data-start="1254" data-end="1290">projectos liderados por mulheres</strong>, reforçando a inclusão económica nas zonas urbanas e rurais.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Distribuição baseada em critérios objectivos</h2>				</div>
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									<p data-start="1411" data-end="1457">A alocação dos montantes segue três critérios:</p><ul data-start="1459" data-end="1547"><li data-start="1459" data-end="1482"><p data-start="1461" data-end="1482"><strong data-start="1461" data-end="1480">população (50%)</strong></p></li><li data-start="1483" data-end="1517"><p data-start="1485" data-end="1517"><strong data-start="1485" data-end="1515">dimensão territorial (20%)</strong></p></li><li data-start="1518" data-end="1547"><p data-start="1520" data-end="1547"><strong data-start="1520" data-end="1547">níveis de pobreza (30%)</strong></p></li></ul><p data-start="1549" data-end="1648">Com esta fórmula, províncias como <strong data-start="1583" data-end="1613">Nampula, Zambézia e Niassa</strong> recebem maiores parcelas do Fundo.</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Ferramentas digitais para mais transparência</h2>				</div>
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									<p data-start="1708" data-end="1802">O Governo anunciou novas plataformas que deverão reforçar a eficiência e a monitoria do Fundo:</p><ul data-start="1804" data-end="2020"><li data-start="1804" data-end="1873"><p data-start="1806" data-end="1873"><strong data-start="1806" data-end="1822">FDEL Digital</strong> para submissão e acompanhamento de candidaturas;</p></li><li data-start="1874" data-end="1944"><p data-start="1876" data-end="1944"><strong data-start="1876" data-end="1901">Base de Dados Pública</strong> para consulta de projectos e reembolsos;</p></li><li data-start="1945" data-end="2020"><p data-start="1947" data-end="2020"><strong data-start="1947" data-end="1960">FDEL Labs</strong>, centros provinciais de incubação e aceleração de negócios.</p></li></ul><p data-start="2022" data-end="2153">Estas iniciativas pretendem transformar o FDEL num modelo de <strong data-start="2083" data-end="2104">governação aberta</strong>, com processos acessíveis e participação cidadã.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
		<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/fdel-jovens-empreendedores-60-por-cento-recursos/">Mais de 60% dos recursos do FDEL são destinados a jovens empreendedores</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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		<title>Governo prepara nova política nacional de crédito para pequenas e médias empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 19:56:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias de Moçambique]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo prepara uma nova política nacional de crédito que vai ampliar o financiamento às PME, reduzir burocracias e fortalecer o sector produtivo com apoio internacional.</p>
<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/governo-politica-nacional-credito-pmes/">Governo prepara nova política nacional de crédito para pequenas e médias empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="29124" class="elementor elementor-29124" data-elementor-post-type="post">
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									<p data-start="448" data-end="756">O Governo de Moçambique está a preparar uma nova Política Nacional de Crédito para Pequenas e Médias Empresas (PME), destinada a ampliar o acesso ao financiamento, reduzir as taxas de juro e eliminar barreiras burocráticas que ainda limitam o crescimento do sector privado nacional.</p><p data-start="758" data-end="969">A medida faz parte das reformas económicas em curso no quadro do Programa Quinquenal do Governo 2025–2029, cujo eixo central é a diversificação económica e a promoção do empreendedorismo local.</p><p data-start="971" data-end="1298">Segundo o Executivo, a política será submetida ao Conselho de Ministros até ao primeiro trimestre de 2026 e contará com apoio técnico do Banco de Moçambique (BdM), do Banco Nacional de Investimento (BNI) e de parceiros internacionais como o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) e a União Europeia (UE).</p><blockquote data-start="1300" data-end="1574"><p data-start="1302" data-end="1574">“Pretendemos criar um ambiente financeiro mais inclusivo e transparente, que permita às pequenas e médias empresas acederem ao crédito com condições justas e sustentáveis”.</p></blockquote>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-93676de cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="93676de" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
					<h3 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Empresas enfrentam barreiras estruturais no acesso ao crédito
</h3>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-9c204b2 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="9c204b2" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p data-start="1650" data-end="1927">De acordo com o Relatório de Clima de Negócios de 2025, publicado pela Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), 68% das PME continuam sem acesso a financiamento bancário, devido à falta de garantias, custos elevados e burocracia excessiva.</p><p data-start="1929" data-end="2145">O novo modelo de política pública propõe a criação de mecanismos de garantia parcial do Estado, bem como a implementação de um Fundo de Crédito às PME, com capital inicial de 10 mil milhões de meticais.</p><blockquote data-start="2147" data-end="2338"><p data-start="2149" data-end="2338">“As pequenas empresas são o coração da economia moçambicana, mas continuam subfinanciadas. Precisamos de inverter esse cenário com soluções inovadoras,” sublinhou a CTA.</p></blockquote><p data-start="2340" data-end="2535">O Governo explica que o fundo funcionará em articulação com bancos comerciais e cooperativas de crédito, com atenção especial às empresas emergentes lideradas por jovens e mulheres.</p><p data-start="2537" data-end="2692">O objectivo é financiar projectos de base produtiva nos sectores da agricultura, pescas, indústria transformadora, turismo e energias renováveis.</p>								</div>
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					<h3 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Reforço da literacia financeira e digitalização do crédito
</h3>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-0adb11e cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="0adb11e" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p data-start="2765" data-end="3011">Paralelamente à nova política, o Executivo vai lançar um Programa Nacional de Literacia Financeira e Digitalização do Crédito, em coordenação com o Banco de Moçambique e o Instituto de Supervisão de Seguros de Moçambique (ISSM).</p><p data-start="3013" data-end="3191">A iniciativa visa capacitar empresários e empreendedores em gestão financeira, controlo de riscos e utilização de plataformas digitais para acesso ao financiamento.</p><p data-start="3411" data-end="3628">O programa prevê a criação de centros de apoio empresarial em todas as capitais provinciais e o desenvolvimento de uma plataforma digital única para submissão e acompanhamento de candidaturas de crédito.</p>								</div>
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					<h3 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Parcerias internacionais e estabilidade financeira
</h3>				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-d438186 cmsmasters-block-default cmsmasters-sticky-default elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="d438186" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p data-start="4009" data-end="4233">O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) e a União Europeia (UE) manifestaram interesse em apoiar tecnicamente a nova política, no âmbito do Programa de Apoio à Competitividade das PME em África (ACP-Moz).</p><p data-start="4487" data-end="4688">O Banco de Moçambique, por seu lado, comprometeu-se a manter uma política monetária equilibrada, de modo a garantir que a expansão do crédito não comprometa a estabilidade macro-económica.</p><p data-start="4923" data-end="5126">O Governo estima que a implementação da nova política possa aumentar em 25% o volume de crédito concedido ao sector privado até 2028, criando mais de 200 mil empregos directos e indirectos.</p><p data-start="5128" data-end="5293">A medida também deverá impulsionar a formalização de micro e pequenas empresas, que representam actualmente cerca de 98% do tecido empresarial moçambicano.</p><p data-start="5128" data-end="5293">Executivo compromete-se ainda a acompanhar trimestralmente o desempenho da política e a publicar relatórios públicos sobre o volume de crédito concedido e o impacto na economia real.</p>								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
		<p>O post <a href="https://verificamz.co.mz/governo-politica-nacional-credito-pmes/">Governo prepara nova política nacional de crédito para pequenas e médias empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://verificamz.co.mz">Verifica MZ</a>.</p>
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